© Medprev, 2026, de440dae

    Todos os direitos reservados

    Para você

    • Cidades
    • Especialidades
    • Exames
    • Rede de atendimento
    • Profissionais de saúde

    Para você

    • Cidades
    • Especialidades
    • Exames
    • Rede de atendimento
    • Profissionais de saúde

    Para profissionais e clínicas

    • Acessar Sistema do Parceiro
    • Seja nosso Parceiro

    Para profissionais e clínicas

    • Acessar Sistema do Parceiro
    • Seja nosso Parceiro

    Sobre a Medprev

    • Sobre nós
    • Preciso de ajuda
    • Blog
    • Trabalhe conosco
    • Termos de uso
    • Política de privacidade

    Sobre a Medprev

    • Sobre nós
    • Preciso de ajuda
    • Blog
    • Trabalhe conosco
    • Termos de uso
    • Política de privacidade
    Selo RA Verificada
    Verificada porReclame AQUI

    Baixe o App

    • apple img download
    • google img download

    Redes Sociais

    • apple img
    • facebook img

    Redes Sociais

    • apple img
    • facebook img

    Condições válidas apenas no site e app. Unidades físicas poderão ter condições diferentes. Consulte!

    • Pix
    • Visa
    • Mastercard
    • American Express
    • Elo
    • Hipercard
    • Dinner's Club
    • Discover
    • JCB

    A Medprev não é plano de saúde e não garante a cobertura financeira de riscos e de custos assistenciais à saúde.

    Você paga apenas quando usar, sem taxa de adesão, mensalidades ou anuidades.

    MEDPREV.ONLINE SOLUÇÕES LTDA / CNPJ: 19.258.530/0001-62 / Inscrição Municipal: 23106048 /

    Endereço: Rua Tenente Djalma Dutra, n° 683, sala 04, Centro, CEP 83.005-360, São José dos Pinhais-PR

    A Medprev não é plano de saúde e não garante a cobertura financeira de riscos e de custos assistenciais à saúde. Você paga apenas quando usar, sem taxa de adesão, mensalidades ou anuidades.

    MEDPREV.ONLINE SOLUÇÕES LTDA / CNPJ: 19.258.530/0001-62 / Inscrição Municipal: 23106048 / Endereço: Rua Tenente Djalma Dutra, n° 683, sala 04, Centro, CEP 83.005-360, São José dos Pinhais-PR

    Menu lateral
    Menu lateral
    Menu lateral
    logo
    google img download
    apple img
    facebook img
    apple img
    facebook img
    1. Vacina faz bem ou mal à saúde? 7 mitos e verdades sobre vacinação
    1. Blog
    2. Vacina faz bem ou mal à saúde? 7 mitos e verdades sobre vacinação
    Imagem do Blog
    Saúde
    X (Twitter) logoFacebook logoLinkedIn logoWhatsApp logoTelegram logo

    Vacina faz bem ou mal à saúde? 7 mitos e verdades sobre vacinação

    25/09/2025 • Tempo de leitura 4 min

    Revisado pelo(a) Dra. Bárbara Ponce, CRM/MA 8911

    A vacinação ainda é um tópico que gera muitas dúvidas, especialmente em relação à sua importância durante a infância.

    Conhecer mais sobre o seu impacto no organismo é essencial para compreender de que forma o sistema imunológico combate diversas doenças ao longo da vida.

    Seja ao nascer ou na terceira idade, manter as vacinas em dia é uma das formas mais seguras de prevenir problemas de saúde.

    Você quer descobrir se a vacina faz bem ou mal à saúde e quais são os 7 mitos e verdades sobre vacinação? Confira este conteúdo até o final!

    Principais mitos e verdades sobre vacinas

    1. A vacina para doenças comuns da infância não é necessária

    Mito. Doenças como rubéola, sarampo e caxumba, embora sejam comuns durante a infância, podem causar complicações sérias em crianças e adultos.

    Encarar essas enfermidades infectocontagiosas como “episódios normais da infância” pode resultar em diversos problemas: desde infecção do ouvido, diarreia e pneumonia até encefalite, que muitas vezes necessita de internação e pode ser fatal.

    Por isso, vale a pena seguir o calendário nacional de imunização mesmo para doenças mais simples (como a catapora), de modo a evitar as sequelas e o sofrimento da criança.

