Quais são os tipos de gorduras corporais que todo mundo tem?

Quando falamos na gordura do nosso corpo, a primeira coisa que vem à mente é que esse é um componente muito prejudicial à saúde. Contudo, você sabia que nem todo tecido adiposo é igual? Veja quais são os tipos de gordura corporal e descubra que nem todos eles são sinônimos de doença:

1. Gordura essencial

Como você pode deduzir pelo nome desse componente, a gordura essencial é imprescindível para o bom funcionamento do organismo. Esse é o tecido adiposo que atua na regulação da temperatura corporal, na produção de vários hormônios e na absorção de vitaminas, além de ser o principal constituinte da membrana das células, junto com as proteínas.

A gordura essencial também funciona como a reserva de energia para vários órgãos e é necessária para a manutenção dos processos que ocorrem no cérebro, no coração, nos pulmões e no fígado, entre outros.

2. Gordura branca

Sabe aquela gordurinha localizada que insiste em não sair mesmo com dieta e exercícios? Essa é a gordura branca, que recebe esse nome porque é realmente esbranquiçada em função da sua baixa quantidade de vasos sanguíneos. Esse tipo corresponde a 90% do tecido adiposo do nosso organismo e ajuda a proteger nossos órgãos dos impactos do dia a dia. Contudo, a má notícia é que, em excesso, ele causa uma série de problemas.

O principal papel da gordura branca é fazer a transformação das calorias excedentes da dieta em mais gordura, o que é importante para que nosso organismo tenha energia. Porém, como você pode imaginar, esse tipo de gordura tende a se acumular, tornando-se prejudicial.

Além de ser a principal reserva de triglicerídeos do organismo, a gordura branca promove uma resistência à leptina, um hormônio que confere sensação de saciedade. Como resultado, uma pessoa com excesso desse tipo de gordura vai sentir mais fome, e sua tendência será ganhar ainda mais peso.

3. Gordura marrom

Se você já ouviu falar que existem gorduras boas em nosso organismo, saiba que uma delas é a gordura marrom – que tem essa coloração por receber um maior aporte de sangue. Esse tipo de tecido adiposo tem a função de fazer o isolamento térmico do nosso corpo e, ao contrário da gordura branca, ele queima calorias para cumprir seu papel.

Existe até mesmo um estudo da Universidade de Harvard que demonstrou que a gordura marrom é ativada por temperaturas mais baixas, de forma que o frio ajudaria a reduzir o excesso de gordura branca ao estimular a queima calórica. O problema é que, infelizmente, a quantidade desse tipo de tecido adiposo não é muito alta em nosso organismo.

4. Gordura bege

De forma semelhante à gordura marrom, a gordura bege também queima calorias para produzir calor e manter nossa temperatura corporal em uma faixa adequada. Esse tipo de tecido adiposo tem origem na gordura branca, que é transformada em bege quando praticamos exercícios físicos.

Porém, o mais interessante é que a gordura bege também ajuda a transformar a gordura branca (“ruim”) em marrom (“boa”). Dessa maneira, fica evidente que os exercícios não apenas queimam a gordura prejudicial, mas também estimulam a produção da gordura benéfica. Vantagem dupla!

5. Gordura subcutânea

A gordura subcutânea fica armazenada logo abaixo da pele. Essa é aquele gordurinha que podemos perceber ao beliscar braços, pernas e barriga com os dedos.

Embora não seja tão prejudicial quanto a gordura branca ou a visceral, o excesso de gordura subcutânea pode incomodar porque deixa uma aparência mais rechonchuda e impede a visualização dos músculos. Além disso, essa é a gordura responsável pelo surgimento da celulite.

6. Gordura visceral

Quando falamos em quais são os tipos de gordura corporal, não podemos deixar de citar a gordura visceral, que é a mais prejudicial de todas. Esse tipo de tecido adiposo consiste na gordura branca que se deposita entre os órgãos, atrás da parede do abdômen e na cavidade peritoneal.

