12 alimentos que ajudam a baixar a pressão

Quando se fala em controlar a pressão arterial, a primeira dica que ouvimos é que devemos reduzir a ingestão de sal e de alimentos que contenham sódio, pois eles podem piorar o quadro. Porém, você sabia que existem alimentos que ajudam a baixar a pressão também?

Esse efeito acontece em função de algumas características desses alimentos, seja o alto teor de fibras, as propriedades antioxidantes ou a presença de substâncias hipotensoras (ou seja, que diminuem a pressão).

Contudo, existe um componente que merece destaque por fazer o efeito contrário ao do sódio: trata-se do potássio, um mineral encontrado em verduras, frutas e grãos integrais.

Enquanto o sódio faz com que o organismo acumule líquido dentro dos vasos, o que causa inchaço e eleva a pressão arterial, o potássio favorece a eliminação desse líquido pelos rins ao promover um relaxamento das artérias. Dessa forma, os alimentos ricos em potássio ajudam a diminuir o volume circulante, reduzindo também a pressão.

Conheça alguns alimentos ricos em potássio e outras substâncias que contribuem para a manutenção de uma pressão arterial em níveis saudáveis:

1. Abacate

O abacate muitas vezes é visto como vilão por ser uma fruta bastante calórica, mas a verdade é que ele pode ser uma opção muito saudável se consumido com moderação e sem o acréscimo de ingredientes como açúcar ou leite condensado.

Isso porque essa fruta é rica em vitaminas A e E, que têm função antioxidante, ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL) e ainda é uma excelente fonte de potássio, contribuindo assim para o controle da pressão.

2. Água de coco

A água de coco, especialmente na versão natural, é rica em potássio, além de ter um alto poder de hidratação. Dessa forma, essa bebida reduz o inchaço e ajuda a manter a pressão arterial e, níveis saudáveis.

3. Alho

O alho contém substâncias que exercem um efeito hipotensor, ou seja, contribuem para a diminuição da pressão. Recomenda-se que ele seja consumido cru ou, então, que seja adicionado ao alimento no fim do preparo, de forma a conservar melhor suas propriedades.

4. Banana

A banana é a primeira fruta que nos vêm à mente quando pensamos em alimentos ricos em potássio, e ela realmente é uma boa opção para o controle da pressão.

Além disso, a banana favorece a liberação de hormônios ligados ao bem-estar e ajuda a relaxar os músculos, o que também contribui para o efeito hipotensor.

5. Clara de ovo

O ovo já foi considerado um dos vilões do colesterol, mas um estudo realizado por pesquisadores espanhóis mostrou que a clara contém proteínas capazes de exercer um efeito muito potente de vasodilatação.

Ainda não se tem certeza se essas propriedades se mantêm depois do cozimento, por isso a recomendação é que a clara seja consumida com moderação, alternando entre ovo cozido, ovo poché e ovo “frito” com água ou apenas um fio de óleo vegetal.

6. Espinafre

As folhas verde-escuras são conhecidas por suas propriedades benéficas na prevenção de diversas doenças, inclusive o câncer.

Para quem está em busca de opções que ainda ajudem a controlar a pressão, a dica é investir no espinafre, que ganha destaque por seu alto conteúdo de potássio.

7. Farelo de trigo

Grãos e cereais integrais são alimentos que ajudam a baixar a pressão, pois seu alto conteúdo de fibras reduz a absorção das gorduras pelo organismo e favorece um equilíbrio nas taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL).

O farelo de trigo se sobressai entre os cereais por também oferecer uma boa quantidade de magnésio, zinco e vitaminas do complexo B, que promovem uma dilatação dos vasos e, em consequência, contribuem para a diminuição da pressão arterial.

8. Frutas vermelhas

Frutas como o morango, a amora, o mirtilo e a framboesa têm sua cor característica devido a um pigmento chamado antocianina.

Essa substância tem função antioxidante e ajuda a reduzir o colesterol ruim e aumentar o bom, o que favorece a circulação e o controle da pressão arterial.

9. Melancia

Além de seu conteúdo de água e fibras, que já contribui para a eliminação dos líquidos em excesso e a redução da absorção de gordura, a melancia é rica em uma substância chamada citrulina.

Esse componente é metabolizado pelo organismo e favorece a produção de óxido nítrico, uma molécula que exerce efeito de relaxamento nas paredes dos vasos sanguíneos e, dessa forma, ajuda a manter a pressão em níveis saudáveis.

10. Salmão

O salmão é um peixe conhecido por suas gorduras boas, como o ômega-3, que tem propriedades anti-inflamatórias, contribui para o equilíbrio dos níveis de colesterol bom e ruim e protege o organismo contra as doenças cardiovasculares.

Além disso, o salmão é rico em potássio, que tem efeito contrário ao do sódio e atua diretamente na redução da pressão arterial.

11. Semente de abóbora

A semente de abóbora torrada é uma excelente alternativa para substituir o amendoim salgado servido como aperitivo. Novamente, o segredo está no alto conteúdo de potássio, que ajuda a relaxar as paredes dos vasos sanguíneos.

12. Soja

A soja contém uma substância chamada isoflavona, que já é famosa por combater o desconforto associado à menopausa.

Porém, mais do que isso, esse componente tem ação vasodilatadora e dificulta a formação de placas dentro das artérias, reduzindo as chances de um entupimento dos vasos. Assim, o sangue consegue circular sem maiores obstáculos, contribuindo para uma pressão arterial bem regulada.

Agora que você conhece alguns dos principais alimentos que ajudam a baixar a pressão, você tem mais um recurso importantíssimo para combater esse problema. Lembre-se de associar sua nova dieta com a prática de exercícios físicos e fazer consultas periódicas com seu médico de confiança para verificar sua pressão arterial.

