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    Inteligência emocional
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    Inteligência emocional: o que é e como desenvolver?

    25/09/2025 • Tempo de leitura 7 min

    Revisado pelo(a) Sr. Ari Henrique Faustino Batista, CRP/PR 0838955

    Criado pela primeira vez na década de 90, o termo inteligência emocional foi definido pelo psicólogo Peter Salovey e pelo professor John D. Mayer. Ele ganhou popularidade anos mais tarde, com o lançamento do livro "Emotional Intelligence", por Daniel Goleman.

    A inteligência emocional tem se tornado cada vez mais necessária, seja em contextos profissionais quanto pessoais.

    Contudo, essa habilidade comportamental exige diversos aspectos para que seja desenvolvida e aplicada, inclusive autoconhecimento e controle emocional.

    Saiba mais sobre inteligência emocional: o que é e como desenvolver a seguir!

    O que é inteligência emocional?

    A inteligência emocional pode ser definida como a capacidade do ser humano de compreender, identificar e expressar suas emoções de maneira saudável e eficaz.

    Ser inteligente emocionalmente significa saber lidar com situações estressantes, resolver conflitos de forma assertiva, além de se comunicar de forma clara e empática.

    O indivíduo com essa habilidade utiliza suas emoções de forma inteligente, alcançando objetivos pessoais e profissionais com uma maior facilidade.

    Aspectos da inteligência emocional

    Desenvolver inteligência emocional envolve aprimorar várias competências que são essenciais para o bem-estar pessoal e o sucesso profissional.

    Segundo o livro de Daniel Goleman, uma das principais referências sobre o assunto na comunidade científica, existem 5 aspectos fundamentais para desenvolver a inteligência emocional. Confira cada um deles abaixo.

    1. Autoconsciência

    A autoconsciência é a habilidade de reconhecer e compreender as próprias emoções, assim como todos os seus efeitos sobre os pensamentos e os comportamentos.

    A autoconsciência possibilita que o indivíduo identifique suas reações emocionais em diversas situações, permitindo também uma compreensão de como elas afetam seus desempenhos, decisões e relacionamentos.

    Dentro do contexto da inteligência emocional, a autoconsciência está ligada a diversos aspectos, como:

    • Reconhecimento das emoções - capacidade de perceber e rotular corretamente suas emoções. Práticas como mindfulness ou atenção plena são ferramentas eficazes para aprimorar esse reconhecimento;
    • Autoconhecimento - consciência acerca dos pontos fortes e fracos, além de uma percepção realista das suas habilidades e áreas da vida que precisam se desenvolver;
    • Autoconfiança - envolve o sentimento de confiança nas próprias capacidades e na .

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    2. Autorregulação

    A autorregulação trata-se de um componente essencial quando o assunto é inteligência emocional.

    Ela se refere à capacidade de gerenciar as próprias emoções de maneira eficaz.

    Assim, o indivíduo é capaz de controlar impulsos, manter a calma e se adaptar facilmente às mudanças de forma positiva.

    A inteligência emocional dentro do campo da autorregulação tem como características:

    • Gerenciamento do estresse - envolve tranquilidade e clareza mental. Técnicas de respiração e regulação nervosa, como a expiração prolongada, podem ser muito úteis;
    • Controle emocional;
    • Transparência e integridade - sinceridade nas ações e palavras, além de agir conforme os valores;
    • Adaptabilidade;
    • Orientações para conquistas - envolve o estabelecimento de metas ambiciosas, mantendo a motivação e trabalhando incansavelmente para alcançá-las.

    3. Empatia

    A empatia é a habilidade de reconhecer e se conectar com as emoções alheias, elemento fundamental para construir relacionamentos saudáveis e eficazes. É compartilhar para si os sentimentos dos outros.

    Inclusive, é importante distinguir empatia de simpatia: a empatia é sentir com a pessoa, a simpatia é sentir pela pessoa.

    Esta se trata de um componente central da inteligência emocional, permitindo a construção de relacionamentos, redução de conflitos, melhora da comunicação e desenvolvimento de líderes eficazes.

    Entre as principais estratégias para desenvolver a empatia, estão:

    • escuta ativa, prestando total atenção no que o outro tem a dizer, evitando formular a resposta mentalmente enquanto o outro fala;
    • observar sinais verbais e não verbais;
    • mostrar preocupação verdadeira com a situação do outro;
    • praticar a reflexão, que ajuda a entender as emoções e perspectivas do semelhante.

    No contexto do mercado de trabalho, ela promove um ambiente mais compreensivo e harmonioso em todas as esferas.

    4. Automotivação

    A automotivação se refere à capacidade de direcionar e manter o próprio entusiasmo, foco e persistência em direção às metas, independentemente de obstáculos e distrações.

    É um tipo de força interna que se desenvolve e impulsiona a pessoa a agir, alcançar os objetivos e se desenvolver de forma contínua.

    Está intimamente ligada ao sistema de recompensa do cérebro e à dopamina, neurotransmissor associado à motivação e prazer.

    Os aspectos da automotivação dentro da inteligência emocional envolvem:

    • orientação para conquistas;
    • iniciativa e proatividade;
    • otimismo, de maneira realista, baseado na crença de que o esforço leva à melhoria (o que é conhecido como "mentalidade de crescimento“);
    • comprometimento.