O excesso de gordura visceral está relacionado a uma maior propensão a várias doenças e complicações, como hipertensão, níveis elevados de colesterol, infarto e acidente vascular cerebral. Além disso, ela agrava os processos inflamatórios e diminui o metabolismo e a queima de gordura.

Como evitar o excesso de gordura

Não importa qual é o tipo de gordura que você deseja queimar: a receita para eliminar o excesso de tecido adiposo é fazer uma reeducação alimentar, adotando uma dieta saudável, e praticar exercícios físicos aeróbicos e de força regularmente. Em alguns casos de gordura branca e subcutânea, pode ser necessário recorrer aos tratamentos estéticos para obter resultados mais visíveis.

Independente de quais são os tipos de gordura corporal, ter bons hábitos de vida é sempre o melhor caminho para evitar o acúmulo de tecido adiposo e o consequente sobrepeso. Por isso, não espere o alerta da balança para cuidar de você mesmo.

Fonte(s): Minha Vida, Boa Forma, Dicas de Mulher e Harvard Medical School

Independente de quais são os tipos de gordura corporal, ter bons hábitos de vida é sempre o melhor caminho para evitar o acúmulo de tecido adiposo e o consequente sobrepeso

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, gordura corporal, alimentação

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Evitar doces e frituras é uma das principais medidas para manter um nível adequado de açúcar no sangue, mas também é necessário incluir opções que ajudem o organismo nesse processo. Por isso, saber quais são os melhores alimentos para controlar a diabetes pode te ajudar a seguir um cardápio equilibrado.

O planejamento alimentar para pessoas diabéticas deve conter opções que evitem o pico glicêmico e protejam a saúde do coração, pois esses pacientes apresentam risco mais elevado para as doenças cardiovasculares.

Se esse é o seu caso ou se você simplesmente deseja ter uma alimentação mais saudável, conheça os alimentos que devem estar no seu prato:

1. Abacate

Rico em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, conhecidas como “gorduras boas”, o abacate ajuda a combater a resistência à insulina. Além disso, seu conteúdo lipídico favorece o equilíbrio entre os níveis de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL), atuando como um fator de proteção contra as doenças cardiovasculares.

Para aproveitar esses benefícios, porém, recomenda-se ingerir no máximo quatro colheres de sopa de abacate por dia, sem adição de açúcar refinado, pois essa fruta é muito calórica e pode favorecer o ganho de peso se consumida em excesso.

2. Aveia

A aveia é rica em betaglucana, uma fibra que se expande e forma uma espécie de gel consistente quando chega ao estômago. Com isso, ela prolonga a sensação de saciedade e retarda a absorção de glicose pelo sangue, ajudando a manter a glicemia em níveis mais baixos.

Além disso, a aveia reduz a absorção de colesterol pelo organismo, colaborando com a proteção do sistema cardiovascular.

3. Batata-yacon

A batata-yacon contém um alto teor de inulina, um tipo diferente de carboidrato. Em consequência, a glicose fornecida por essa variedade acaba sendo menos absorvida pelo organismo em relação à batata-inglesa.

Ainda em função da inulina, a yacon tem um sabor mais adocicado, que se assemelha ao de algumas frutas como melão e pela, e deve ser consumida crua. Uma boa dica é incluí-la em pequenas porções no lanche da manhã ou da tarde, sem cometer excessos.

Vale esclarecer que, embora muitas pessoas digam que o chá de folhas yacon é bom para diabetes, seu efeito sobre a glicose é apenas momentâneo, enquanto seu consumo prolongado pode levar a problemas graves nos rins.

4. Brócolis e outros vegetais crucíferos

Vegetais crucíferos como agrião, brócolis, couve-flor, couve-manteiga, repolho, rúcula etc. são conhecidos por serem ricos em vitaminas A, B9 (folato), C, E e K, minerais como cálcio, magnésio e ferro e diversas substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias.

