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    TDAH: como é feito o diagnóstico?

    25/09/2025 • Tempo de leitura 7 min

    Revisado pela Equipe de Redação da Medprev

    Caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, o TDAH pode impactar significativamente na vida diária e nas relações interpessoais. No entanto, devido à variação dos sintomas nos indivíduos, avaliar corretamente o TDAH pode ser um desafio.

    Neste artigo, veja sobre o TDAH: como é feito o diagnóstico, critérios para a avaliação psicológica, entrevista clínica, questionário e mais!

    O que é TDAH?

    O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que geralmente se manifesta na infância, mas que pode se manter na vida adulta. Seus sintomas característicos são: desatenção, hiperatividade e impulsividade.

    Esse transtorno afeta entre 5% e 8% da população mundial de acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção.

    Como o TDAH é diagnosticado?

    O diagnóstico do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) envolve uma abordagem multifacetada e considera diversos aspectos do indivíduo.

    Não há um teste único que possa diagnosticar o TDAH de forma definitiva, mas sim uma combinação de avaliações, estimativas e exames realizados por profissionais de saúde especializados.

    Um diagnóstico preciso é fundamental para que o indivíduo receba o suporte adequado e possa desenvolver estratégias de manejo e tratamento eficazes para melhorar sua qualidade de vida.

    Profissionais de saúde mental especializados

    O diagnóstico do TDAH geralmente é realizado por profissionais de saúde mental, como psiquiatras, psicólogos e neuropediatras.

    Esses especialistas avaliam os sintomas do TDAH e realizam uma avaliação completa da condição, além de considerar outros problemas de saúde mental que podem estar relacionados aos sintomas.

    Para o diagnóstico, os profissionais consideram os critérios estabelecidos nos manuais de classificação, como o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição) ou a CID-11 (Classificação Internacional de Doenças, 11ª edição).

    Psiquiatras

    Os psiquiatras são médicos especializados em saúde mental que possuem conhecimento aprofundado sobre transtornos psiquiátricos, incluindo o TDAH. O profissional é capaz de fazer uma avaliação clínica abrangente, considerando o histórico médico do paciente, sintomas, exames físicos e complementares, se necessário.

    Psicólogos

    Os psicólogos usam uma variedade de técnicas e testes para avaliar os sintomas do TDAH e determinar a presença do transtorno.

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    Esses profissionais também podem oferecer intervenções psicoterapêuticas como terapia cognitivo-comportamental, que auxiliam no manejo dos sintomas e no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento.

    Entrevista clínica e histórico do paciente

    Uma das principais ferramentas utilizadas no diagnóstico do TDAH é a entrevista clínica.

    Durante uma entrevista, o profissional de saúde faz perguntas sobre os sintomas, a frequência e o seu nível de gravidade, além de coletar informações sobre o histórico médico e comportamental do indivíduo.

    É importante que o paciente, ou seus pais (no caso de crianças), forneçam informações específicas e precisas para ajudar no diagnóstico correto.

    Durante uma entrevista clínica, o profissional de saúde faz uma série de perguntas relacionadas aos sintomas do TDAH como:

    • falta de atenção;
    • hiperatividade;
    • impulsividade;
    • dificuldades de concentração;
    • organização e controle dos impulsos.

    O profissional também pode buscar informações sobre quando os sintomas começaram e a frequência com que ocorrem, além das situações em que são mais intensos.

    O histórico médico e comportamental do paciente também é fundamental no diagnóstico do TDAH. O profissional de saúde pode solicitar informações sobre o desenvolvimento do paciente desde a infância até a idade atual.

    Isso inclui informações sobre o desempenho escolar, social, relacionamento familiar, histórico de saúde mental na família e quaisquer outros eventos ou fatores que possam estar relacionados aos sintomas do TDAH.

    É importante que o paciente ou seus pais forneçam informações específicas e precisas durante uma entrevista clínica, como relatar quando os sintomas do TDAH começaram a ser percebidos, como eles evoluíram ao longo do tempo e se houve algum evento específico que pode estar associado ao surgimento ou agravamento dos sintomas.

    Inclusive, informações sobre o funcionamento em diferentes ambientes, como em casa, na escola ou no trabalho, podem ser relevantes para o diagnóstico.

    É preciso destacar que a entrevista clínica é apenas uma parte do processo de diagnóstico do TDAH. Ela fornece informações valiosas, mas não é suficiente para confirmar o diagnóstico.

    Questionários padronizados

    Além da entrevista clínica, é comum a utilização de questionários padronizados que auxiliam na avaliação dos sintomas do TDAH e no seu impacto na vida cotidiana.

