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Outubro Rosa: a importância da prevenção e o diagnóstico do câncer de mama

O Outubro Rosa começou. O período de conscientização sobre o câncer de mama foi estabelecido nos Estados Unidos na década de 90 e, posteriormente, a campanha foi adotada por entidades […]

O Outubro Rosa começou. O período de conscientização sobre o câncer de mama foi estabelecido nos Estados Unidos na década de 90 e, posteriormente, a campanha foi adotada por entidades de saúde de todo mundo.

No Brasil, o Outubro Rosa é realizado desde 2002, quando um grupo de mulheres, em conjunto com uma marca de cosméticos europeia, adornou com luzes cor-de-rosa o Obelisco do Ibirapuera, situado na cidade de São Paulo. 

O objetivo principal do Outubro Rosa é chamar atenção para o câncer de mama, para a importância do diagnóstico precoce e para o tratamento adequado da doença.

O que é o câncer de mama?

Embora seja predominante nas mulheres, o câncer de mama também acomete os homens. Porém, estima-se que eles representam apenas 1% dos casos. A manifestação da doença se dá por meio de uma multiplicação desordenada das células da mama. Como consequência, células anormais se formam e evoluem para um tumor.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de que 66 mil novos casos da doença sejam registrados no Brasil em 2020, sendo que 17,7 mil provavelmente morrerão em decorrência disso.

Por ser uma doença de múltiplas causas, os exames preventivos são fundamentais. Entretanto, a idade é considerada um dos fatores de risco para a doença: cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem em mulheres acima de 50 anos.

Quais são os sintomas do câncer de mama?

Ainda que alguns dos sintomas quando vistos isoladamente não signifiquem necessariamente o desenvolvimento de um câncer de mama, é de suma importância que o paciente ao perceber qualquer um deles agende imediatamente uma consulta com um médico e realize exames laboratoriais para se certificar de que não há nada de errado.

O INCA classifica os seguintes sintomas como os mais comuns:

  • Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja
  • Alterações no bico do peito (mamilo)
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço
  • Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos

Ao perceber qualquer um deles, agende uma consulta no Medprev para se certificar de que não há nada de errado.

Como é feito o diagnóstico do câncer de mama?

A realização do chamado auto exame é o primeiro passo para identificar possíveis nódulos nos seios. Basta apalpar os seis e buscar identificar se há ou não caroços. Como essa é a forma mais comum de manifestação da doença, há ótimas chances de se diagnosticar o problema ainda em fase inicial.

Ao procurar um médico, ele recomendará a realização de exames laboratoriais que possam identificar o que são os nódulos. Exames de imagem, como a mamografia, a ultrassonografia e a ressonância magnética podem ser solicitados. A principal vantagem da mamografia é que, quando um tumor é diagnosticado em fases iniciais, o câncer de mama tem até 95% de chances de cura. Além disso, o tratamento é menos agressivo e tem um tempo de duração menor.

Como prevenir o câncer de mama?

Como já mencionamos, o câncer de mama é uma doença causada por múltiplos fatores. Portanto, é impossível se prevenir com 100% de eficácia contra ela. No entanto, realizar exames periódicos como a mamografia ou a ultrassonografia das mamas é fundamental para identificar e combater a doença em estágios iniciais, se necessário.

Segundo o INCA, pelo menos 30% dos casos poderiam ser evitados se os pacientes adotassem hábitos de vida mais saudáveis. Isso inclui a prática de atividades físicas, a alimentação saudável, a manutenção do peso dentro de uma faixa adequada de acordo com a altura e a redução no consumo de bebidas alcoólicas. Amamentar é outro fator que reduz os riscos do desenvolvimento de câncer nas mulheres. 

Por fim, deve-se evitar o uso de hormônios sintéticos, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal sempre que possível.

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Não deixe o seu tratamento para depois. Ao perceber o menor dos sintomas, agende uma consulta imediatamente e realize os exames laboratoriais indicados para tirar todas as suas dúvidas. Embora a recomendação médica seja realizar os exames a partir dos 40 anos, o número de casos registrados em mulheres mais jovens tem aumentado. 

Por isso, por precaução, inicie a rotina de check-ups o quanto antes. Não espere até que os sintomas apareçam: pelo menos uma vez por ano procure um médico para realizar um check-up completo.

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