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    Autocrítica excessiva pode causar ansiedade ou depressão?

    02/02/2026 • Tempo de leitura 6 min

    Revisado pelo(a) Dra. Claudia Eliane Massola, CRP/SP 06141519

    A autocrítica pode trazer pontos positivos quando ela vem acompanhada do reconhecimento dos erros e da busca pela melhoria interna. Contudo, a autocrítica excessiva pode levar a questionamentos desnecessários, desencadeando baixa autoestima.

    Se uma pessoa se cobra constantemente e espera de si mesma a perfeição, ela pode perder a autoconfiança e a autoestima, uma vez que essa é uma idealização inalcançável.

    Quer saber mais sobre o assunto? Descubra se a autocrítica excessiva pode causar ansiedade ou depressão, a seguir.

    O que é autocrítica excessiva?

    A autocrítica excessiva é aquela que foge à percepção dos próprios erros, provocando um sentimento de infelicidade, frustração e culpa com os resultados de ações ou falta delas.

    Quando a percepção da responsabilidade e da consequência das ações começa a provocar dor emocional e desmotivação, a autocrítica supera os limites aceitáveis.

    Isso ocorre porque, em vez de estimular a pessoa a seguir em frente, trabalhando melhor suas oportunidades, ela provoca vergonha por ter errado e/ou se equivocado.

    Qual é a relação da autocrítica excessiva com a ansiedade e depressão?

    A autocrítica excessiva afeta a autoestima da pessoa e provoca uma série de sentimentos ruins.

    Por isso, ela pode contribuir para o desenvolvimento de transtornos como ansiedade e depressão.

    Ansiedade

    Uma pessoa com autocrítica excessiva possui uma cobrança interna muito grande para sempre acertar.

    Assim, está constantemente avaliando e reavaliando suas próprias ações, pensando em como elas poderiam ser diferentes.

    Ao focar nessa narrativa de que sempre poderia melhorar e nada do que faz está bom o suficiente, o indivíduo começa a se preocupar de forma contínua.

    A possibilidade de errar passa a provocar medo de ser julgada, desencadeando ansiedade.

    Quando este problema perdura por muito tempo, a ansiedade passa a ser uma constante, podendo se tornar crônica.

    Depressão

    Quando uma pessoa começa a se questionar incansavelmente sobre suas falhas, mantendo padrões inalcançáveis, pode passar a conviver com um sentimento de insuficiência que, ao longo do tempo, tem potencial para evoluir para uma depressão.

    Isso porque a autocrítica excessiva leva a pensamentos de fraqueza, de fracasso, frustração, insegurança e incapacidade.

    Com essa imagem de si mesma, uma pessoa pode se sentir triste e desesperançosa, lidando com outros sintomas negativos que levam à depressão.

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    Além da ansiedade e da depressão, a autocrítica excessiva pode provocar transtornos como a fobia social, distúrbios alimentares e problemas como:

    • baixa autoestima;
    • estresse;
    • comportamentos negativos;
    • pensamentos suicidas.

    Quais são os sinais da autocrítica?

    Eliminar a autocrítica excessiva é uma necessidade para evitar problemas mentais e emocionais. Mas, para fazer isso, é preciso aprender a identificá-la.

    A seguir, confira os sinais de que há exagero na visão e avaliação que uma pessoa tem de si mesma:

    • Adotar posturas perfeccionistas, visando acertar completamente o que faz ou deixa de fazer, e encontrando os mínimos erros nas suas ações e atividades, para invalidar suas atitudes;
    • Achar que sempre está errada, o que a leva a se desculpar constantemente com as pessoas;
    • Deixar de fazer atividades que são necessárias ou que se tem vontade de fazer, por acreditar que será um fracasso;
    • Fazer comparações constantes com outras pessoas, sob a perspectiva de elas estarem sempre à frente e fazendo tudo certo;
    • Não se sentir bem e feliz com as próprias conquistas por achar que não fez o suficiente para merecê-las, ou que foi sorte;
    • Se apegar aos erros, mesmo que sejam insignificantes;
    • Se culpar por resultados que impactam sua vida, mesmo sem ter responsabilidade por eles ou não poder mudá-los;
    • Ter dificuldade para aceitar elogios por não acreditar que os merece ou por achar que eles não são genuínos;
    • Ter medo de opinar em conversas, sejam elas profissionais, com conhecidos ou com pessoas muito íntimas, por medo de julgamento.

    Como lidar com a autocrítica?