Assim, além de prolongar a saciedade e reduzir a absorção de açúcar pelo seu alto conteúdo de fibras, esses vegetais também ajudam a diminuir a produção de glicose pelo organismo, especialmente para pessoas obesas ou com diabetes tipo 2 não controlada.

5. Canela

Quando adicionada às refeições, a canela previne a absorção de grandes doses de glicose pelo organismo e reduz a velocidade do esvaziamento do estômago, evitando o pico glicêmico. Além disso, ela aumenta a sensibilidade à insulina, o que diminui a concentração de glicose no sangue.

Essa especiaria também é rica em substâncias que combatem o estresse oxidativo nas células, um fator-chave no desenvolvimento da diabetes tipo 2. Ainda, o consumo da canela está relacionado à diminuição dos níveis do colesterol ruim (LDL) e dos triglicérides, contribuindo para uma boa saúde cardiovascular.

6. Feijão e outras leguminosas

As leguminosas como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico são ricas em fibras, que contribuem para o controle do apetite e reduzem a velocidade de absorção da glicose, evitando o aumento abrupto da glicemia.

Para aproveitar esses benefícios ao máximo, recomenda-se equilibrar as quantidades de leguminosas com as porções de alimentos como arroz, batata e massas, pois elas também são compostas principalmente por carboidratos.

7. Linhaça e chia

Essas sementes contêm fibras solúveis que reduzem o pico glicêmico, de forma a exigir uma menor produção de insulina pelo corpo – e isso evita que as células se tornem resistentes a esse hormônio, ajudando a prevenir e combater a diabetes tipo 2.

Além disso, a linhaça e a chia contêm ácido alfalinolênico (ALA), um dos componentes do ômega-3 que combate inflamações, prevenindo o desenvolvimento da diabetes, e que protege o sistema cardiovascular e o cérebro.

8. Maçã

A maçã contém uma fibra chamada pectina, conhecida por auxiliar no controle da glicemia ao retardar a absorção de glicose. Além disso, esse componente diminui a absorção do colesterol ruim, prolonga a sensação de saciedade e contribui para o bom funcionamento do intestino, principalmente quando consumida com a casca.

9. Oleaginosas

Nozes, castanha-de-caju, castanha-do-pará, amêndoas, avelãs e outras oleaginosas têm um alto conteúdo de gorduras boas (mono e poli-insaturadas), que ajudam a regular a glicemia e a equilibrar os níveis de colesterol bom e ruim.

Além disso, as oleaginosas, especialmente as amêndoas, ajudam a repor o magnésio, um mineral importante que muitas vezes é perdido pela urina depois de crises hiperglicêmicas. Por ser bastante calóricos, porém, recomenda-se consumir no máximo um punhado desses alimentos por dia, sem adição de sal ou açúcar.

10. Peixes gordurosos

Os peixes como salmão, atum, sardinha e cavalinha são ricos em ômega-3, um ácido graxo conhecido por proteger a saúde do coração, dos vasos sanguíneos e do cérebro. Além disso, esse componente aumenta a sensibilidade das células musculoesqueléticas à insulina e reduz os processos inflamatórios, ajudando a prevenir e controlar a diabetes tipo 2.

Mesmo conhecendo os melhores alimentos para controlar a diabetes, é muito importante ter o acompanhamento do médico e do nutricionista para receber todas as orientações sobre o uso de medicamentos, a dieta e a prática de exercícios que ajudam a combater a doença.

Fonte(s): SBD, STM, Dr. Julio Pimentel, SAÚDE e UOL Notícias

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, diabetes, alimentos, alimentação

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As alergias alimentares são reações exageradas do sistema imunológico que podem ter consequências muito sérias, inclusive oferecendo risco de levar a pessoa à morte em casos muito graves.