    2. Toda vacina pode causar efeitos adversos

    Verdade. Como todo medicamento, as vacinas podem causar efeitos colaterais, mas eles costumam se restringir a uma dor leve no local da aplicação e uma febre baixa por um a dois dias.

    Contudo, se a pessoa tiver alergia a algum componente da fórmula, as reações podem ser desde rash cutâneo até anafilaxia (mais raro), em que há inchaço dos lábios e dificuldade de respiração.

    Se sintomas como esses se manifestarem após a vacinação, é preciso procurar atendimento médico de urgência.

    3. A vacina da gripe pode causar gripe

    Mito. Por ser feita com vírus mortos, a vacina da gripe não tem como causar a doença na pessoa imunizada. Inclusive, uma das melhores formas de preveni-la é por meio da vacinação.

    4. É necessário continuar tomando a vacina mesmo se a doença já tiver sido controlada

    Verdade. O fim da ocorrência da doença em determinado local não significa que o agente causador tenha sido eliminado completamente.

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


    Compartilhe

    X (Twitter) logoFacebook logoLinkedIn logoWhatsApp logoTelegram logo
    Cadastre-se para receber nossas novidades
    Ao se inscrever você concorda com os Termos de Uso e Política de Privacidade.

    Relacionados

    Qual é a importância da vacina?


    Dia Nacional da Saúde: saiba como a Medprev auxilia na promoção da saúde


    Testosterona: como a queda desse hormônio pode impactar a sua saúde


    Lipedema não é obesidade: saiba mais sobre essa doença


    Descubra tudo sobre os hormônios da gravidez


    Ver mais

    Inclusive, o controle de doenças como poliomielite, sarampo e rubéola pode levar muitas pessoas a acreditarem que elas não apresentam mais riscos à população, o que não é verdade.

    No caso do sarampo, por exemplo, mesmo depois de ter sido eliminado, o vírus voltou à Europa e causou uma epidemia em 2017, devido à baixa cobertura vacinal e ao aumento de pessoas vulneráveis à doença.

    5. As vacinas são perigosas porque contêm mercúrio

    Mito. O mercúrio faz parte da fabricação de algumas vacinas por estar presente em uma molécula chamada timerosal, um conservante que impede o desenvolvimento de fungos e bactérias em frascos com várias doses da imunização.

    Na verdade, o timerosal é utilizado nas vacinas desde 1930 e tem seu emprego recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) porque essa forma do mercúrio é segura e não se acumula no organismo.

    6. As vacinas podem causar autismo

    Mito. Esse boato teve origem em uma pesquisa conduzida pelo médico britânico Andrew Wakefield e publicada em 1998 na revista científica The Lancet, que tomou grandes proporções e trouxe um enorme prejuízo para a cobertura vacinal.

    De acordo com o estudo, 12 crianças que haviam sido vacinadas contra o sarampo desenvolveram autismo. Porém, os métodos utilizados na pesquisa foram invalidados pela comunidade científica, pois havia evidências de que Wakefield havia fraudado os dados.

    Seis anos depois, a revista The Lancet assumiu que não deveria ter publicado esse artigo e, em 2010, Wakefield perdeu seu registro como médico por ter forjado a relação entre a vacina e o autismo.

    7. Tomar a mesma vacina duas vezes não faz mal para a saúde

    Verdade. Contudo, é importante salientar que tomar duas vezes a mesma vacina não é recomendado.

    Caso você não tenha certeza sobre ter tomado uma vacina específica ou não tenha mais a sua carteirinha de vacinação, é indicado repetir a dose em vez de correr o risco de ficar suscetível à doença.

    Nessa situação, você pode procurar um centro de imunizações para receber toda a orientação necessária sobre as vacinas que devem ser feitas e seus possíveis efeitos colaterais.

    Conclusão

    Como mostrado no post "Vacina faz bem ou mal à saúde? 7 mitos e verdades sobre vacinação", é comum que, ao longo da vida, pessoas de diferentes idades tenham dúvidas sobre a imunização e, principalmente, sobre os efeitos colaterais que ela pode causar.

    Para manter a vacinação em dia, seja das crianças ou da família como um todo, e esclarecer informações sobre o assunto, é indicado agendar uma consulta com o clínico geral, pediatra (no caso das crianças), imunologista ou alergologista.