Fonte(s): Saúde, Tua Saúde, Minha Vida, Natue Life e Dr. Juliano Pimentel

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, pressão alta, alimentos, benefícios

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A colonoscopia é um exame feito para visualizar o interior do intestino com o objetivo de detectar lesões, inclusive as cancerosas. Para permitir que o exame seja feito com qualidade e precisão, é necessário seguir alguns cuidados, como escolher corretamente o que comer antes da colonoscopia.

Esse procedimento utiliza um endoscópio especial, chamado colonoscópio, equipado com uma câmera em sua extremidade. Dessa forma, o médico consegue capturar imagens coloridas, que são exibidas em um monitor e podem ser guardadas em um DVD para futuras análises e comparações. Outra possibilidade da colonoscopia é a retirada de amostras de lesões das paredes do intestino para que elas passem por uma biópsia.

Para isso, o colonoscópio é inserido através do ânus do paciente e passa pelo reto e pelo intestino grosso até atingir o íleo, que é porção final do intestino delgado. Geralmente, esse exame é feito com anestesia local e sedação, proporcionando um conforto maior para o paciente.

Preparação para a colonoscopia

Para que o médico possa visualizar as paredes do intestino do paciente, é necessário seguir uma preparação cerca de 3 dias antes do exame para que as fezes sejam completamente eliminadas, o que exige uma dieta específica e o uso de medicamentos com efeito laxante.

Como resultado, o paciente vai apresentar diarreia frequente – algo desconfortável, mas necessário para esvaziar o cólon. Por isso, o ideal é que a pessoa que vai se submeter ao exame possa ficar em casa nos dias de preparação.

O que comer antes da colonoscopia

A dieta especial deve ser iniciada três dias antes do exame, permitindo que o intestino esteja totalmente livre de resíduos fecais. Para isso, o paciente deve restringir a ingestão de alimentos ricos em fibras, como verduras, legumes, frutas e feijão, pois eles aumentam o bolo fecal.

No lugar deles, deve-se dar preferência a alimentos leves e na forma líquida ou pastosa, como bolacha água e sal ou maisena, pão e torrada brancos (não integrais), gelatina e sopas batidas no liquidificador.

Como o paciente vai ter bastante diarreia provocada pelos medicamentos laxativos, é muito importante manter o organismo bem hidratado com água, água de coco, chás e sucos naturais coados (para reduzir o número de fibras).

Atenção: não é permitido consumir bebidas nas cores vermelha ou roxa, como suco de uva, beterraba ou melancia, pois elas podem ser confundidas com sangramentos na hora do exame.

Sugestão de cardápio antes da colonoscopia

Para facilitar sua preparação para o exame, preparamos algumas sugestões do que você pode comer nos dias que antecedem sua colonoscopia, possibilitando que o médico visualize todas as estruturas do seu intestino:

Café da manhã

    • Opção 1: suco de laranja coado + 4 torradas brancas com geleia
    • Opção 2: chá de capim-limão + 2 fatias de pão branco
    • Opção 3: suco de abacaxi coado + 4 bolachas maisena

Lanches (manhã e tarde)

    • Opção 1: uma taça de sobremesa de gelatina
    • Opção 2: suco de limão coado + 4 bolachas água e sal
    • Opção 3: água de coco + 4 bolachas água e sal

Almoço e jantar

    • Opção 1: filé de frango ou peixe grelhado com arroz branco ou purê de batata
    • Opção 2: sopa de macarrão, cenoura e chuchu com frango desfiado
    • Opção 3: sopa batida e coada de legumes (sem casca ou sementes) e caldo de carne

Você deve deixar os alimentos sólidos de lado conforme o exame se aproxima, de forma a ter uma alimentação totalmente líquida a partir do dia anterior à colonoscopia. Em geral, é preciso fazer jejum nas 4 horas que antecedem o procedimento.

Ressaltamos que você sempre deve seguir as orientações passadas pelo seu médico e que você deve consultá-lo antes de fazer qualquer substituição no cardápio recomendado por ele.

O que NÃO comer antes da colonoscopia

Alguns alimentos devem ser completamente evitados antes do exame, pois eles podem atrapalhar a visualização das paredes do intestino. Por isso, suspenda o consumo de:

    • Alimentos integrais, como pães, torradas e massas;
    • Carne vermelha e embutidos;
    • Cereais e sementes, como aveia, chia e linhaça;
    • Feijão, grão-de-bico, lentilha, milho e ervilha;
    • Frutas inteiras ou com casca;
    • Leite e derivados;
    • Oleaginosas, como nozes, castanhas e amendoim;
    • Comidas pesadas ou gordurosas em geral, como feijoada, pizza, lasanha e frituras;
    • Bebidas alcoólicas;
    • Líquidos nas cores vermelha e roxa, como suco de uva, beterraba ou melancia.

Como retomar a alimentação depois da colonoscopia

É normal que sua barriga fique inchada e com certo desconforto depois de uma colonoscopia, pois o intestino leva de 3 a 5 dias para recuperar seu funcionamento normal. Nesse período, é importante evitar alimentos pesados e gordurosos, pois seu sistema digestivo ainda não estará totalmente “na ativa”.

Além disso, até 24 horas depois do exame, recomenda-se evitar alimentos que causam gases, como feijão, repolho, brócolis, couve, ovos e refrigerantes, de forma a não agravar o inchaço abdominal.

Seguir corretamente as orientações sobre o que comer antes da colonoscopia e como ajudar seu intestino a se recuperar depois dela é fundamental para o sucesso do exame. Não hesite em tirar todas as dúvidas com o seu médico para garantir a qualidade do procedimento.

Fonte(s): Tua Saúde e Minuto Saudável

A colonoscopia é um exame feito para visualizar o interior do intestino com o objetivo de detectar lesões, inclusive as cancerosas. Para permitir que ele tenha qualidade, é necessário escolher corretamente o que comer

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, saúde, colonoscopia, exame, exames, comida, alimentos

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Evitar doces e frituras é uma das principais medidas para manter um nível adequado de açúcar no sangue, mas também é necessário incluir opções que ajudem o organismo nesse processo. Por isso, saber quais são os melhores alimentos para controlar a diabetes pode te ajudar a seguir um cardápio equilibrado.

