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Revisado pela Equipe de Redação da Medprev
Há uma série de recomendações sobre qual é a quantidade de alimento adequada diariamente, de acordo com o objetivo da pessoa.
Embora não haja um número exato, uma vez que diversos fatores impactam nessa definição, há algumas estratégias que podem ser seguidas, seja para engordar, emagrecer ou manter o peso.
Quer descobrir quantas refeições por dia são ideais? Confira o post completo a seguir.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que sejam feitas aproximadamente 6 refeições por dia.
Se considerar que uma pessoa dorme 8 horas e que cada refeição é feita a cada 3 horas, é este o número obtido.
Nutricionistas também podem indicar que uma pessoa coma 3 vezes ao dia para controlar sua fome e até manter uma dieta mais equilibrada.
Assim, uma pessoa que quer perder peso, por exemplo, ao comer alimentos de baixo valor calórico, pode conseguir manter a dieta se comer mais vezes ao dia, devido à saciedade.
Mas para seguir esse padrão de dieta, é importante fazer acompanhamento com um nutricionista, uma vez que o planejamento alimentar precisa ser feito por um profissional.
Comer mais vezes ao dia deve considerar as exigências nutricionais do organismo e metabolismo individualmente.
Além disso, é preciso avaliar a taxa metabólica basal e características de cada pessoa, como peso, altura, sexo, hormônios, entre outros.
Portanto, ainda que a alimentação a cada três horas possa ser benéfica, é preciso considerar os aspectos que afetam o relógio biológico, por exemplo.
Então, conclui-se que pode ser certo comer a cada 3 horas, mas que isso depende da necessidade de cada um.
É importante ressaltar também que, ao pensar em uma dieta equilibrada, é mais importante considerar que a qualidade é tão e até mais importante do que a quantidade.
É por isso que, independente de se alimentar 3 ou 6 vezes ao dia, é preciso controlar os alimentos e fazer uma boa gestão de calorias.
É possível fazer apenas 3 refeições por dia se elas estiverem de acordo com a necessidade da pessoa.
Muitas vezes, a fome só é sentida a cada 5 horas; em outros casos, a rotina não possibilita se alimentar a cada 3 horas.
Ao comer 3 vezes ao dia, é necessário garantir que as refeições sejam suficientes para satisfazer e nutrir até o próximo horário de se alimentar.
Do contrário, a pessoa pode ingerir uma quantidade de calorias maior do que o recomendado devido à intensidade da fome, por exemplo.
Ninguém pode definir sozinho quantas refeições por dia são ideais e nem quais comidas ingerir nelas.
Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.
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Isso varia conforme os hábitos da pessoa, seus objetivos (como ganhar ou perder peso), seu metabolismo, restrições alimentares (como doença celíaca), além de uma série de outros fatores.
A única forma de estabelecer uma dieta adequada é procurando um nutricionista que, por meio de avaliação completa de cada pessoa, formulará um plano alimentar.
Independentemente de quantas refeições por dia uma pessoa faz, ela precisa se alimentar de forma estratégica.
A qualidade dos alimentos é mais importante do que a frequência com que se come.
O ideal é sempre consumir menos açúcares, sódio, gordura e industrializados e inserir alimentos saudáveis no dia a dia, como:
Portanto, qualquer que seja o número de vezes escolhido para se alimentar por dia, o importante é que o corpo obtenha todos os nutrientes necessários para funcionar perfeitamente. Por isso, é indicado ir a um nutricionista e realizar um plano alimentar personalizado.
O jejum intermitente ganhou força nas redes sociais, especialmente por pessoas que desejam perder peso.
Ele consiste em comer durante 8 horas de um dia e fazer jejum durante grandes intervalos, como após 16 horas, por exemplo.
A ideia é comer ao longo do dia, em um período pré-determinado de 8 horas seguidas, para no final da tarde ou no início da noite realizar o jejum (somente líquidos como água são permitidos).
Assim, a maior parte do jejum acontece enquanto a pessoa ainda está dormindo, facilitando o controle da fome.
