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    Saúde mental
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    10 sintomas da ansiedade noturna

    25/09/2025 • Tempo de leitura 9 min

    Revisado pelo(a)  João Carlos Camolez, CRP/PR 21360

    A ansiedade noturna é uma das condições mais frequentes na população brasileira, podendo ser um fator que contribui para o desenvolvimento de diversos problemas como os de fadiga, concentração e memória.

    Apesar de ser natural sentir ansiedade em momentos ao longo da vida, por fazer parte do sistema adaptativo e de homeostase do ser humano, o seu excesso é extremamente prejudicial, visto que pode prejudicar a saúde, principalmente em médio e longo prazo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, há um aumento de aproximadamente 25% de casos de problemas psicológicos como o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), sendo as mulheres os principais alvos dessa doença.

    Para entender melhor a ansiedade noturna e buscar ajuda profissional de psicólogos e psiquiatras, é importante conhecer seus sintomas físicos e psicológicos.

    Veja neste post os 10 sintomas da ansiedade noturna e suas principais características!

    Principais sintomas da ansiedade noturna

    Embora os sinais e sintomas da ansiedade noturna se manifestem de forma diferente para cada pessoa, devido a perfis psicológicos diferentes, alguns deles se apresentam como padrão. Confira a seguir!

    1. Insônia

    A dificuldade para dormir e a insônia são os sintomas mais comuns da ansiedade noturna, uma vez que o excesso de pensamentos dificultam o descanso da mente e o relaxamento.

    Assim, pessoas que lidam com esse problema podem demorar a pegar no sono ou acordar várias vezes durante a noite, muitas vezes, permanecendo acordadas por tempo prolongado ou até mesmo durante toda a noite, contrariando o desejo de dormir e descansar.

    Sem o descanso adequado, tanto a saúde mental quanto a física são afetadas, já que a insônia causa consequências negativas como fadiga, falta de concentração, mudanças no humor e prejuízos na qualidade de vida no geral.

    É importante saber que a insônia, para ser diagnosticada como transtorno (de acordo com o DSM-V), necessita que seus sintomas ocorram diversas noites por semana e persista por pelo menos 3 meses, mesmo em condições adequadas para dormir.

    Além disso, para o diagnóstico, essa condição não deve ser explicada por outros transtornos mentais, condições médicas ou uso de substâncias.

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    2. Preocupações excessivas

    A ansiedade noturna geralmente se manifesta através de preocupações excessivas (pensamentos obsessivos), levando a pessoa a ficar “ruminando” mentalmente temas diversos, que podem estar relacionados a assuntos como trabalho, relacionamentos, saúde ou vida financeira (entre outros, podendo surgir subitamente).

    Tais preocupações podem ser irracionais ou até mesmo desproporcionais à realidade, geralmente imaginárias e preditivas em relação ao futuro, causando angústia, dificultando o processo de adormecer e, por consequência, afetando a qualidade do sono.

    3. Pesadelos recorrentes

    Vale ressaltar que alta frequência de pesadelos também é um dos principais sintomas da ansiedade noturna, pois eles são intensos, vívidos e aterrorizantes, geralmente envolvendo situações de perigo, medo ou perda, fazendo com que a pessoa interrompa o sono.

    No entanto, tal situação faz com que as pessoas possam acordar no meio da noite com uma sensação de ansiedade intensa, taquicardia e emoções perturbadas, ficando ainda mais difícil voltar a dormir e descansar o corpo de forma adequada.

    Inclusive, algumas pessoas têm medo de voltar a dormir e retomar para o mesmo pesadelo, colaborando com o círculo vicioso da ansiedade e permanecendo em vigília forçada.

    4. Sensação de falta de ar

    Outro sintoma bastante comum da ansiedade noturna é a sensação de falta de ar ou de sufocamento.

    Há uma explicação científica sobre esse sintoma: quando há a ativação do sistema nervoso simpático, também conhecido como região responsável pela luta ou fuga, há a preparação do organismo para reagir ao perigo, o que acaba aumentando a frequência respiratória, acelerando os batimentos cardíacos, palpitações e causando a sensação de taquicardia.