O planejamento alimentar para pessoas diabéticas deve conter opções que evitem o pico glicêmico e protejam a saúde do coração, pois esses pacientes apresentam risco mais elevado para as doenças cardiovasculares.

Se esse é o seu caso ou se você simplesmente deseja ter uma alimentação mais saudável, conheça os alimentos que devem estar no seu prato:

1. Abacate

Rico em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, conhecidas como “gorduras boas”, o abacate ajuda a combater a resistência à insulina. Além disso, seu conteúdo lipídico favorece o equilíbrio entre os níveis de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL), atuando como um fator de proteção contra as doenças cardiovasculares.

Para aproveitar esses benefícios, porém, recomenda-se ingerir no máximo quatro colheres de sopa de abacate por dia, sem adição de açúcar refinado, pois essa fruta é muito calórica e pode favorecer o ganho de peso se consumida em excesso.

2. Aveia

A aveia é rica em betaglucana, uma fibra que se expande e forma uma espécie de gel consistente quando chega ao estômago. Com isso, ela prolonga a sensação de saciedade e retarda a absorção de glicose pelo sangue, ajudando a manter a glicemia em níveis mais baixos.

Além disso, a aveia reduz a absorção de colesterol pelo organismo, colaborando com a proteção do sistema cardiovascular.

3. Batata-yacon

A batata-yacon contém um alto teor de inulina, um tipo diferente de carboidrato. Em consequência, a glicose fornecida por essa variedade acaba sendo menos absorvida pelo organismo em relação à batata-inglesa.

Ainda em função da inulina, a yacon tem um sabor mais adocicado, que se assemelha ao de algumas frutas como melão e pela, e deve ser consumida crua. Uma boa dica é incluí-la em pequenas porções no lanche da manhã ou da tarde, sem cometer excessos.

Vale esclarecer que, embora muitas pessoas digam que o chá de folhas yacon é bom para diabetes, seu efeito sobre a glicose é apenas momentâneo, enquanto seu consumo prolongado pode levar a problemas graves nos rins.

4. Brócolis e outros vegetais crucíferos

Vegetais crucíferos como agrião, brócolis, couve-flor, couve-manteiga, repolho, rúcula etc. são conhecidos por serem ricos em vitaminas A, B9 (folato), C, E e K, minerais como cálcio, magnésio e ferro e diversas substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias.

Assim, além de prolongar a saciedade e reduzir a absorção de açúcar pelo seu alto conteúdo de fibras, esses vegetais também ajudam a diminuir a produção de glicose pelo organismo, especialmente para pessoas obesas ou com diabetes tipo 2 não controlada.

5. Canela

Quando adicionada às refeições, a canela previne a absorção de grandes doses de glicose pelo organismo e reduz a velocidade do esvaziamento do estômago, evitando o pico glicêmico. Além disso, ela aumenta a sensibilidade à insulina, o que diminui a concentração de glicose no sangue.

Essa especiaria também é rica em substâncias que combatem o estresse oxidativo nas células, um fator-chave no desenvolvimento da diabetes tipo 2. Ainda, o consumo da canela está relacionado à diminuição dos níveis do colesterol ruim (LDL) e dos triglicérides, contribuindo para uma boa saúde cardiovascular.

6. Feijão e outras leguminosas

As leguminosas como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico são ricas em fibras, que contribuem para o controle do apetite e reduzem a velocidade de absorção da glicose, evitando o aumento abrupto da glicemia.

Para aproveitar esses benefícios ao máximo, recomenda-se equilibrar as quantidades de leguminosas com as porções de alimentos como arroz, batata e massas, pois elas também são compostas principalmente por carboidratos.

7. Linhaça e chia

Essas sementes contêm fibras solúveis que reduzem o pico glicêmico, de forma a exigir uma menor produção de insulina pelo corpo – e isso evita que as células se tornem resistentes a esse hormônio, ajudando a prevenir e combater a diabetes tipo 2.

Além disso, a linhaça e a chia contêm ácido alfalinolênico (ALA), um dos componentes do ômega-3 que combate inflamações, prevenindo o desenvolvimento da diabetes, e que protege o sistema cardiovascular e o cérebro.

8. Maçã

A maçã contém uma fibra chamada pectina, conhecida por auxiliar no controle da glicemia ao retardar a absorção de glicose. Além disso, esse componente diminui a absorção do colesterol ruim, prolonga a sensação de saciedade e contribui para o bom funcionamento do intestino, principalmente quando consumida com a casca.

9. Oleaginosas

Nozes, castanha-de-caju, castanha-do-pará, amêndoas, avelãs e outras oleaginosas têm um alto conteúdo de gorduras boas (mono e poli-insaturadas), que ajudam a regular a glicemia e a equilibrar os níveis de colesterol bom e ruim.

Além disso, as oleaginosas, especialmente as amêndoas, ajudam a repor o magnésio, um mineral importante que muitas vezes é perdido pela urina depois de crises hiperglicêmicas. Por ser bastante calóricos, porém, recomenda-se consumir no máximo um punhado desses alimentos por dia, sem adição de sal ou açúcar.

10. Peixes gordurosos

Os peixes como salmão, atum, sardinha e cavalinha são ricos em ômega-3, um ácido graxo conhecido por proteger a saúde do coração, dos vasos sanguíneos e do cérebro. Além disso, esse componente aumenta a sensibilidade das células musculoesqueléticas à insulina e reduz os processos inflamatórios, ajudando a prevenir e controlar a diabetes tipo 2.

