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Revisado pelo(a) Dr. João Felipe Ditzel Westphalen, CRM/PR 32672, Oftalmologia RQE 24709
Um incômodo no olho pode indicar a presença de um corpo estranho, comumente causando uma sensação de areia nos olhos. Além deste sintoma, se há vermelhidão e secreção, pode haver um quadro de conjuntivite em andamento.
Para diagnosticar e tratar a condição o quanto antes, é indispensável procurar um médico para uma avaliação completa.
Inclusive, é importante conhecer meios de prevenir a doença, principalmente o tipo contagioso, que traz incômodos e riscos tanto para a pessoa contaminada quanto para aqueles que estão próximos.
Quer saber mais sobre o assunto? Conheça 12 sintomas da conjuntivite a seguir.
A conjuntivite se trata da irritação ou inflamação da conjuntiva, uma membrana que reveste os olhos.
Em muitos casos, a doença traz somente um grande incômodo, mas em outros, também é contagiosa e exige afastamento de outras pessoas.
É possível que o seu contágio ocorra entre os olhos, surgindo primeiro em um e desencadeando sintomas no outro depois de um tempo.
Existem três principais tipos mais comuns de conjuntivite, que podem ser divididos conforme suas causas, sendo eles:
A seguir estão os principais sintomas da conjuntivite, que podem variar conforme o tipo:
Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.
A conjuntivite viral pode provocar sintomas além dos oculares, afetando também o sistema respiratório.
Por isso, quando ela acontece, a pessoa pode ter febre, dor de garganta e mal-estar.
A causa da conjuntivite pode ser variada, uma vez que ela é provocada por vírus, bactérias ou exposição a alérgenos e agentes ambientais.
Quando os sintomas da conjuntivite surgem, o ideal é procurar um clínico geral ou oftalmologista imediatamente para iniciar a avaliação e o tratamento.
O médico diagnostica a condição por meio de entrevista com o paciente e avaliação do seu histórico médico.
Ele também faz exames físicos nos olhos, para observá-los, e nas pálpebras, buscando sinais visíveis de conjuntivite (como vermelhidão, inchaço e presença de secreção).
Ainda, pode ser que o profissional solicite testes adicionais para determinar o tipo de conjuntivite, uma vez que o tratamento depende da causa.
O tratamento é prescrito pelo clínico geral ou oftalmologista conforme o tipo de conjuntivite:
Algumas medidas podem ajudar a prevenir a conjuntivite, como:
Os sinais surgem como vermelhidão, lacrimejamento, secreção e sensação de areia nos olhos, muitas vezes acompanhados de coceira e ardência, exigindo avaliação profissional.
A melhora depende do tratamento adequado para tratar a causa, que varia, mas compressas frias, higiene das pálpebras e colírios lubrificantes aliviam o desconforto enquanto o tratamento específico age. O melhor sempre é consultar um médico oftalmologista.
Os sintomas costumam durar de 4 a 7 dias nos casos virais e bacterianos, e quando há o devido tratamento. Já a conjuntivite alérgica pode persistir enquanto houver contato com o agente causador.
Evitar coçar os olhos, compartilhar objetos de uso pessoal e permanecer em ambientes lotados ajuda a impedir a piora e a transmissão.
Quadros, como alergias oculares, olhos secos ou irritações por poeira e produtos químicos, podem desencadear vermelhidão e ardência semelhantes.
O desconforto costuma ser maior nos primeiros dias, quando há mais secreção (se houver), inchaço e vermelhidão. Depois desse período inicial, os sintomas tendem a diminuir gradualmente.
Colírios lubrificantes aliviam qualquer tipo, enquanto antialérgicos controlam crises alérgicas e antibióticos tratam infecções bacterianas. Tem que ir ao médico para avaliar a conjuntivite?
A avaliação garante o diagnóstico correto e evita tratamentos inadequados, especialmente quando há secreção intensa, dor ou comprometimento da visão.
Coçar os olhos, higiene inadequada e o uso de lentes sujas ou colírios impróprios também intensificam o quadro.
O contágio acontece pelo contato com secreções contaminadas, superfícies tocadas por alguém doente ou por aproximação direta. No caso do tipo alérgico, a origem está na exposição a alérgenos.
Períodos secos e com maior circulação de vírus favorecem as crises virais, enquanto épocas de muito pólen intensificam as alérgicas.
A confirmação depende da avaliação pelo clínico geral ou oftalmologista, que observa sinais na conjuntiva, se há secreção e o comportamento das pálpebras.
Algumas infecções sexualmente transmissíveis podem causar inflamação ocular, como as provocadas pela bactéria Chlamydia trachomatis, exigindo tratamento específico.
Se a secreção for abundante, espessa, amarelada ou vier acompanhada de dor e inchaço, há maior chance de infecção. Nessas situações, a avaliação médica deve ser imediata.
A dor costuma surgir como ardência, sensação de arranhão e incômodo constante ao piscar. Em alguns casos, aparece também peso nas pálpebras e desconforto ao redor dos olhos.
Durante a noite, a lubrificação ocular diminui e as secreções se acumulam, deixando os olhos mais inchados e irritados ao acordar.
A viral costuma ter secreção clara e pode vir com sintomas gerais como dor de garganta e mal-estar, enquanto a bacteriana produz secreção amarelada e volumosa. A análise de um oftalmologista confirma a diferença.
Ela pode aparecer de forma repentina após contato com vírus, bactérias ou alérgenos e sem que a pessoa perceba a exposição. Por isso, o início súbito é comum.
A vermelhidão costuma ser o sinal inicial, acompanhada de leve incômodo. Logo depois surgem lacrimejamento, coceira ou secreção.
Quando há risco de contágio, o afastamento é necessário para evitar transmissão.
O quadro normalmente não se resolve tão rápido, pois o organismo precisa de alguns dias para controlar a inflamação. Mesmo com tratamento, a melhora é gradual.
O afastamento costuma variar entre 3 e 7 dias, dependendo da intensidade dos sintomas e do tipo.
A volta ocorre quando há melhora significativa dos sintomas e não há risco de transmissão.
Nos casos virais e alérgicos, a melhora acontece sem antibióticos, com medidas de alívio e remoção do agente causador. Esses medicamentos só são úteis quando há infecção bacteriana comprovada.
Como mostrado neste post "12 sintomas de conjuntivite", há três tipos da doença: viral, bacteriana e alérgica.
Devido à similaridade dos sintomas em tipos diferentes e à possibilidade de contágio, ao suspeitar do quadro, é necessário buscar suporte médico imediato.
Além disso, há medidas preventivas que podem ser adotadas para evitar a conjuntivite.
Com tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas e alcançar a cura de forma mais rápida.