Esse problema é mais frequente entre as crianças com menos de 3 anos, podendo se manifestar entre 6% a 8% dessa população. Já entre os adultos, a ocorrência é de cerca de 3% das pessoas.

A alergia alimentar é diferente da intolerância a determinados alimentos (como a intolerância à lactose). Isso acontece porque a intolerância não envolve as células do sistema imunológico, e sim a dificuldade do organismo em processar alguns produtos.

Alimentos que mais causam alergia

Qualquer alimento pode desencadear uma reação alérgica em pessoas que tenham essa pré-disposição. Contudo, estima-se que 90% dos casos sejam causados por estes alimentos:

Leite e seus derivados

O leite e os laticínios são os maiores causadores de alergia alimentar no Brasil. Nesse caso, a reação é desencadeada pelas proteínas do leite (e não pela lactose, que é um açúcar e causa a intolerância). Em geral, o problema desaparece a partir dos 5 anos.

Ovo

Algumas pessoas podem ter reação alérgica ao ovo cru ou pouco cozido e não apresentar nenhum problema ao consumir pratos assados que foram preparados com ovos, como bolos e massas. Quem tem alergia ao ovo também deve se atentar à composição das vacinas, pois algumas contêm proteínas extraídas desse alimento.

Amendoim e castanhas

Qualquer tipo de castanha, incluindo amêndoas, avelãs, castanha-de-caju, nozes e pistache, por exemplo, pode causar alergia. Porém, o amendoim costuma ser o maior vilão – justamente por ser a oleaginosa mais consumida.

Frutos do mar

O campeão desse grupo é o camarão, que também é o representante mais comum. Em geral, os frutos do mar causam alergia porque não são consumidos o ano todo, mas sim apenas no verão, e isso pode fazer com que o sistema imunológico confunda suas proteínas com partículas perigosas.

Sintomas das alergias alimentares

Os sintomas de alergia alimentar costumam surgir logo depois da ingestão do alimento ou em até duas horas depois, raramente passando desse intervalo. Como essa alergia se trata de uma reação que afeta o corpo como um todo, ela pode atingir diversos órgãos.

Os principais sintomas de alergia alimentar são:

  • Inchaço na face, especialmente nos lábios, língua, orelhas e olhos;
  • Manchas vermelhas pele;
  • Coceira;
  • Urticária;
  • Diarreia;
  • Dor abdominal;
  • Vômitos;
  • Tosse;
  • Rouquidão;
  • Chiado no peito.

Reação anafilática

Em caso de alergia alimentar grave, os sintomas podem se manifestar de forma muito intensa e levar a um quadro muito sério conhecido como reação anafilática. 

Nesse caso, além dos sintomas já mencionados, a pessoa pode sofrer um edema de glote, que consiste no estreitamento da garganta e o bloqueio da passagem de ar.

Ela também pode desenvolver o choque anafilático, que envolve queda de pressão, alterações no ritmo cardíaco e colapso hemodinâmico (quando a corrente sanguínea não chega a todos os órgãos de forma suficiente). Se não houver atendimento médico imediatamente, o choque anafilático pode levar à morte.

Causas das alergias alimentares

As reações alérgicas acontecem quando o sistema imunológico confunde uma partícula inofensiva com uma ameaça ao organismo. No caso da alergia alimentar, essas partículas costumam ser algumas proteínas específicas.

Quando essas partículas são detectadas corrente sanguínea, as células de defesa iniciam uma reação em cadeia para destruí-las. Essa reação envolve a liberação de uma grande quantidade de histamina, a substância que causa os sintomas da alergia. 

Ter uma alergia alimentar ou não é uma característica genética. Sabe-se que pessoas que têm outros tipos de alergia, como a rinite alérgica, ou que vêm de famílias com histórico de alergia têm mais chance de também apresentar essa reação.

Tratamento das alergias alimentares

O tratamento das alergias alimentares costuma ser feito com medicados utilizados por via oral. Dependendo da gravidade dos sintomas, o médico pode prescrever um anti-histamínico, que combate os efeitos da histamina no corpo, ou um corticoide, que age diminuindo a ação do sistema imunológico.