Mesmo conhecendo os melhores alimentos para controlar a diabetes, é muito importante ter o acompanhamento do médico e do nutricionista para receber todas as orientações sobre o uso de medicamentos, a dieta e a prática de exercícios que ajudam a combater a doença.

Fonte(s): SBD, STM, Dr. Julio Pimentel, SAÚDE e UOL Notícias

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, diabetes, alimentos, alimentação

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Para conseguir fabricar um novo tecido no local de uma ferida, nosso organismo precisa de alguns nutrientes que atuam como matéria-prima, os quais são encontrados em diversos alimentos que ajudam na cicatrização da pele.

Dessa forma, incluir esses alimentos na dieta e entender qual é a função deles nesse processo é muito importante quem está se recuperando de um corte causado por cirurgia ou acidente.

Os alimentos e a cicatrização

A cicatrização é iniciada a partir de uma inflamação no local da lesão, um processo fisiológico que atrai células de defesa e estimula a formação de novos vasos sanguíneos para levar nutrientes e oxigênio até a ferida.

As “matérias-primas” utilizadas pelo organismo para regenerar a pele lesionada são principalmente as proteínas, que fornecem os aminoácidos para a fabricação do colágeno (uma proteína específica que funciona como uma espécie de cola entre os tecidos), e algumas vitaminas e minerais, que exercem papel importante nesse processo.

Além disso, é preciso ajudar o organismo a manter a inflamação inicial sob controle. Mesmo que ela seja um processo normal, um quadro inflamatório exacerbado pode aumentar demais a produção de colágeno, levando a uma supercicatrização e à formação de queloides (cicatrizes que ultrapassam os limites da pele). Por isso, também é importante consumir alimentos com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

Confira a lista de alimentos que ajudam na cicatrização da pele e saiba o que colocar no seu prato nesse período de recuperação:

1. Carnes magras

O frango e cortes magros de carne vermelha (como patinho, maminha, filé mignon, coxão mole etc.) são fontes ricas em proteínas de alto valor biológico, o nutriente mais importante para que o organismo possa formar novos tecidos.

Esses alimentos fornecem aminoácidos essenciais para a síntese do colágeno e também são fonte de zinco, um mineral necessário para a divisão celular e a regeneração dos tecidos.

2. Leguminosas

As leguminosas como feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico também são ricas em proteínas de alto valor nutricional, com a vantagem de serem livres de colesterol, o que permite equilibrar o consumo de carne.

O feijão e a lentilha, em especial, são ricos em ferro, um mineral fundamental para que as células do sangue possam levar oxigênio e nutrientes até o local da ferida e promover a cicatrização.

Uma exceção entre as leguminosas é a soja, que deve ser evitada durante o processo de cicatrização por ser rica em isoflavonas, substâncias que agravam a inflamação.

3. Peixes gordurosos

Os peixes gordurosos, como salmão, atum, sardinha e arenque, são ricos em ômega-3, um ácido graxo que ajuda a reduzir a inflamação.

Embora o processo inflamatório seja necessário para que o corpo inicie a cicatrização, ele precisa ser mantido sob controle para não causar um aumento excessivo na produção de colágeno, o que pode levar à formação de um queloide.

4. Nozes e castanhas

As oleaginosas fornecem gorduras benéficas com propriedades anti-inflamatórias e são fontes de zinco, de modo que elas contribuem para que o organismo consiga manter a produção de colágeno no ritmo ideal para a cicatrização.

5. Sementes

Enquanto as sementes de linhaça e chia são ricas em ômega-3 e ajudam a formar a membrana celular, as sementes de girassol e de abóbora são fontes de vitamina E, um micronutriente que melhora a qualidade da nova pele por combater a ação dos radicais livres.

Além disso, a vitamina E ajuda o organismo a utilizar a vitamina K e ainda participa da formação das células do sangue, que levam a “matéria-prima” até o local da ferida.

6. Vegetais de folhas verde-escuras

Você já deve ter ouvido falar que vegetais como couve, brócolis, agrião, espinafre e rúcula, entre outros, oferecem uma série de benefícios ao organismo, o que os coloca na lista de alimentos que ajudam na cicatrização da pele.

Esses vegetais de folhas verde-escuras são ricos em vitamina K, que participa da coagulação sanguínea e evita os sangramentos, prevenindo a formação de manchas roxas depois de uma cirurgia – por isso, é importante consumi-los antes do seu procedimento.

Além disso, eles são ricos em substâncias com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, fornecem vitaminas e sais minerais e estimulam a produção do colágeno.

7. Frutas cítricas

Laranja, limão, tangerina, acerola, abacaxi, maracujá e kiwi são alguns exemplos de frutas cítricas, alimentos ricos em antioxidantes, que combatem os danos causados pelos radicais livres, e em vitamina C, um micronutriente necessário para que o organismo consiga fabricar o colágeno.

Além disso, a vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro proveniente de alimentos de origem vegetal, contribuindo para a saúde e o funcionamento das células sanguíneas.

8. Frutas vermelhas

Frutas como amora, framboesa, mirtilo e morango são ricas em flavonoides, substâncias com propriedades antioxidantes que combatem a inflamação e protegem o sistema circulatório, garantindo um bom aporte de oxigênio e nutrientes para a formação da nova pele.

9. Frutas e vegetais de cor roxa

Beterraba, berinjela, repolho-roxo, açaí, uva e cereja são alguns exemplos de alimentos que têm sua cor característica devido à presença da antocianina, um pigmento com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

10. Fígado e ovos

Esses alimentos são excelentes fontes de ferro, o mineral que permite que as células vermelhas carreguem as moléculas de oxigênio e os nutrientes para os tecidos, incluindo o local onde está a ferida. Além disso, o ferro participa da formação do colágeno.

O fígado e os ovos ainda são fontes de vitamina K, que atua no processo de coagulação, e de vitamina A, que funciona como um hormônio e estimula o crescimento das células da pele.

