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    10 cuidados para evitar o surgimento de micoses no verão

    25/09/2025 • Tempo de leitura 5 min

    Revisado pelo(a) Dra. Bárbara Ponce, CRM/MA 8911

    A chegada do verão potencializa o surgimento de problemas de pele, entre eles, as micoses.

    A maioria dos casos não se desenvolve de maneira mais grave, contudo, as micoses podem causar incômodos e persistir por mais tempo, principalmente quando não são tratadas de forma correta.

    Essa doença afeta com maior frequência os pés, a virilha e o couro cabeludo e, devido às temperaturas mais altas e à umidade (que favorecem a proliferação de fungos), é preciso tomar alguns cuidados especiais nessa época do ano.

    Ao notar os seus sintomas, é preciso buscar a orientação de um médico, como o clínico geral ou o dermatologista, para diagnóstico e tratamento adequados.

    Saiba mais sobre o assunto e os 10 cuidados para evitar o surgimento de micoses no verão a seguir!

    O que é micose?

    As micoses incluem todas as infecções por fungos que atingem a pele, as unhas e o couro cabeludo.

    Elas estão entre as doenças mais comuns do verão porque essa estação do ano oferece calor e umidade, duas condições que favorecem a reprodução desses microrganismos.

    As infecções fúngicas mais frequentes nessa época do ano incluem:

    • "pano branco” (pitiríase versicolor);
    • “frieira ou pé de atleta” (Tinea pedis);
    • micose de unha (onicomicoses).

    Outros tipos comuns de micose

    Os tipos de micose podem variar, inclusive, de acordo com a área do corpo afetada. Conheça algumas abaixo.

    Cândida

    A cândida trata-se de um fungo que afeta principalmente as regiões: oral (de crianças e idosos) e íntima (das mulheres), especialmente em pessoas com imunidade baixa ou expostas a ambientes propícios à manifestação e proliferação do fungo (úmidos e quentes).

    A cândida oral é popularmente conhecida como “sapinho” e se manifesta das seguintes formas:

    • aftas;
    • sensação de ardor;
    • placas esbranquiçadas na boca e na bochecha, podendo evoluir para a região das amígdalas, garganta e esôfago se não for tratada corretamente.

    Ela é principalmente verificada em crianças ou pessoas que tenham seu sistema imune comprometido, como em casos de gripes, doenças crônicas e pacientes HIV positivos.

    Quando acomete a região íntima, por exemplo, a doença se chama .

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    candidíase

    Vale ressaltar que a cândida já é um fungo presente naturalmente na microbiota íntima das mulheres, mas quando há alguma alteração de imunidade ou da acidez na região, ela pode se proliferar, gerando como sintomas:

    • coceira intensa;
    • corrimento esbranquiçado “grumoso”, sem dor ou cheiro.

    Por isso, é muito importante, ao usar trajes de banho (biquínis, maiôs ou sunga) após banhos de mar e piscina, sempre mantê-los secos, trocá-los e higienizá-los para que a umidade do tecido não torne a região propícia para o desenvolvimento do fungo.

    Tinea cruris ou micose na virilha

    A Tinea cruris, ou micose na virilha, é uma infecção fúngica que se manifesta na pele dos órgãos genitais, do interior das coxas ou das nádegas.

    Essa condição ocorre mais frequentemente ao usar roupas apertadas ou que retêm a umidade e o suor.

    Os principais sintomas da micose na virilha são:

    • coceiras;
    • pequenas placas arredondadas (em forma de anel) ou semelhantes a assaduras (quando em região de dobras das coxas), em grande parte avermelhadas.

    Frieira

    Já nos pés, a forma mais comum de micose é a frieira. Elas surgem entre os dedos dos pés e têm como característica a descamação da pele, causando sintomas como mau cheiro, pele esbranquiçada e coceira. É também conhecida popularmente como “pé-de-atleta”.

    Tinea capitis ou micose do couro cabeludo

    Quando a micose se manifesta no couro cabeludo, é conhecida como Tinea capitis, ou micose do couro cabeludo (capilar).

    Esse tipo de fungo é mais comum em crianças e tem como sintomas:

    • coceira;
    • falhas no couro cabeludo (queda de cabelos em formatos arredondados);
    • placas secas;
    • aumento da descamação (mais conhecido como “caspa”);
    • dor discreta ou vermelhidão na região.

    O quadro pode ser revertido completamente se o tratamento for iniciado a tempo e da forma correta.

    Tinea da unha ou onicomicose

    Menos comum, a micose que se desenvolve nas unhas é chamada de tinea da unha, ou onicomicose.

    Nesse caso, os fungos provocam alterações na cor da unha, descolamento e quebras, além de deformações.

    O seu tratamento, geralmente, é mais longo, podendo durar até um ano.

    10 cuidados para evitar o surgimento de micoses no verão

    Os cuidados para prevenção de micoses devem ser observados durante todo o ano, mas em períodos de temperaturas mais elevadas, a atenção precisa ser redobrada.

    Confira algumas dicas que ajudam a evitar as micoses abaixo.

    • use chinelos e calçados arejados em locais que ficam constantemente úmidos, como saunas, vestiários, áreas ao redor da piscina e duchas coletivas. Evite andar descalço;
    • coloque uma toalha ou esteira na areia antes de se sentar ou de permitir que as crianças entrem em contato diretamente com ela;
    • cubra superfícies (como espreguiçadeiras e bancadas de sauna) com uma canga ou toalha antes de se sentar;
    • tome uma ducha de água limpa logo que sair do mar ou da piscina para remover parte das impurezas que se depositam na superfície da pele;
    • tome um banho completo e troque as roupas molhadas por peças secas e limpas assim que possível;
    • seque-se muito bem depois do banho, especialmente nas regiões de dobras de pele, como axilas, virilhas e entre os dedos dos pés. Se necessário, utilize um secador;
    • não lave os cabelos muito próximo da hora de dormir, pois o contato do cabelo molhado com as roupas de cama pode abafar a região e favorecer o surgimento de fungos no couro cabeludo;
    • dê preferência a calçados ventilados e confortáveis e evite passar muito tempo com modelos fechados, principalmente em dias quentes;
    • evite usar o mesmo calçado por dois dias seguidos. O ideal é limpar os sapatos depois de cada uso e guardá-los em local arejado;
    • não empreste objetos de uso pessoal, como toalhas, meias, chinelos, alicates de unhas, capacetes, chapéus e bonés, pois eles podem transmitir fungos de uma pessoa para outra.

    Ainda que as micoses não sejam, em sua grande maioria, graves, é importante procurar a orientação de um médico clínico ou dermatologista em caso de surgimento de algum sintoma.

    Conclusão

    Conhecer os 10 cuidados para evitar o surgimento de micoses no verão pode ajudar a prevenir os sintomas da doença, principalmente em períodos mais quentes.

    Também é importante lembrar que, ao notar alterações na pele, é essencial buscar a orientação do clínico geral ou dermatologista para o tratamento adequado, uma vez que a micose exige cuidados e tratamento contínuos para uma recuperação completa.

    Aproveite o verão com responsabilidade!