    5. Habilidades sociais

    A habilidade social está ligada à capacidade de interagir de forma eficaz com outras pessoas, construindo relacionamentos saudáveis e resolvendo conflitos de maneira construtiva.

    Pessoas com boas habilidades sociais são capazes de se comunicar de forma clara, trabalhar bem em equipe e influenciar de forma positiva todos aqueles ao seu redor.

    As principais habilidades sociais relacionadas com a inteligência emocional incluem:

    • comunicação eficaz, que engloba tanto a expressão clara de ideias quanto a capacidade de dar e receber feedback de forma construtiva;
    • gerenciamento de conflitos;
    • trabalho em equipe;
    • liderança (principalmente em relação à motivação e inspiração de outras pessoas);
    • relacionamentos interpessoais positivos e de confiança.

    Como desenvolver a inteligência emocional?

    Vale salientar que todo o processo necessita de prática e esforço contínuos. Para desenvolver a inteligência emocional, é preciso se atentar a alguns passos.

    Lidar bem com emoções negativas

    Lidar bem com emoções negativas é uma das principais características da pessoa que já desenvolveu inteligência emocional.

    Ela enxerga as emoções negativas como oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal.

    Uma técnica útil é a "reavaliação cognitiva", que consiste em reinterpretar a situação que gerou a emoção negativa para encontrar um novo significado ou perspectiva.

    Um exercício importante para aprender essa característica é perguntar a si mesmo (quando algo ruim acontecer) que lição você pode tirar daquilo, e como você pode lidar melhor com situações semelhantes no futuro.

    É importante também ser gentil consigo mesmo, praticando a autocompaixão e se lembrando que é normal ter altos e baixos emocionais.

    Pensar bem antes de agir

    Pensar antes de agir é uma habilidade crucial não só para a inteligência emocional, mas também para a vida como um todo.

    Ela envolve, principalmente, uma forte motivação interna para fazer escolhas conscientes e responsáveis, mesmo que sejam difíceis e desafiadoras.

    A automotivação também está ligada ao pensar bem antes de agir. Com ela, você é capaz de resistir a impulsos, tomando decisões alinhadas com os seus objetivos e valores pessoais.

    Esta capacidade, inclusive, promove relacionamentos saudáveis e possibilita a construção de uma vida emocionalmente equilibrada e gratificante.

    Evitar julgamentos precipitados

    Evitar julgamentos precipitados envolve reconhecer e compreender seus próprios preconceitos e tendências para fazer julgamentos.

    Esses preconceitos automáticos são conhecidos como "vieses inconscientes" e todos os possuem.

    Isto também envolve estar ciente das próprias emoções, pensamentos e reações automáticas diante de determinadas situações do dia a dia.

    A escuta ativa e a comunicação eficaz, por exemplo, são cruciais para evitar julgamentos precipitados.

    Isto envolve dar aos outros a oportunidade de se expressarem completamente, compreendendo seu ponto de vista antes de formar qualquer opinião.

    Treinar o cérebro

    O cérebro possui a incrível capacidade de se adaptar e mudar ao longo do tempo. Este fenômeno é conhecido como neuroplasticidade.

    Dessa forma, quando você treina seu cérebro para desenvolver habilidades emocionais, você cria novas conexões neurais, fortalecendo áreas relacionadas ao processamento emocional.

    O córtex pré-frontal, área responsável pelo controle de impulsos e regulação emocional, é especialmente moldável por meio desse treino.

    Além disso, treinar o cérebro ajuda a reconhecer e compreender melhor as próprias emoções, pensamentos e reações.

    Como consequência, é possível desenvolver uma maior compreensão de si mesmo, além de ter uma melhor capacidade de regular suas emoções.

    Nesse processo, conquista-se a resiliência emocional, o que permite que os desafios da vida sejam enfrentados com mais coragem, flexibilidade e determinação.

    Gerenciar a ansiedade e o estresse

    A ansiedade e o estresse têm se tornado cada vez mais comuns, e ter a capacidade de lidar bem com essas emoções é fundamental para o bem-estar emocional e o sucesso pessoal.

    Inicialmente, é importante reconhecer e aceitar que ambos são reações naturais do corpo a situações percebidas como ameaçadoras ou desafiadoras.

    Em níveis adequados, são mecanismos de sobrevivência importantes. O problema é quando se tornam crônicos ou desproporcionais.

    Saber gerenciá-las é aumentar a autoconsciência emocional, o que envolve identificar os gatilhos que desencadeiam essas emoções e reconhecer os sinais físicos e mentais associados a elas.

    Conclusão

    Como visto neste post "Inteligência emocional: o que é e como desenvolver", esta é uma habilidade a ser adquirida.

    Ela trabalha a capacidade do ser humano em gerenciar suas emoções de forma eficiente, incluindo, por exemplo, controle de impulsos, gerenciamento de estresse e manutenção da calma em situações desafiadoras.

    Desenvolvê-la leva tempo e esforço. Contudo, seus benefícios são significativos e impactam de forma positiva todos os aspectos da vida.

    O desenvolvimento da inteligência emocional é uma jornada contínua de aprendizado e autodescoberta, com benefícios comprovados para a saúde mental, relações e performance.