Em caso de reação anafilática, o tratamento de emergência é feito com uma injeção de adrenalina e o uso de máscara de oxigênio.

Como identificar as alergias alimentares

Quando existem suspeitas de alergia alimentar, o médico pode solicitar um teste de alergia para identificar quais itens podem despertar essa reação. Existem dois tipos principais de exame:

  • Teste de alergia de pele: algumas gotas do extrato dos alimentos a serem testados são depositadas sobre a pele. Depois de algumas horas, observa-se se houve reação como urticária, manchas vermelhas ou coceira;
  • Teste de alergia de sangue: trata-se de um exame feito no laboratório no qual a pessoa deve ingerir uma pequena quantidade do alimento suspeito. Em seguida, coleta-se uma amostra de sangue que será analisada para verificar indícios de reação alérgica, em conjunto com o surgimento de sintomas.

Ao suspeitar da existência de alergias alimentares ou qualquer outro tipo de reação alérgica, utilize o site ou o aplicativo do MEDPREV para agendar uma consulta com o alergologista e conhecer os cuidados específicos para o seu caso.

 

 

Fazer de tudo para emagrecer e não conseguir, descobrir que você tem uma restrição alimentar, ter vontade de melhorar sua alimentação e sua qualidade de vida… Se você não tinha certeza de quando procurar um nutricionista, saiba que esses são alguns dos sinais de que este momento chegou.

Embora quase sempre sejam associados a dietas para emagrecer (ou para “passar fome”, como algumas pessoas acreditam equivocadamente), o profissional especialista em nutrição é uma fonte de conhecimento confiável sobre alimentação e saúde – algo importantíssimo quando temos tantas informações conflitantes à disposição na internet.

Conheça algumas das principais situações em que vale a pena buscar a orientação de um nutricionista para ajudar você a alcançar seus objetivos e melhorar a sua saúde:

1. Seu corpo não está recebendo todos os nutrientes de que precisa

Você vive resfriado? Suas unhas estão quebradiças? Você não tem energia suficiente para dar conta de todos os seus compromissos? Pois saiba que todos esses problemas podem estar relacionados a um déficit nutricional, o que significa que a oferta de nutrientes para o seu corpo não está sendo suficiente.

Cada um de nós têm rotina e necessidades nutricionais diferentes, e o nutricionista é a pessoa que pode nos ajudar a identificar onde está esse desequilíbrio e o que fazer para corrigi-lo.

2. Você gostaria de emagrecer e manter os resultados

Se você já fez alguma “dieta maluca”, você sabe que até pode perder alguns quilos nos primeiros dias, mas eles acabam voltando pouco tempo depois – já que é muito difícil seguir dietas restritivas como a “dieta do suco”, a “dieta da sopa” etc.

Dessa forma, se você quer emagrecer por motivos de saúde ou simplesmente para se sentir mais feliz com você mesmo, o melhor a fazer é buscar a orientação de um nutricionista. Além de determinar a faixa de peso ideal para o seu biótipo e a sua rotina, esse profissional pode te mostrar o melhor caminho para atingir seu objetivo de forma sustentável.

Por meio da reeducação alimentar, o nutricionista ajuda seus pacientes não apenas a emagrecer, mas também os ensina a fazer escolhas mais saudáveis para o resto da vida – e isso passa bem longe de passar fome! Assim, você consegue perder os quilos extras e adota hábitos que vão te ajudar a manter a nova silhueta, sem engordar tudo de novo e sem comprometer a sua saúde.

3. Você quer ganhar peso ou massa muscular

Se emagrecer é difícil, ganhar peso não é muito diferente – não é à toa que tanta gente faz uma alimentação riquíssima em calorias, segue uma rotina de treinos puxada e mesmo assim não consegue ver seus músculos se desenvolvendo.

