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Como prevenir a dengue? 7 cuidados que você deve ter

De acordo com o Boletim Epidemiológico, divulgado em setembro deste ano pelo Ministério da Saúde, até o dia 14 de novembro foram registrados mais de 971 mil casos de dengue […]

De acordo com o Boletim Epidemiológico, divulgado em setembro deste ano pelo Ministério da Saúde, até o dia 14 de novembro foram registrados mais de 971 mil casos de dengue no Brasil em 2020. 

Os estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são os locais com maior incidência. Dos quase um milhão de casos registrados, 528 pessoas morreram. Embora os números sejam menores se comparados à 2019 – quando atingimos a marca de 1,5 milhão de casos –, a chegada do verão coloca novamente os órgãos de saúde em estado de alerta.

Chegada do verão aumenta incidência de dengue

Embora o mosquito da dengue se reproduza durante todo o ano, é no verão que a incidência dele aumenta. Isso se deve ao fato de que o calor e as chuvas criam condições mais favoráveis à reprodução. Como esse também é um período no qual saímos mais de casa, ficando mais expostos à ação deles, aumentam as chances de contaminação. 

Como o mosquito da dengue voa a cerca de meio metro do solo, as regiões mais atingidas por suas picadas são as pernas, os tornozelos e os pés – o que não impede que ele pique outras partes do corpo humano se houver oportunidade.

A saliva do Aedes aegypti contém uma substância anestésica que faz com que a picada muitas vezes não coce. Mesmo assim, esse desconforto pode surgir em alguns casos, sendo impossível distinguir a picada desse inseto da de um mosquito comum – especialmente porque também pode haver inchaço e vermelhidão, formando uma bolha no local.

Você pode fazer a sua parte adotando medidas individuais, para se prevenir das picadas, e coletivas, para diminuir os criadouros do mosquito. Elaboramos uma lista rápida com 7 ações eficazes no combate ao mosquito da dengue.

7 maneiras de combater o mosquito da dengue

Conhecendo o ciclo de vida e os hábitos do Aedes aegypti, é possível estabelecer as medidas necessárias para combatê-lo e evitar a transmissão de dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

O uso de repelentes pode reduzir as chances de ser picado, mas não tem nenhum efeito sobre a infestação de mosquitos. Por isso, é mais recomendado adotar cuidados que impeçam a reprodução do inseto por eliminar seus criadouros e complementar essas medidas com o reforço da proteção individual. Veja como fazer isso:

1. Atente-se aos vasos de plantas

Coloque areia até a borda dos pratinhos para evitar o acúmulo de água. Alternativamente, lave-os uma vez por semana com sabão e escova.

2. Livre-se de objetos que acumulam água

Dê o destino correto a latas, garrafas, potes, pneus e qualquer outro tipo de objeto que possa servir como criadouro, optando pela reciclagem sempre que possível.

3. Armazene garrafas da forma correta 

Se você deseja guardar garrafas e outros objetos que podem acumular água, armazene-os tampados ou com a boca para baixo.

4. Evite a contaminação de calhas e caixas-d’água

As calhas devem ser mantidas desobstruídas e livres de folhas e galhos, enquanto a caixa-d’água deve estar sempre bem tampada.

5. Higienize recipientes que armazenam água

Tanques, barris e tonéis utilizados para guardar água da chuva, por exemplo, devem ficar tampados e ser higienizados semanalmente com escova e sabão. As piscinas devem ser tratadas com cloro.

6. Tenha cuidado com o lixo 

Amarre bem as sacolas e deposite-as em lixeiras fora do alcance de animais. Não jogue lixo em terrenos baldios.

7. Utilize proteção individual

As medidas coletivas de proteção podem ser complementadas com cuidados como o uso de repelentes e inseticidas, a instalação de mosquiteiros e telas em portas e janelas e a preferência por roupas de mangas compridas.

Dengue pode matar: ao ter sintomas, procure um médico

Os primeiros sintomas de dengue são pouco específicos e incluem febre, dor de cabeça, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele e dores nas articulações e nos músculos, o que torna difícil diferenciar essas doenças entre si e em relação a outros males.

Por isso, além de saber como identificar o mosquito Aedes aegypti e adotar as medidas de prevenção, é preciso estar atento aos sintomas e procurar atendimento médico de emergência ou com o clínico geral, que está disponível pelo MEDPREV, para obter o tratamento mais adequado.

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