Como você pôde perceber, nosso organismo tem algumas necessidades específicas para conseguir regenerar o tecido cutâneo, por isso não é indicado fazer uma dieta restritiva nesse período.

Embora as frituras, os embutidos e os processados devam ser evitados por atrapalhar a recuperação, a contagem de calorias não deve ser a sua maior preocupação por enquanto. Em vez disso, procure fazer pratos variados para incluir o máximo de alimentos que ajudam na cicatrização e fornecer todos os nutrientes necessários para o seu corpo.

Fonte(s): Tua Saúde, Saúde, Mundo Boa Forma e VIX

 

O fígado desempenha papel fundamental em nosso corpo, realizando funções que afetam todo o metabolismo e permitem o funcionamento geral de nosso organismo.  Por isso, ter uma rotina que inclua o consumo de alimentos bons para o fígado é essencial para a nossa saúde.

Maior glândula do corpo humano, o fígado é especialmente conhecido por seu papel fundamental na digestão (produção da bile). É nele também que ocorre o metabolismo de proteínas e lipídeos, o processamento dos hormônios e a destruição de células sanguíneas que já não estão em boas condições. Ainda, esse órgão tem a função de armazenar vitaminas e minerais e transformar alguns carboidratos em glicose, a nossa principal fonte de energia.

Outra função muito famosa do fígado é a desintoxicação do nosso organismo. Esse órgão promove o metabolismo de gorduras, álcool, nicotina, cafeína e medicamentos, entre outras substâncias, além de filtrar o sangue, capturar as toxinas e enviá-las ao rim para que sejam eliminadas.

Ou seja, o fígado regula o corpo para que ele continue funcionando em toda sua capacidade e promove uma verdadeira limpeza no organismo. Em consequência, um problema nessa glândula causará prejuízos a vários outros órgãos e processos, de forma que é essencial cuidar bem dela. Pensando nisso, elaboramos uma lista com 12 bons alimentos para o fígado para você incluir na sua dieta:

1. Maçã

As maçãs agem como um limpador e neutralizador de toxinas ao longo de todo o sistema digestivo. Isso acontece porque a fruta é rica em pectina e outras substâncias que favorecem a desintoxicação, diminuindo a carga de trabalho para o fígado.

 

2. Abacate

Além fornecer gorduras boas que ajudam a equilibrar os níveis de colesterol, o abacate é fonte de muitos nutrientes que ajudam o fígado a produzir glutationa, substância que permite a desintoxicação causada por diversos elementos absorvidos em nosso dia a dia.

 

3. Alho

O alho é um alimento rico em alicina e selênio, ambos de extrema importância para a limpeza do fígado. Este vegetal ainda possui alto nível de enxofre, que estimula o funcionamento das enzimas envolvidas na eliminação das toxinas.

 

4. Cebola

Muito parecida com o alho na grande quantidade de alicina, a cebola também está entre os alimentos bons para o fígado, favorecendo o funcionamento das enzimas que promovem a limpeza do organismo.

 

5. Frutas cítricas

As frutas cítricas possuem alto nível de vitamina C, uma substância que facilita a tarefa do fígado na hora de converter toxinas em compostos químicos solúveis em água, o que favorece sua eliminação pela urina.

Frutas como o limão, a toranja, laranja e a lima são os destaques nesse grupo. Consumir algumas delas in natura, na forma de suco ou como tempero são boas maneiras de estimular o funcionamento do fígado.

6. Nozes

As nozes são alimentos bons para o fígado por fornecer ômega-3 e glutationa em abundância, componentes que ajudam a fazer a limpeza do organismo. Esses alimentos também são excelentes companheiros do fígado na eliminação da amônia devido ao seu conteúdo de arginina.

 

7. Cenoura

Com fartura de flavonoides e betacaroteno, a cenoura oferece também uma grande variedade de vitaminas (A, B, C, potássio, fósforo e cálcio). Todos estes elementos favorecem o bom funcionamento do fígado e colaboram na prevenção de doenças, principalmente infecções.

 

8. Beterraba

Assim como a cenoura, a beterraba é rica em flavonoides, betacaroteno, vitaminas e minerais, substâncias que são fundamentais em qualquer dieta para permitir o bom funcionamento do fígado e outros órgãos.

O famoso suco de beterraba e cenoura é uma combinação perfeita para quem quer dar uma mãozinha às funções hepáticas.

9. Chá verde

O chá verde, muito conhecido como peça-chave em dietas de emagrecimento, conta com muitos antioxidantes da classe das catequinas, que facilita a execução das principais funções do fígado, principalmente em relação à desintoxicação do organismo.

 

10. Azeite de oliva

Este alimento, assim como a maçã, poupa o excesso de trabalho do fígado. Isso porque ele participa da produção lipídios capazes de absorver uma série de toxinas ao longo de todo o trato digestivo, facilitando sua eliminação.

 

11. Grãos

Os grãos atuam diretamente no controle de gorduras no fígado e fazem com que o órgão se mantenha em equilíbrio para atender a todas as demandas do corpo. Alguns exemplos de bons grãos são os cereais integrais (arroz e trigo, por exemplo), feijão-branco, lentilha e quinoa.

 

12. Vegetais de folhas verdes

Vegetais de folhas verdes como agrião, couve, espinafre, rúcula e salsinha, entre outros, estimulam a produção da bile, necessária para a digestão das gorduras. Além disso, esses alimentos contêm uma grande quantidade de clorofila, substância que neutraliza compostos prejudiciais como produtos químicos, resíduos de pesticidas e metais pesados.

Já os brócolis e a couve-flor favorecem a produção de enzimas que combatem substâncias cancerígenas, ajudando o fígado a livrar o organismo dessas toxinas.

Mude pequenos hábitos e melhore a saúde do seu fígado

Alguns hábitos que você pode adotar no seu dia a dia ajudam o fígado a funcionar de forma plena e regular, o que beneficia outros órgãos e sistemas e proporciona o bom funcionamento do organismo como um todo.