Nesse caso, o nutricionista é quem pode ajudar você a descobrir quais alimentos colocar no seu prato, as quantidades certas e os melhores horários para consumir cada refeição, seja antes ou depois do treino.

Além disso, esse profissional está preparado para orientar atletas e pessoas comuns sobre a suplementação, de modo que produtos como hipercalóricos, multivitamínicos, whey protein etc. possam ser utilizados de forma complementar à alimentação, proporcionando resultados satisfatórios e seguros.

4. Você descobriu uma restrição alimentar

Depois de muito investigar, você descobriu que tem doença celíaca, intolerância à lactose ou outra condição que restrinja a sua alimentação? Pois esse é mais um momento em que procurar um nutricionista é fundamental para saber como conduzir a sua dieta.

Com o acompanhamento, você vai aprender novas formas de preparar suas refeições e receber orientações para que essa restrição não comprometa tanto a sua rotina e a sua vida social – além, é claro, de monitorar se os outros nutrientes estão sendo supridos de forma adequada.

5. Controlar doenças que são influenciadas pela alimentação

A comida pode ser uma grande vilã para pessoas com diabetes ou hipertensão, mas também pode se tornar na sua maior aliada quando existe uma orientação profissional. Nesses casos, o nutricionista pode elaborar um cardápio específico para as necessidades e preferências do paciente.

Um paciente diabético, por exemplo, precisa limitar seu consumo de açúcar, mas isso não significa que não seja possível encaixar uma guloseima ou uma versão especial desse alimento na sua dieta. Para que isso não prejudique o controle da glicemia, porém, é preciso que haja muito equilíbrio – algo que o nutricionista é especialista em alcançar.

Da mesma forma, pacientes hipertensos podem contar com esse profissional para aprender como substituir o sal, descobrir alimentos que aumentam ou diminuem a pressão e, claro, fazer o controle do peso de uma forma saudável.

6. Garantir a saúde em todas as fases da vida

As necessidades nutricionais de uma pessoa se modificam com o passar dos anos ou até mesmo dos meses dependendo da fase da vida em que ela está. Nem sempre temos o conhecimento para identificá-las e supri-las, mas o nutricionista pode nos auxiliar nessa tarefa.

Na infância, por exemplo, ele pode contribuir tanto para que a alimentação atenda a todas as necessidades da criança quanto para o desenvolvimento de suas preferências alimentares. Esse acompanhamento precoce ajuda a evitar a obesidade infantil, refletindo-se também na redução do risco do sobrepeso ou de distúrbios alimentares na adolescência.

Na vida adulta, a orientação é fundamental não apenas para o controle do peso, mas também para que a dieta seja um fator de prevenção contra doenças que podem se desenvolver no futuro. Além disso, gestantes e lactantes encontram no nutricionista um excelente aliado para planejar sua alimentação nessas duas fases tão especiais.

Para os idosos, esse acompanhamento pode identificar novas particularidades decorrentes do processo de envelhecimento, como uma necessidade maior de cálcio e ferro. Além disso, o nutricionista é fundamental para fazer a adaptação da dieta para pacientes que sofrem de doenças comuns na terceira idade, impactando diretamente em sua qualidade de vida.

Em resumo, se você não sabia muito bem quando procurar um nutricionista, a resposta agora deve estar bem mais clara: busque o acompanhamento desse profissional sempre que você desejar que a sua alimentação seja o principal pilar da sua saúde, independente da necessidade de emagrecer ou não.

