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Qual é a eficiência das máscaras de tecido?

As máscaras de tecido são responsáveis por evitar que o número de infectados por coronavírus seja ainda maior do que o atual. Essa é a conclusão de um estudo realizado […]

As máscaras de tecido são responsáveis por evitar que o número de infectados por coronavírus seja ainda maior do que o atual. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos.

Além disso, as máscaras de pano também contribuem para que em caso de infecção o vírus se manifeste de forma mais branda. Em outras palavras, por mais que algumas situações peçam o uso de máscaras mais eficientes, utilizar uma máscara de pano é comprovadamente melhor do que não utilizar nenhum tipo de proteção.

Para que servem as máscaras?

Há dois fatores que tornam as máscaras fundamentais durante a pandemia de coronavírus. Primeiro, elas reduzem as chances de que pessoas contaminadas espalhem no ambiente gotículas carregadas de vírus, que são expelidas pela boca ou pelo nariz. Usuários assintomáticos representam mais de 50% dos casos de transmissão e, por essa razão, é fundamental que todos estejam protegidos.

Do ponto de vista de quem está diante de uma pessoa com máscara, o acessório ajuda a reduzir a inalação dessas gotículas, evitando ainda que elas entrem em contato com as mucosas. Em resumo: o índice de proteção de duas pessoas de máscara é significativamente maior do que quando apenas uma delas ou nenhuma estão de máscara.

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Qual máscara de tecido é a mais recomendada?

A eficiência de uma máscara de tecido depende de uma série de fatores. Entre eles, podemos mencionar as camadas de tecido, o material utilizado e a densidade dos fios. Se a sua máscara de pano tiver mais de uma camada, é bem provável que ela seja mais eficiente do que outras com apenas uma camada de tecido.

Tecidos híbridos como algodão-seda, algodão-chiffon ou algodão-flanela chegam a ter eficiência de 80% para partículas de aerossol menores do que 300 nanômetros e 90% para partículas maiores do que 300 nanômetros. Elas oferecem maior proteção em relação aos modelos de algodão, seda natural ou chiffon, apenas para citar alguns dos materiais mais comuns utilizados.

No caso das máscaras de algodão, o tecido mais comum utilizado na fabricação de máscaras caseiras, recomenda-se a escolha de opções com densidades mais altas de fios: quanto maior o número de fios, maior será a eficiência na filtragem. Opte pelos modelos com tramas mais justas e menor porosidade.

Por fim, considere ainda que o ajuste da máscara ao rosto é fundamental. Tanto as laterais quanto a parte sobre o nariz não devem ter aberturas, pois essas entradas facilitam o acesso das gotículas às mucosas. O ajuste ao rosto é um fator fundamental: mesmo uma máscara profissional pode ter pouca eficácia se não for colocada corretamente.

Eu preciso de uma máscara de uso profissional?

Se você tiver condições de adquirir máscaras de uso profissional, como a N95 ou a PFF2, saiba que elas são mais eficientes do que as máscaras de tecido convencionais. Elas são as mais indicadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) devido ao fato de terem mais camadas, sendo uma delas absorvente e outra filtrante. Mesmo as máscaras cirúrgicas, que parecem mais finas, têm proteção maior, pois contam com polímeros que ajudam na capacidade de filtragem. 

Se você possui uma máscara de uso profissional, priorize a utilização dela especialmente quando estiver em ambientes fechados ou com maior número de pessoas. Para ir até o portão pegar uma entrega de delivery, por exemplo, a máscara de tecido é suficiente, mas para ir ao supermercado, opte por aquele que oferecer o maior índice de proteção.

Por fim, não se esqueça que as máscaras de tecido devem ser higienizadas após o uso. Deixe-a de molho na água com sabão por cerca de 15 minutos. Depois, esfregue e enxague a máscara, e deixe-a no sol para que seque bem. 

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Continue tomando todos os cuidados necessários para se proteger do coronavírus. Além da máscara, lave as mãos com água e sabão ou álcool gel sempre que tocar em uma superfície e evite ambientes com aglomeração de pessoas. Na dúvida, agende uma consulta via Medprev e consulte um médico para obter orientações mais precisas sobre o que fazer em caso de suspeita da doença.

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