Hábitos como tomar bastante água, optar por refeições com maior valor nutricional e menos alimentos industrializados, não fumar e reduzir o consumo de álcool podem melhorar significativamente o desempenho do seu fígado em todas as suas funções.

Também é importante se lembrar de incluir em suas refeições os alimentos bons para o fígado que listamos neste artigo, de preferência alternando entre eles durante a semana para fornecer ao seu organismo uma boa variedade de nutrientes e benefícios.

Fonte(s): Mundo Boa Forma (1 e 2), Melhor com Saúde (1, 2, 3, 4 e 5), Toda Biologia, Conquiste Sua Vída e Tua Saúde

Maior glândula do corpo humano, o fígado é especialmente conhecido por seu papel fundamental na digestão (produção da bile)

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, alimentos, fígado

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Não importa se foi um jogador de futebol profissional que caiu em campo devido a uma câimbra ou se foi você que sentiu esse incômodo ao praticar sua série na academia: sempre vai aparecer alguém aconselhando a comer uma banana, pois essa fruta é rica em potássio. Mas será que a banana evita câimbras mesmo ou isso não passa de mito?

De fato, a banana é uma fruta cheia de benefícios para o nosso corpo e realmente pode ajudar em alguns casos de câimbra, mas, por si só, ela não é garantia de que estaremos livres desses espasmos musculares.

O que são as câimbras?

A câimbra é uma dor súbita e paralisante originada por uma contração muscular involuntária que pode acometer qualquer parte do corpo, mas que geralmente atinge a panturrilha (batata da perna), a parte de trás da coxa, os pés e as mãos.

Esse espasmo violento pode durar de segundos a minutos, e o mais comum é que surja durante ou depois de um exercício físico extenuante, quando sofremos de fadiga muscular.

Causas da câimbra

As causas da câimbra ainda são objeto de estudo, mas já se sabe que elas são mais frequentes quando se combina a desidratação com o desequilíbrio eletrolítico, o que inclui a insuficiência de cálcio, sódio, potássio e magnésio.

Esse é um efeito comum quando uma pessoa com pouco preparo físico realiza exercícios muito puxados, pois seus músculos experimentam a fadiga devido à insuficiência de água, sais minerais e também de algumas vitaminas (como B1, B5 e B6).

Além disso, uma oxigenação insuficiente pode levar à fadiga muscular devido ao acúmulo de ácido lático – uma espécie de lixo metabólico resultante da quebra da glicose para gerar energia em condições de baixo oxigênio no sangue. Assim, uma respiração incorreta durante os exercícios também contribui para o surgimento do problema.

Contudo, mesmo para quem leva uma vida sedentária, a perda de água, sódio e outros sais minerais pelo suor e pela urina também pode dar origem às câimbras noturnas.

Esses espasmos musculares também podem ser resultado da gestação (devido ao peso adicional, às alterações na circulação sanguínea e à compressão dos nervos e vasos pelo bebê) e de condições e doenças como diabetes, anemia, hipotireoidismo, alcoolismo, hipoglicemia, insuficiência venosa e cirrose hepática.

O uso de alguns medicamentos diuréticos (furosemida), broncodilatadores para a asma (salbutamol), reguladores da pressão (nifedipina) e para controlar o colesterol (lovastatina) também podem favorecer as câimbras.

A banana evita câimbras?

Mais ou menos. A banana é rica em água, potássio e carboidratos (que fornecem glicose). Dessa forma, em teoria ela poderia ajudar a combater as câimbras por ajudar a manter a hidratação do corpo, fornecer energia aos músculos e repor os níveis de potássio – mas isso nem sempre se confirma.

Embora o potássio seja o mineral mais lembrado quando falamos em câimbras, sua insuficiência está mais relacionada à fraqueza e à paralisia muscular do que às contrações involuntárias. Enquanto isso, os elementos que mais parecem estar envolvidos nas câimbras são o sódio, o cálcio e o magnésio.

Dessa forma, comer uma banana antes ou durante os exercícios pode ajudar a prevenir ou cessar a câimbra principalmente se a causa for a falta de energia. Se a origem do espasmo for o desequilíbrio eletrolítico, a fruta ajuda a repor apenas o potássio – de modo que o sódio, o cálcio e o magnésio ainda vão ficar faltando.

E, é claro, se a câimbra for causada por outras condições, a banana não oferece nenhuma vantagem especial em relação a outros alimentos.

Como evitar as câimbras

A melhor forma de prevenir as câimbras durante e depois dos exercícios físicos é garantir um bom condicionamento, manter uma hidratação adequada, seguir uma dieta que forneça todos os elementos necessários e fazer alongamentos antes e depois dos treinos.

Já para espasmos originados por problemas de saúde ou pelo uso de medicamentos, a solução envolve o tratamento da doença ou a substituição dos remédios – sempre com acompanhamento médico.

Ou seja, quando alguém nos diz que a banana evita câimbras, isso realmente tem um fundo de verdade, mas essa fruta não é suficiente para garantir que nunca vamos sofrer com essas contrações musculares tão dolorosas.

Fonte(s): O Globo, Saúde, Tua Saúde, MD Saúde e SO Nutrição

 

Dar preferência a uma alimentação saudável é uma das melhores formas de prevenir o surgimento de tumores malignos. Para isso, é necessário reforçar o consumo de alimentos poderosos contra o câncer e evitar aqueles que aumentam o risco dessa doença.

De acordo com o INCA, a alimentação inadequada é a segunda maior causa de câncer que poderia ser evitada, perdendo apenas para o cigarro. Estima-se que 20% dos tumores malignos e 35% das mortes por essa doença tenham origem nos hábitos alimentares dos pacientes.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os alimentos que você deve incluir no seu prato para ter uma dieta mais saudável e se prevenir contra as neoplasias:

1. Espinafre

Os vegetais de folhas verde-escuras trazem muitos benefícios para a nossa saúde, mas é o espinafre que mais se destaca na prevenção do câncer. Isso acontece porque ele é rico em substâncias como o ácido fólico e a vitamina E.