Fonte(s): Saúde Abril e Minha Vida

 

Você já ouviu falar nos benefícios do coco para a saúde? Além de muito saborosa, essa fruta típica de regiões tropicais que faz sucesso em diversos tipos de receitas doces e salgadas e ainda oferece uma série de vantagens para o organismo. Por ser muito versátil, o coco pode ser consumido de muitas formas, incluindo a polpa, a água, o leite e a farinha, o que amplia as possibilidades de aproveitar suas propriedades no dia a dia. Conheça os benefícios que essa fruta deliciosa traz para a sua saúde:

1. A água de coco é excelente para hidratar o corpo e repor os eletrólitos

Composta por 93% de água e 7% de carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais, a água de coco é uma bebida muito eficiente para a reposição dos líquidos e dos sais perdidos por meio do suor ou em casos de diarreia. Entre seus minerais, ganham destaque o potássio, o cálcio e o magnésio, que estão presentes em quantidades superiores em relação aos isotônicos industrializados. Dessa forma, a água de coco é mais eficiente na reposição eletrolítica – e sem a desvantagem de oferecer doses extras de sódio e açúcar refinado.

2. Combate ao envelhecimento e a diversas doenças

Devido à presença de vitaminas do complexo B e da vitamina C, o coco ajuda a combater os danos causados pelos radicais livres, preservando o material genético das células. Dessa forma, tanto a água de coco quanto a polpa da fruta têm função antioxidante. Como resultado, seu consumo ajuda o organismo a combater o envelhecimento e a prevenir doenças degenerativas, como mal de Parkinson e mal de Alzheimer, e alguns tipos de câncer – condições que são favorecidas pelo estresse oxidativo provocado pela ação dos radicais livres.

3. Sensação de saciedade

A polpa do coco maduro é muito rica em nutrientes como fibras e gorduras boas, que ajudam a prolongar a sensação de saciedade depois de uma refeição e evitam que a pessoa “belisque” lanchinhos pouco saudáveis. Dessa forma, o consumo dessa fruta pode até mesmo contribuir em processos de emagrecimento.

Para isso, porém, é preciso incluí-la na dieta com moderação, pois uma porção de 100 gramas da polpa seca tem 390 calorias.

4. Melhora da função intestinal

O alto teor de fibras presente na polpa do coco contribui para o aumento do bolo fecal, o que estimula os movimentos peristálticos que conduzem as fezes até sua eliminação. Dessa maneira, a inclusão da fruta no cardápio ajuda a estimular o bom funcionamento do intestino, facilitando a eliminação dos resíduos.

5. O óleo de coco é um excelente hidratante

O óleo extraído do coco é utilizado em diversos hidratantes corporais e máscaras capilares pelo fato de ser capaz de fortalecer a barreira protetora da pele e dos cabelos, impedindo a perda de moléculas de água. Assim, esse ingrediente tem um alto poder umectante e ajuda a manter pele, unhas e cabelos íntegros e hidratados quando utilizado em produtos como sabonetes, shampoos, cremes e pomadas. Contudo, vale lembrar que o óleo de coco em altas doses pode entupir os poros e agravar quadros de acne, por isso o melhor é optar por produtos de confiança e indicados pelo dermatologista.

6. A farinha de coco é rica em fibras

Por ter um alto teor de fibras, a farinha de coco contribui para o bom funcionamento do intestino e reduz a absorção do açúcar e das gorduras provenientes da dieta, ajudando a prevenir doenças como constipação intestinal, diabetes e colesterol alto. Além disso, suas fibras têm uma alta capacidade de absorver água, de modo que elas se expandem e formam um gel quando chegam no estômago, o que contribui para a saciedade.

Por isso, a farinha de coco pode ser utilizada em alimentos como bolos, biscoitos e pães em dietas destinadas à perda de peso. Ainda, a farinha de coco é hipoalergênica e livre de glúten, sendo portanto uma boa alternativa para pessoas com alergias alimentares ou doença celíaca.

7. O leite de coco é nutritivo e não contém lactose

Fonte de gorduras boas, vitaminas do complexo B, vitamina C, potássio, cálcio, magnésio, fósforo e outros minerais, o leite de coco tem uma textura cremosa e um sabor muito rico, de forma que ele pode ser utilizado em diversos pratos doces e salgados, incluindo bolos, tortas, suflês, moquecas etc.