    Também é importante ressaltar que essa sensação é assustadora e pode levar a um ciclo vicioso de ansiedade, já que a preocupação em respirar de forma adequada (devido à sensação de falta de ar ou sufocamento) intensifica ainda mais os sintomas ansiosos.

    5. Aumento dos batimentos cardíacos

    Como citado anteriormente, devido ao sistema nervoso simpático, responsável por responder a estímulos de perigo e tensão, sabe-se que pessoas que sofrem de ansiedade noturna relatam um aumento na frequência cardíaca durante a noite.

    Esse aumento dos batimentos cardíacos pode ser assustador para o indivíduo, tornando-se uma preocupação adicional que pode intensificar ainda mais a ansiedade, dificultando o relaxamento do corpo.

    6. Inquietação

    A inquietação também é um dos sintomas bastante presentes nas pessoas que possuem ansiedade noturna, já que elas podem se sentir agitadas ou inquietas, o que dificulta ao acomodar-se na cama.

    Assim, quem lida com esse sintoma pode ter dificuldade em encontrar uma posição confortável, além de permanecer com as pernas inquietas e até mesmo experimentar uma sensação geral de desconforto físico.

    7. Pensamentos obsessivos

    A noite é o período mais propício para que os pensamentos obsessivos possam se intensificar, tornando-se ainda mais difíceis de controlar.

    Isso ocorre, pois quando o corpo está se preparando para descansar, há a diminuição dos estímulos, abrindo espaço para esse tipo de pensamento.

    Quem lida com esse sintoma pode ficar preso em padrões de pensamentos negativos, preocupações repetitivas ou até mesmo medos irracionais, o que pode levar a um estado de ansiedade constante, dificultando o processo de adormecer.

    8. Tensão muscular

    A ansiedade noturna também pode ocasionar na tensão muscular, que pode causar dores, desconforto ou até mesmo dificuldade em relaxar de forma adequada.

    A rigidez comumente aparece na região dos ombros, pescoço e mandíbula, afetando a qualidade do sono e, até mesmo, causando o bruxismo noturno (fazendo a pessoa ranger excessivamente, causando dores na mandíbula ou dor de cabeça durante o dia).

    É importante considerar que tensões podem levar à irritabilidade diurna, ou seja, dificuldade de controlar a raiva frente aos eventos frustrantes que ocorrem, desencadeando momentos de reações explosivas desproporcionais.

    9. Solidão

    O período da noite é um dos momentos em que muitas pessoas se sentem sozinhas, seja por falta de uma companhia, seja por estarem desconectadas de outras pessoas.

    Mesmo quando se está fisicamente acompanhado, pode-se sentir sozinho, inclusive, devido à diminuição de tarefas, estímulos externos do ambiente, movimento e barulho.

    Além disso, como a madrugada, comumente, é o período de descanso para muitas pessoas, há maior dificuldade em buscar ajuda.

    Por essa razão, pode haver o agravamento da ansiedade e a sensação de sobrecarga emocional.

    10. Fadiga e exaustão durante o dia

    A fadiga é um dos sintomas mais evidentes em pessoas que possuem ansiedade noturna, sendo muitas vezes o resultado de outros sintomas, como o excesso de pensamentos durante a noite e a insônia.

    É importante lembrar que a fadiga é a dificuldade de iniciar e sustentar (manter) uma atividade devido à falta de energia, sendo acompanhada por um desejo intenso de dormir e descansar, ocorrendo sempre após um considerado tempo de esforço físico ou um processo de estresse prolongado (ou, ainda, de privação de sono reparador).

    Às vezes, o cansaço é tão excessivo que, mesmo após dormir, a pessoa sente-se cansada e sem energia para enfrentar o dia.

    O que é ansiedade noturna?

    A ansiedade noturna é um fenômeno no qual os sintomas de ansiedade se intensificam durante a noite, dificultando o processo de adormecer e impedindo o descanso adequado do corpo.

    É importante entender que a ansiedade noturna e o transtorno de ansiedade são disfuncionalidades diferentes, podendo estar relacionadas.