A insuficiência de ácido fólico no organismo está associada a um maior risco do surgimento de tumores, pois ele é essencial para o funcionamento de enzimas que fazem a manutenção do DNA das células. Assim, quando ingerimos ácido fólico em quantidade suficiente, ajudamos nosso corpo a combater a formação de células defeituosas que poderiam se tornar malignas com o tempo.

A vitamina E, por sua vez, é um excelente antioxidante. Dessa forma, ela combate a ação dos radicais livres, que causam danos no DNA e podem levar ao surgimento de um câncer. As pesquisas mostram que a vitamina E é especialmente poderosa contra o câncer de próstata.

2. Uvas de cor escura

A casca das uvas de cor roxa ou vermelho-escura é rica em resveratrol, uma substância capaz de combater o câncer por diversos mecanismos e de potencializar o efeito da quimioterapia em pacientes que já estão em tratamento.

Seu modo de ação inclui as capacidades de aumentar a taxa de morte de células defeituosas, diminuir a proliferação de células malignas, regular o ciclo de vida das células e controlar o funcionamento das enzimas antioxidantes.

Além da fruta em si, é possível ingerir o resveratrol ao consumir o suco ou o vinho feito com uvas de casca escura.

3. Castanha-do-pará

A castanha-do-pará é uma oleaginosa muito rica em selênio, um mineral que atua como antioxidante e combate os radicais livres que se ligam ao DNA, danificam nosso material genético e podem causar um câncer.

Consumir uma castanha-do-pará ao dia já supre as quantidades de selênio necessárias. O consumo de mais de duas castanhas diariamente não é recomendado, pois o mineral pode se acumular nos tecidos de forma prejudicial.

4. Alho

Ao ser amassado, como acontece na culinária, os dentes de alho produzem uma reação química que dá origem a um composto capaz de reduzir o crescimento e provocar a morte de células defeituosas, evitando a formação de um tumor maligno.

Além disso, o alho contém selênio, vitamina C, manganês e vitamina B6, que atuam como antioxidantes e combatem os danos celulares causados pelos radicais livres.

O alho se destaca principalmente na diminuição dos riscos de câncer de esôfago, estômago, intestino, mama, cólon de útero e próstata.

5. Salmão

O salmão e outros peixes gordurosos de água salgada, como o arenque e a sardinha, são famosos por seu alto conteúdo de ômega-3, um ácido graxo com alto poder antioxidante que reduz os riscos de doenças cardiovasculares.

Além disso, o ômega-3 também previne o envelhecimento precoce das células, fazendo com que elas se reproduzam de forma saudável. Dessa forma, reduz-se o risco da formação de células defeituosas, que poderiam se tornar malignas, diminuindo também o surgimento de câncer.

Porém, assim como acontece com outros alimentos desta lista, o consumo de salmão deve ser moderado, pois o excesso de ômega-3 na alimentação ou suplementação pode favorecer o surgimento ou agravar o câncer de próstata.

6. Goiaba

Assim como outras frutas e legumes amarelos, laranjas e vermelhos, a goiaba é rica em carotenoides, substâncias que atuam na prevenção do câncer de pele, mama e próstata. Essa fruta se destaca por ser rica em licopeno, um composto poderoso no combate aos danos causados pelos radicais livres e que não é produzido pelo organismo.

Além disso, a goiaba é muito rica em vitamina C, que também atua contra o câncer e potencializa a quimioterapia. Embora a laranja seja a fruta mais famosa quando falamos em vitamina C, a goiaba fornece cinco vezes mais desse nutriente.

7. Molho de tomate

Semelhante à goiaba, o tomate é muito rico em licopeno. A diferença é que, nesse caso, ele fica dentro das células e é liberado quando esse fruto é aquecido. Já dentro do nosso organismo, a absorção do licopeno é facilitada pela presença de gorduras.

Dessa forma, o molho de tomate é um excelente alimento para prevenir o câncer, pois ele é feito com várias unidades desse fruto, passa pelo processo de cozimento e recebe a adição de óleos. Porém, para obter esses benefícios, é preciso utilizar o tomate orgânico, completamente livre de agrotóxicos – infelizmente, esse fruto está entre os mais contaminados por pesticidas.

A melhor forma de aproveitar as propriedades antitumorais é fazer o molho de tomate em casa, adicionando o azeite de oliva e evitando o uso de conservantes e corantes artificiais.

Alimentos que aumentam o risco de câncer

Como regra, os alimentos que mais aumentam o risco de desenvolvimento de um tumor maligno são os industrializados. Adoçantes artificiais, alimentos ricos em gorduras e açúcares, carnes vermelhas, embutidos e alimentos cheios de conservantes e corantes são os mais perigosos.

Você pode consumir uma fritura de vez em quando, por exemplo, mas sempre com moderação. Procure deixar essas opções de lado e dê preferência aos alimentos poderosos contra o câncer, como aqueles apresentados acima, entre outras frutas, verduras, legumes, castanhas e cereais integrais.

Fonte(s): Saúde Melhor, IG, Abril, Tua Saúde e Vix

De acordo com o INCA, a alimentação inadequada é a segunda maior causa de câncer que poderia ser evitada, perdendo apenas para o cigarro

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, câncer, prevenção, alimentos, dieta

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Muito mais do que conferir cor e sabor a diversos pratos, os benefícios da beterraba para a nossa saúde vão desde o combate ao envelhecimento até a potencialização de tratamentos contra o câncer, passando pela proteção ao coração e a manutenção do desejo sexual.

