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    Exame dermatológico para piscina: como é feito?

    25/09/2025 • Tempo de leitura 5 min

    Revisado pelo(a)  Ana Laura Sanches Pandori, CRM/SP 217553

    Acessar espaços em clubes, por exemplo, pode ser um verdadeiro desafio se não há a autorização ou a possibilidade de realizar o exame médico para usar piscinas.

    Embora o exame exigido para fazer uso de locais como clubes, resorts, parque aquáticos, termas, academias e até mesmo condomínios possa parecer desnecessário, na verdade, é um procedimento crucial para garantir a qualidade da água e preservar a saúde de todos os banhistas, principalmente das crianças.

    Você quer saber mais sobre o exame dermatológico para piscina: como é feito e a sua importância? Confira o conteúdo a seguir!

    A importância do exame médico para usar piscinas

    Mais do que recreação e lazer, a piscina é um excelente local para a prática de atividades físicas para todas as idades, seja durante a aula de natação ou de hidroginástica.

    Porém, apesar de seus benefícios, a utilização das piscinas exige alguns cuidados, pois elas podem ser um meio muito propício para a transmissão de doenças, especialmente infecções causadas por fungos (como as micoses), bactérias e vírus.

    Embora a aplicação de cloro na higienização da piscina ajude a eliminar esses microrganismos e a reduzir o risco de contágio, a transmissão ainda pode acontecer em lugares que estão continuamente úmidos, como vestiários, duchas, chuveiros e lava-pés.

    Assim, além de realizar o tratamento da água, é dever dos clubes e de outros locais responsáveis pela manutenção de piscinas adotar medidas como exigir um exame médico de todos os seus frequentadores (incluindo banhistas e empregados), de modo a evitar o acesso de pessoas com doenças de pele contagiosas e prevenir a disseminação dessas infecções.

    Como é feito o exame necessário para fazer uso das piscinas?

    O exame trata-se de uma avaliação dermatológica simples, mas fundamental para preservar a integridade dos banhistas.

    A sua realização é indolor e deve ser feita por um médico especialista, o que possibilita que manchas e/ou outras alterações possam ser identificadas a olho nu.

    De acordo com o Conselho Federal de Medicina, embora a recomendação seja de realizar o exame a cada três meses em pessoas com a saúde em dia, é possível haver variações de acordo com o regulamento do administrador da piscina correspondente.

    Muitas vezes, os clubes e complexos aquáticos oferecem esse serviço no próprio local. Nesse caso, ele sempre deve ser realizado em uma sala que ofereça as mesmas condições do consultório, incluindo:

    • privacidade;
    • temperatura confortável;
    • iluminação adequada.

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    Para que o médico possa realizar o exame, os frequentadores devem ser orientados a comparecer utilizando trajes de banho e sem maquiagem ou esmalte.

    O procedimento objetiva encontrar lesões que indiquem uma micose ou outro tipo de infecção, sendo necessária a inspeção de mãos, pés, unhas, espaços entre os dedos, orelhas, axilas, virilhas e tronco, por exemplo.

    Para diferenciar uma doença contagiosa de sinais inofensivos na pele, o médico considera a presença de manchas, cicatrizes, nódulos ou placas, e avalia características como cor, textura, formato e distribuição pelo corpo.

    Caso seja identificada uma infecção, como micose de unha e de pés (frieira), candidíase inguinal (nas virilhas), foliculite e impetigo, entre outras, o paciente não obterá a permissão para utilizar a piscina, devendo ser encaminhado para o tratamento adequado.

    Dicas e cuidados para evitar doenças transmitidas em piscinas

    Existem alguns cuidados que podem ser seguidos para reduzir o risco de contrair uma doença infecciosa em piscinas e aproveitar o verão com muita saúde. Conheça os principais:

    • Observar as condições de higiene da piscina - água cristalina e que permite a visualização do fundo é sinal de piscina limpa, enquanto água turva indica que pode haver contaminação. Além disso, as bordas e os azulejos não devem apresentar lodo nem estar escorregadios ou pegajosos;
    • Verificar se a água está sendo filtrada - procure identificar se há barulho proveniente do motor de filtragem, o que indica que a água da piscina está constantemente passando por filtros que retêm grande parte das impurezas;
    • Utilizar chinelos fora da água - locais que estão sempre úmidos, como vestiários, saunas, chuveiros e lava-pés, são favoráveis à multiplicação de microrganismos, por isso, sempre utilize chinelos ao frequentá-los. Essa dica também vale ao caminhar ao redor da piscina, pois o cloro evapora rapidamente nessa região, permitindo a proliferação de fungos;
    • Evitar o contato direto com cadeiras - as espreguiçadeiras que ficam em volta da piscina e as bancadas das saunas também podem abrigar microrganismos causadores de doenças. Para se prevenir, cubra-as com uma toalha ou canga antes de se sentar;
    • Não compartilhar objetos de uso pessoal - itens, como toalhas, escovas, pentes, bonés e chinelos, não devem ser compartilhados, pois eles podem servir como meio de transmissão de doenças;
    • Passar pela ducha antes e depois de usar a piscina - as duchas disponíveis devem ser utilizadas tanto para remover impurezas do corpo antes de entrar na água quanto para eliminar contaminantes ao sair dela;
    • Tomar banho assim que possível - além da ducha, é indicado tomar um banho completo o mais rápido possível depois de sair da piscina, pois isso ajudará a remover microrganismos que tenham se instalado na pele. Além disso, é indicado evitar permanecer com a roupa de banho molhada por muito tempo, o que também favorece as infecções;
    • Fazer o tratamento completo em caso de doença - o tratamento de frieiras dura cerca de 3 meses, enquanto o de micoses de unha leva até 6 meses para as mãos e 12 meses para os pés. Mesmo que haja uma melhora aparente, o uso dos medicamentos deve ser mantido conforme a orientação médica, pois o fungo pode voltar ainda mais forte.

    Além dessas dicas, é essencial fazer o acompanhamento da saúde com um profissional como o dermatologista para se preparar para o verão e prevenir possíveis problemas.

    Conclusão

    Como mostrado no post "Exame dermatológico para piscina: como é feito?", para manter a saúde, principalmente no lazer durante períodos quentes, é preciso tomar alguns cuidados.

    Antes de usar locais como piscinas e outros espaços compartilhados como este, é essencial obter a autorização de um médico.

    Assim, não só quem se diverte, mas todos em volta podem aproveitar os momentos com tranquilidade.

    Inclusive, também é recomendado consultar-se com o clínico geral ou dermatologista ao notar qualquer sinal ou sintoma de doenças dermatológicas, como manchas, descamações e coceiras.

    Fonte(s): BBC.