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    6 causas do refluxo gástrico e como evitar

    25/09/2025 • Tempo de leitura 4 min

    Revisado pela Equipe de Redação da Medprev

    Você sabia que sentir azia com frequência, além de um gosto amargo na boca e sofrer com a regurgitação, principalmente quando se curva para frente, podem ser sintomas da doença do refluxo gastroesofágico?

    A causa do refluxo está relacionada a uma espécie de “defeito” na barreira entre o estômago e o esôfago (válvula esofagiana), que permite o retorno dos alimentos, bebidas e sucos gástricos no fluxo contrário ao da digestão.

    Como consequência, ocorre uma irritação nas paredes do esôfago (que não está preparado para receber esse conteúdo), gerando uma série de sintomas desagradáveis.

    Descubra as 6 causas do refluxo gástrico e como evitar a seguir!

    Por que acontece esse defeito na válvula esofagiana?

    Não existe uma única causa para esse problema, mas sim uma série de fatores que podem atrapalhar o funcionamento da válvula esofagiana, dando origem ao refluxo.

    Os especialistas da área afirmam que o estilo de vida da pessoa é um fator determinante para o surgimento desse defeito, embora o próprio avanço da idade também pareça estar envolvido.

    Saber o que causa refluxo é o primeiro passo para evitar esse problema. Confira as principais causas dessa doença e algumas medidas que podem ser tomadas para evitá-las:

    1. Acidez estomacal

    Quem sofre com refluxo gástrico sente um grande incômodo com a acidez do estômago.

    O que causa refluxo, no entanto, não é um excesso de acidez. Em geral, o que ocorre é exatamente o contrário: o problema surge quando a acidez é insuficiente para que seu organismo faça o processo de digestão, tornando-o mais difícil e mais lento.

    Para manter os níveis adequados de acidez estomacal, é preciso evitar o consumo de:

    • bebidas - tudo o que contenha álcool, gás e cafeína (inclusive presente em alguns chás);

    • doces - açúcar, adoçantes artificiais, chocolate e frutas cítricas;

    • temperos - cebola, alho, hortelã e pimenta;

    • alimentos processados, incluindo óleos vegetais e molho de tomate;

    • alimentos naturais - batata, tomate, milho e grãos em geral;

    • outros alimentos que você descobrir que provocam refluxo no seu caso.

    2. Hábitos alimentares

    Os hábitos alimentares têm um grande impacto sobre o refluxo: tanto em devido aos ingredientes, quanto em relação à forma de consumo.

    Além de controlar a ingestão de alimentos e bebidas que podem causar refluxo, é preciso ter alguns cuidados para que o organismo produza níveis adequados de acidez estomacal:

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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  1. Fazer as refeições com calma, dando tempo para o cérebro “acionar” a digestão;

  2. Evitar comer assistindo TV ou checando as redes sociais;

  3. Não exagerar na quantidade - experimentar fracionar as refeições é uma boa escolha;

  4. Ficar sem comer e beber pelo menos duas horas antes de dormir;

  5. Depois de qualquer refeição, evitar se deitar ou ficar numa posição que pressione o abdômen.

  6. 3. Cigarro e outros agravantes

    O hábito de fumar é altamente desaconselhável devido a uma série de doenças muito sérias.

    No caso do refluxo, além das substâncias tóxicas, o cigarro provoca uma diminuição na saliva e afeta os reflexos musculares da garganta, prejudicando a digestão.

    4. Alguns medicamentos

    Alguns tipos de medicamentos também podem causar refluxo, pois eles modificam a estrutura das paredes do estômago.

    Entre eles, se destacam os anti-inflamatórios não esteroides, o ácido acetilsalicílico (AAS) e a dexametasona.

    Por isso, é muito importante lembrar que não é indicado tomar nenhum remédio por conta própria.

    5. Compressão da cavidade abdominal

    Quando é realizado o exercício físico, pode haver uma pressão na cavidade abdominal que leva a um refluxo gástrico temporário. Por isso, é importante que as refeições sejam leves antes do treino.

    Além disso, é preciso redobrar a atenção para que outros fatores não afetem a circulação sanguínea na região do abdômen, como evitar cintos e peças de vestuário que comprimam a cintura, incluindo roupas íntimas.

    6. Fatores de risco

    Existem algumas outras condições que aumentam o risco do refluxo gastroesofágico por promover mudanças anatômicas, como:

    • obesidade;
    • gestação;
    • hérnia de hiato.

    No caso do excesso de peso, os quilos a mais causam um aumento da pressão sobre a válvula esofagiana, que faz o conteúdo do estômago se movimentar no sentido errado. O mesmo acontece com o aumento do volume e do peso do útero durante a gestação.

    A hérnia de hiato também está relacionada às alterações nesse movimento. Nesse caso, a hérnia impede o fechamento correto da válvula depois da passagem do alimento para o estômago, permitindo que o suco gástrico retorne ao esôfago.

    Dicas úteis para quem sofre de refluxo gástrico

    • Deixar a gravidade ajudar na digestão, dormindo com a cabeça e os ombros na posição correta - basta usar um travesseiro específico para quem tem refluxo;

    • Visitar o médico, fazer o tratamento mais adequado para cada caso e não se automedicar;

    • Preferir uma dieta rica em alimentos saudáveis incluindo frutas, verduras e legumes frescos, carnes magras e temperos como salsinha, erva-doce e gengibre;

    • Procurar fazer atividades relaxantes e terapêuticas como ioga e meditação para manter o estresse sob controle.

    Com pequenos ajustes é possível ter um grande efeito no combate a essa doença!