Se você já é fã dessa hortaliça de coloração viva e sabor adocicado, saiba que suas propriedades não se resumem apenas à raiz. Na verdade, os talos e as folhas também são riquíssimos em vitaminas e minerais, muitas vezes se destacando mais do que a parte roxa que consumimos habitualmente. Conheça os principais benefícios desse vegetal:

1. Controla a pressão arterial

A combinação de nutrientes da beterraba é capaz de aumentar a elasticidade e melhorar o funcionamento dos vasos, permitindo que o sangue circule com menos dificuldades.

Porém, nesse caso a substância que se destaca mesmo é o nitrato, que dá origem ao óxido nítrico. Essa molécula é capaz de relaxar as paredes das artérias e aumentar o seu calibre (efeito de vasodilatação), o que resulta em uma pressão mais baixa – ideal para quem sofre de hipertensão.

2. Aumenta a capacidade física durante os exercícios

Outro efeito do nitrato presente na beterraba é um aumento no aporte de oxigênio para os músculos, de forma que eles conseguem responder melhor às exigências da prática de exercícios.

Além disso, essa hortaliça dá mais resistência e energia aos atletas, melhorando seu desempenho nas últimas etapas da atividade física, que costumam ser mais difíceis devido ao cansaço.

3. Previne a demência em pessoas idosas

Os efeitos da beterraba sobre a parede das artérias promovem uma melhora na circulação sanguínea de todo o organismo, inclusive do cérebro.

Dessa forma, essa hortaliça combate os prejuízos causados pela diminuição da irrigação cerebral consequente do avanço da idade, prevenindo o desenvolvimento e a progressão da demência senil.

4. Melhora a função gastrointestinal

Por ser rica em fibras, a beterraba contribui para o bom funcionamento do intestino, evitando problemas como prisão de ventre e hemorroidas.

Além disso, a betaína, presente nessa hortaliça, ajuda a regular a produção de ácido pelo estômago, mantendo níveis saudáveis para a digestão e prevenindo condições como azia e gastrite.

5. Combate a depressão e a ansiedade

A beterraba contém triptofano, que é utilizado pelo organismo para produzir serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento e que frequentemente está em falta em pessoas com depressão ou ansiedade.

Essa hortaliça ainda fornece betaína e folato, duas substâncias que também impactam positivamente na regulação do humor.

6. Protege o coração e os vasos sanguíneos

De acordo com umestudo realizado em Goiás, o suco das folhas e talos da beterraba ajuda a manter níveis saudáveis do colesterol bom (HDL), que protege o coração, mesmo depois de uma refeição gordurosa.

Além disso, a betacianina, o pigmento que dá cor à beterraba, é um antioxidante que impede que o colesterol ruim (LDL) forme placas de gordura nas paredes das artérias, a principal causa dos derrames e infartos.

7. Contribui para a formação dos bebês

Além de todos os outros benefícios da beterraba, as gestantes podem se beneficiar dessa hortaliça porque ela é rica em ácido fólico, um componente essencial para o desenvolvimento da medula espinhal e do tubo neural dos bebês.

8. Ajuda a combater alguns tipos de câncer

Essa propriedade se deve novamente ao pigmento betacianina, um antioxidante capaz de reduzir a velocidade do crescimento de tumores em pessoas com câncer de próstata e de mama.

Além disso, o extrato de beterraba pode potencializar o efeito de alguns medicamentos quimioterápicos, como a doxorrubicina, no tratamento de tumores malignos de mama, próstata e pâncreas.

9. Preserva a saúde sexual

Além da melhora da circulação, reforçando o aporte sanguíneo também para os órgãos sexuais, a beterraba fornece uma grande quantidade de boro, um mineral que participa da produção da testosterona, hormônio relacionado ao desejo em homens e mulheres.

10. Fornece uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais

As folhas da beterraba contêm grandes doses de vitamina C, que contribui para o reforço do sistema imunológico e combate o envelhecimento precoce por participar da produção do colágeno, que confere firmeza e elasticidade à pele.

Os talos, por sua vez, são ricos em carotenoides, substâncias precursoras da vitamina A, que é importante para a saúde dos olhos. A beterraba ainda contém vitaminas do complexo B, que protegem o sistema nervoso e são necessárias para prevenir a anemia.

Essa hortaliça também é rica em cálcio e potássio, que são essenciais para a contração muscular, e em zinco, que estimula as defesas do organismo.

Como aproveitar os benefícios da beterraba

A melhor forma de usufruir ao máximo as propriedades da beterraba é consumir todas as suas partes. Para isso, além de observar a aparência da raiz em si, escolha hortaliças cujas folhas e talos tenham uma cor viva e uma textura tenra.

A parte roxa pode ser consumida crua (como em saladas, sanduíches e sucos). Se preferir cozinhar a beterraba, a dica é colocá-la na panela de pressão ainda com a casca, de forma a preservar seus nutrientes.

Já as folhas podem ser consumidas refogadas ou cruas, podendo ser utilizadas em saladas, enquanto os talos podem ser utilizados em preparações como sopas, omeletes e tortas salgadas.

Outra forma de consumir essas partes é em forma de suco, com a receita da equipe de pesquisadores envolvida no estudo que comprovou a ação benéfica da beterraba sobre o colesterol bom.

Para isso, coloque 9 folhas e talos de beterraba devidamente higienizados no liquidificador, bata com 100 ml de água, coe e beba logo em seguida. Se desejar, você pode utilizar água de coco ou acrescentar limão, abacaxi ou gengibre.

Vale lembrar que, mesmo crescendo embaixo da terra, essa hortaliça está sujeita à contaminação por agrotóxicos. Por isso, sempre que possível, dê preferência às versões orgânicas, aproveitando ainda mais os benefícios da beterraba para a sua saúde.

Fonte(s): Saúde, Mundo Boa Forma, Oxford Academic, WebMD, NCBI, UFG e G1