    O transtorno de ansiedade, segundo o DSM-V, apresenta características de medo e ansiedade em excesso, assim como perturbações comportamentais, específicas ou relacionadas.

    É preciso ressaltar também, que esse tipo de ansiedade pode afetar qualquer faixa etária e pode ainda estar associada a diferentes transtornos psicológicos, (comorbidades), tais como:

    • transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
    • síndrome do pânico;
    • depressão;
    • transtorno de estresse pós-traumático (TEPT);
    • fobias específicas.

    Como controlar os sintomas da ansiedade?

    É fundamental destacar a importância de procurar um atendimento profissional e especializado para diagnosticar e tratar a ansiedade.

    Os profissionais da área, tais como psicólogos e psiquiatras, podem indicar os cuidados e tratamentos de acordo com a gravidade do paciente.

    Para melhorar o quadro de saúde, pode ser orientado desde a adoção de hábitos saudáveis até o tratamento medicamentoso.

    Porém, é preciso estar ciente de que ansiedade não poder controlada, mas administrada para mantê-la funcionando dentro do quadro necessário e satisfatório.

    Em conjunto com a avaliação e acompanhamento profissional, também podem ser adotadas medidas complementares, como:

    • praticar exercícios físicos;
    • estabelecer uma rotina de sono consistente;
    • criar um ambiente propício ao sono (tranquilo e organizado, por exemplo);
    • praticar técnicas de relaxamento como o mindfulness (técnica para atingir um estado de presença e consciência intencional do corpo e da mente, emoções, pensamentos e sensações físicas, no aqui e agora);
    • limitar a exposição a estímulos antes de dormir (como dispositivos eletrônicos e telas);
    • dedicar-se a um hobby.

    Como identificar a ansiedade noturna?

    É um grande desafio identificar a ansiedade noturna, já que cada indivíduo possui sua própria rotina e enfrenta diversos problemas ao longo do dia (até mesmo temas existenciais mal resolvidos do passado que a pessoa mantém carregando no tempo presente, ruminando recorrentemente).

    Porém, através de consultas, avaliação dos sintomas e descarte de outras condições de saúde que podem estar relacionadas à ansiedade noturna, é possível diagnosticar o problema.

    É de extrema importância sempre procurar um profissional da saúde, como psicólogos e psiquiatras, para evitar o agravamento da ansiedade e prevenir novos sintomas.

    Causas da ansiedade noturna

    As causas da ansiedade noturna são variadas, com implicações complexas, já que as pessoas expostas a diversos fatores podem desencadear essa condição ou até mesmo contribuir para sua piora.

    Entretanto, entre alguns dos fatores que podem desencadear esse problema de saúde mental, estão:

    • estresse e pressão do dia a dia;
    • falta de uma rotina de sono;
    • excesso de preocupações;
    • pensamento acelerado;
    • outros transtornos mentais;
    • problemas hormonais;
    • traumas passados;
    • síndrome de burnout;
    • falta de hábitos saudáveis;
    • necessidade ou “vício” de se levantar de madrugada.

    Vale ressaltar que a ansiedade noturna pode ser causada também por uma combinação de fatores físicos, psicológicos e ambientais.

    Conclusão

    Como mostrado no post sobre os 10 sintomas da ansiedade noturna, embora esse problema de saúde mental possa causar prejuízos para o bem-estar do indivíduo, ao ser diagnosticado, pode ser tratado.

    Por essa razão, é recomendado buscar ajuda profissional de especialistas como psiquiatra ou psicólogo ao notar os sintomas, aumento da sua frequência e intensidade.

    Quando não tratada, a ansiedade noturna pode desencadear problemas e doenças que afetam a saúde mental e física, como perda da memória, dificuldade de concentração e diminuição da energia, hipertensão e doenças cardíacas, doenças autoimunes (devido ao enfraquecimento do sistema imunológico), riscos de acidentes (devido à falta de atenção e reflexos lentificados), irritabilidade e mau humor, entre outros.

    Fonte: DSM V - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais [recurso eletrônico]: DSM-5 / [American Psychiatric Association] – 5. ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre: Artmed, 2014.