Uma condição considerada normal e que acomete cerca de 90% dos meninos na infância.
A fimose ocorre quando a pele que cobre o pênis (prepúcio) não consegue ser aberta completamente.
Ou seja, não permite a visualização completa da glande (cabeça do pênis).
Embora seja comum na infância, na fase adulta a fimose pode trazer sérios problemas para a saúde do homem.
Quer saber mais sobre fimose na fase adulta? Acompanhe o post que preparamos abaixo.
A fimose é a formação de um anel de fibrose na ponta da pele que recobre a glande peniana.
Ou seja, essa “sobra de pele” impede a exposição do pênis e pode ser de dois tipos.
Por exemplo:
Existe sim, e é o que chamamos de fimose secundária.
A fimose secundária pode surgir tanto na adolescência quanto na vida adulta e, além do câncer de pênis, quando não tratada pode causar problemas também no desempenho sexual.
Por isso, ao perceber alguma dificuldade na retração da pele que cobre o pênis, o recomendado é que o homem procure um urologista para melhor avaliação e tratamento.
O diagnóstico da fimose é feito através de exame físico feito pelo médico urologista.
Durante o exame, o médico constata que a glande (cabeça do pênis) não consegue ser exposta quando a pele é retraída, ou seja, a única forma de confirmar a presença da fimose é tentar retrair a pele que recobre a glande do pênis manualmente.
A princípio, quando feito o diagnóstico de fimose na fase adulta o tratamento é cirúrgico.
Considerada uma cirurgia simples, a Postectomia consiste na retirada do excesso de pele para que a glande possa ser exposta sem causar futuros problemas.
Em geral, a recuperação pós-operatória é rápida, e aproximadamente 30 dias já é possível retomar as atividades sexuais.
Lembrando que o diagnóstico da fimose deve ser feito pelo médico urologista, pois pode ser confundido com o excesso de pele.
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Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.
Então não deixe de procurar um médico urologista para um correto diagnóstico e tratamento.
Tratar a fimose secundária, além de prevenir o câncer de pênis, diminui o risco de infecção genital e urinária e o risco de doenças sexualmente transmissíveis, como HPV e HIV.
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