    É importante utilizar a autocrítica de forma saudável, com equilíbrio, aproveitando-a para melhorar diferentes aspectos da vida.

    Além disso, é preciso entender que há um limite aceitável para pensar sobre os erros, refletir, avaliar e aprender a não cometê-los mais.

    Se a autocrítica não está levando a essa melhoria e está causando dor, ela precisa ser repensada.

    Lembre-se de que errar faz parte da condição humana, ou seja, é inevitável.

    Outro ponto importante é se atentar ao perfeccionismo, e perceber se as autocobranças são realistas.

    Muitas vezes, as críticas feitas são infundadas e atuam somente como promotoras de sentimentos negativos.

    Diferenciar esses pensamentos, e buscar um fundamento lógico para eles, é essencial para filtrar pontos que precisam, de fato, de atenção, daqueles que são somente preocupações irrelevantes.

    Quando procurar ajuda profissional?

    É indicado buscar ajuda sempre que houver autocobrança excessiva em um nível significativo, ou seja, quando o problema passa a interferir na rotina da pessoa e no seu bem-estar.

    Se ela começa a deixar de vivenciar certas situações por medo de errar, evita conversar com pessoas (até mesmo próximas) para não ser julgada, isso indica a necessidade de acompanhamento profissional, por meio de uma consulta psicológica.

    Com o tempo, esses sentimentos negativos podem levar a problemas como insônia e alterações no apetite, afetando a saúde física, além da mental.

    Lidar com a pressão interna pode, inclusive, contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais.

    Por isso, um psicólogo é o profissional ideal para auxiliar o indivíduo na mudança de padrões de comportamento e ações.

    Com técnicas específicas, ele pode intervir até que o paciente desenvolva capacidade de diferenciar o ideal do possível, minimizando a autocobrança do que ela espera que aconteça.

    Além disso, ele pode ensinar o paciente a gerir o estresse e a promover um diálogo interno que não seja autodepreciativo e que impulsione sua melhora constante.

    FAQ (Perguntas frequentes)

    Abaixo estão perguntas feitas comumente por pessoas que buscam entender as causas e consequências da autocrítica excessiva.

    O que é excesso de autocrítica?

    O excesso de autocrítica ocorre quando a análise dos próprios comportamentos ultrapassa o limite saudável, e passa a provocar culpa constante, desânimo e sensação de fracasso.

    Esse padrão de pensamento deixa de ser um estímulo à melhora e se torna um obstáculo emocional, gerando sofrimento e paralisando ações por medo de falhar novamente.

    Como se livrar da autocrítica?

    Superar a autocrítica exagerada exige reconhecer os limites entre aprender com os erros, e se punir por eles.

    É necessário desenvolver consciência sobre os próprios pensamentos, questionar padrões irrealistas, identificar gatilhos emocionais e adotar atitudes mais equilibradas e racionais.

    O que é autocrítica em psicologia?

    Na psicologia, a autocrítica é entendida como a capacidade de refletir sobre as próprias atitudes e falhas, buscando crescimento e evolução pessoal.

    Quando equilibrada, contribui para o amadurecimento emocional; porém, quando intensificada, pode se transformar em um padrão mental nocivo, afetando a autoestima, motivação e bem-estar.

    O que é perfeccionismo autocrítico?

    Esse tipo de perfeccionismo se caracteriza pela exigência constante de resultados impecáveis, e pela desvalorização do que foi feito diante de qualquer falha, mesmo mínima.

    Está diretamente ligado à autocrítica intensa, levando ao medo de errar, à insatisfação crônica com o desempenho pessoal e à dificuldade de reconhecer conquistas como legítimas.

    O que é autocrítica destrutiva?

    Autocrítica negativa é aquela que, em vez de contribuir para o crescimento, gera insegurança e desvalorização, pois a pessoa não aceita quando algo não atinge o objetivo esperado.

    Ela atinge diretamente a autoestima, levando a pessoa a focar apenas nos erros ou falhas, sem oferecer direcionamentos úteis ou apoio construtivo.

    Conclusão

    Como mostrado neste post "Autocrítica excessiva pode causar ansiedade ou depressão?", quando a autocobrança acontece de forma recorrente e atrapalha diferentes aspectos da vida, precisa de atenção.

    Aceitar que tudo nem sempre é feito corretamente, além de se comparar constantemente com os outros, pode prejudicar a autoestima, autoconfiança e até potencializar o desenvolvimento de problemas mentais e físicos.

    Qualquer sinal de sofrimento emocional precisa ser avaliado e acompanhado por um profissional, como o psicólogo.