    O questionário é composto por uma série de perguntas específicas relacionadas aos sintomas do TDAH, comportamento social, desempenho acadêmico, habilidades de organização e concentração, entre outros.

    As perguntas são preenchidas pelo paciente, seus pais ou professores, dependendo da faixa etária do indivíduo.

    Também podem ser concedidas informações adicionais sobre a presença e gravidade dos sintomas, bem como sobre o funcionamento social e acadêmico para melhor compreensão do perfil do indivíduo.

    Esse conjunto de perguntas é uma ferramenta que permite uma avaliação sistemática dos sintomas do TDAH, sendo projetado para capturar informações relevantes sobre o comportamento em diferentes contextos, como em casa, na escola ou no ambiente de trabalho.

    Os professores podem ser convidados a relatar o comportamento da criança na escola, sendo um importante complemento das informações descritas pelos pais ou responsáveis.

    Essas perspectivas são valiosas, pois ajudam a obter uma compreensão abrangente dos sintomas do TDAH e de seu impacto no ambiente escolar e familiar.

    Avaliação psicológica

    A avaliação psicológica envolve testes psicométricos que analisam aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais, inclusive ajudando a descartar outras condições que possuem sintomas semelhantes ao TDAH (como ansiedade e depressão).

    Os testes psicométricos utilizados na avaliação psicológica podem incluir a medição de vários aspectos, como:

    • atenção;
    • concentração;
    • memória;
    • habilidades executivas;
    • funções cognitivas.

    Esses testes permitem uma avaliação objetiva do desempenho cognitivo do indivíduo, identificando possíveis áreas de dificuldade relacionadas ao TDAH.

    Além disso, a avaliação psicológica pode incluir medidas de avaliação emocional e comportamental, que auxiliam na compreensão do impacto emocional dos sintomas do TDAH.

    É importante destacar que a avaliação psicológica não é apenas focada no diagnóstico do TDAH, mas também na identificação de possíveis comorbidades ou condições relacionadas.

    Muitas vezes, o TDAH pode coexistir com outras condições, como transtornos de ansiedade, transtornos do humor (como depressão) ou transtornos do espectro autista.

    É importante ressaltar que a avaliação psicológica deve ser realizada por profissionais de saúde mental, como psicólogos. Esse profissional possui o conhecimento e a experiência necessária para administrar os testes psicométricos e interpretar os resultados de maneira adequada.

    A avaliação psicológica individualizada permite uma compreensão mais completa das necessidades e características do indivíduo, fornecendo uma base sólida para o diagnóstico e planejamento do tratamento.

    Além da avaliação psicológica, também pode ser realizada uma avaliação psicossocial, o que considera fatores ambientais, contextuais e relacionais que podem estar influenciando na manifestação dos sintomas do TDAH.

    Critérios de diagnóstico e exames complementares do TDAH

    É importante ressaltar que o diagnóstico do TDAH é baseado em critérios estabelecidos por manuais de classificação, como o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

    Esses critérios definem os sintomas e a duração mínima necessária para que o TDAH seja diagnosticado.

    De acordo com o DSM-5, para um diagnóstico de TDAH, é necessária a presença de sintomas de falta de atenção, hiperatividade e impulsividade que sejam persistentes, motivados em diferentes contextos (como em casa, na escola ou no trabalho) e tenham um impacto significativo no funcionamento diário por um período mínimo de seis meses.

    Além disso, os sintomas devem estar fora do intervalo considerado apropriado para a idade e nível de desenvolvimento do indivíduo.

    É importante enfatizar que o diagnóstico do TDAH não é baseado apenas na presença dos sintomas, mas também na avaliação do seu impacto funcional. Os sintomas devem interferir no desempenho acadêmico, nas relações sociais e no funcionamento geral do indivíduo.

    É válido esclarecer que exames específicos, como ressonância magnética e eletroencefalograma, não são utilizados para diagnosticar o TDAH, mas para descartar possíveis problemas neurológicos relacionados com os sintomas descritos pelo paciente.

    Ou seja, o diagnóstico é baseado principalmente na avaliação clínica, que inclui entrevistas e estimativas psicológicas.

    Conclusão

    Como mostrado no post TDAH: como é feito o diagnóstico?, é preciso realizar uma avaliação abrangente do histórico clínico, sintomas, comportamento e funcionamento acadêmico do indivíduo para identificar a presença do transtorno.

    Os profissionais de saúde especializados em TDAH, como psicólogos e psiquiatras, atuam tanto identificando os sintomas do transtorno, quanto descartando outras condições médicas.

    Buscar ajuda profissional é essencial para controlar os sintomas e fornecer o suporte necessário para que o indivíduo desenvolva seu potencial plenamente.