Em geral, pessoas que fazem jejum podem incluir na sua dieta nutrientes como fibras, proteínas e gorduras boas, porque oferecem maior saciedade.
Também é importante não deixar de se hidratar adequadamente, pois o organismo pode, muitas vezes, confundir sede com fome.
A alimentação feita no período de jejum pode variar conforme a pessoa, então é fundamental que haja indicação e acompanhamento profissionais.
Isso porque o jejum intermitente pode desencadear sintomas, como:
Portanto, para adotar essa estratégia de forma saudável, é necessário que tanto a alimentação quanto o período de jejum respeitem as necessidades e limitações de cada pessoa.
A seguir, acompanhe algumas perguntas feitas com frequência por quem se interessa em saber quantas refeições por dia são ideais!
A quantidade ideal de refeições diárias varia conforme a rotina, os objetivos e o metabolismo de cada pessoa.
Por isso, o ideal é que um nutricionista avalie essas condições antes de definir um plano alimentar.
Dependendo da idade, desde que sejam equilibradas, atendam às necessidades nutricionais e energéticas do corpo, três refeições podem ser suficientes.
A quantidade correta depende de fatores como peso, altura, idade, nível de atividade física e condições de saúde.
Um nutricionista pode calcular essas necessidades e orientar de forma personalizada.
Restrições alimentares podem levar à falta de energia, queda de imunidade e perda de massa muscular.
O ideal é que qualquer redução calórica seja feita com um nutricionista.
O intervalo entre as refeições pode ser de 3 a 5 horas, dependendo das necessidades do organismo, metabolismo, hábitos e objetivos de cada pessoa.
Ambas as estratégias podem ser saudáveis se bem orientadas, mas os efeitos variam para cada pessoa.
Manter uma alimentação balanceada, praticar atividade física regularmente, dormir bem e beber bastante água são fatores que contribuem para acelerar o metabolismo.
Pular refeições pode desacelerar o metabolismo e aumentar a fome nas próximas refeições, o que pode levar ao ganho de peso. O ideal é manter uma alimentação equilibrada e regular.
Frutas, legumes, verduras, ovos, azeite de oliva, castanhas, aveia, iogurte natural, arroz integral, feijão, chia, linhaça, abacate, cenoura, batata-doce, couve, espinafre, frango, peixes e tofu são exemplos de alimentos nutritivos e benéficos para o corpo.
Comer com essa frequência pode ajudar a manter o nível de energia, controlar a fome, evitar excessos e auxiliar no equilibrio da dieta.
A alimentação com intervalos tão curtos pode sobrecarregar o sistema digestivo e causar desequilíbrios nutricionais.
Por isso, esse padrão só deve ser seguido se houver necessidade clínica e acompanhamento especializado.
Uma única refeição por dia pode não suprir todas as necessidades nutricionais e levar a déficits prejudiciais.
Esse padrão alimentar deve ser evitado, exceto em casos específicos e sempre sob supervisão de um nutricionista.
Em alguns casos, fracionar a alimentação pode ajudar a manter o metabolismo ativo e evitar picos de fome.
No entanto, essa estratégia só é eficaz quando associada a escolhas alimentares adequadas e orientação nutricional.
Sim, desde que elas sejam planejadas para manter o déficit calórico de forma saudável.
O sucesso da perda de peso depende mais da qualidade e quantidade dos alimentos do que da frequência.
Como mostrado neste post "Quantas refeições por dia são ideais", foi possível perceber que há algumas opções para distribuir a alimentação por dia de acordo com os objetivos individuais.
Isso acontece devido à necessidade de cada um, seu comportamento, gasto energético e outros fatores que influenciam a dieta, a quantidade de alimentos e de vezes que se come ao longo do dia.
Para comer corretamente e alcançar os objetivos com a alimentação, inclusive manter a saúde e a energia para as tarefas diárias, é fundamental procurar um nutricionista para avaliá-la e prescrevê-la da melhor forma.