Além disso, como todo leite de origem vegetal, o leite de coco não contém lactose, constituindo uma opção segura para quem sofre de intolerância ou alergia a esse açúcar. Agora que você conhece os benefícios do coco para a saúde, aproveite a maior disponibilidade dessa fruta nas estações mais quentes do ano para incluí-la na sua alimentação. Ela é deliciosa e ainda faz bem!

Fonte(s): G1Minha VidaTua Saúde e  Dicas de Mulher

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, alimentação, alimentação saudável, coco

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Fazer escolhas saudáveis significa muito mais do que apenas colocar no carrinho do supermercado um produto que alega ter “baixo valor calórico”. Em vez disso, é essencial saber como ler a tabela nutricional dos alimentos e entender o que todos aqueles números significam. Saiba como fazer isso:

Passo 1: fique de olho nas porções

A primeira informação a que você deve se atentar para interpretar corretamente a tabela nutricional é o tamanho da porção considerada pelo fabricante – que costuma ser apenas parte do conteúdo total da embalagem.

Por exemplo, você pode se animar achando que uma barra de chocolate tem apenas 135 calorias, conforme especificado na tabela nutricional, sem se dar conta de que esse valor corresponde a apenas 25 gramas (4 quadradinhos). Assim, se você consumir a barra inteira, que costuma ter 140 gramas, na verdade estará ingerindo 756 calorias!

Portanto, você sempre deve observar qual é o tamanho da porção em gramas ou mililitros, seja para descobrir quanto você pode ou deve comer de cada alimento e também para poder comparar o valor nutricional de vários produtos (afinal, se as porções forem diferentes, será necessário fazer um cálculo para deixar as porções equivalentes).

Passo 2: avalie se a porcentagem do valor diário se aplica a você

A porcentagem do valor diário (%VD) mostra a quantidade do nutriente em questão (carboidratos, proteínas, sódio etc.) presente em uma porção do produto em comparação com a quantidade que uma pessoa média deveria consumir em um dia. Porém, você deve ter em mente que esse valor se altera conforme as necessidades individuais de cada um.

Vamos considerar um salgadinho de pacote que apresente 120 kcal a cada 25 gramas e %VD de 6. Isso significa que a porção (uma xícara e meia) oferece 6% das calorias que a pessoa deveria consumir em um dia, de um total de 2.000 calorias.

Contudo, se você faz uma dieta para emagrecer e deve consumir apenas 1.200 calorias diariamente, essa mesma porção representa 10% do seu valor diário.

Da mesma forma, isso vai se repetir com os outros nutrientes. Por isso, se você tem alguma restrição quanto à ingestão de sódio, açúcares, gorduras etc., é preciso levar em conta as suas necessidades individuais no lugar da porcentagem do valor diário padrão apresentado pelas tabelas nutricionais, que são adequadas para pessoas sem nenhuma condição específica.

Passo 3: entender o que são os nutrientes

Agora que você já sabe como a porção e a %VD funcionam, o próximo passo de como ler a tabela nutricional dos alimentos é descobrir o que cada item apresentado ali significa. Estes são os principais:

1. Valor energético

Costuma ser o primeiro item da tabela e significa a quantidade de calorias presente na porção. Esse valor é representado em quilocalorias (kcal) e em quilojoules (kJ). As quilocalorias (kcal), chamadas popularmente apenas de “calorias”, são o valor que consideramos no nosso dia a dia, e é nelas que você deve se basear.

Os quilojoules (kJ), por sua vez, estão presentes no rótulo para cumprir uma determinação da Anvisa. Como 1 kcal equivale a 4,184 kJ, esse valor sempre será bem maior.

É inevitável ficar de olho no valor energético se você está fazendo uma dieta de emagrecimento; contudo, ele não deve ser o único fator que você deve levar em consideração para escolher o produto mais saudável.

Por exemplo, um alimento pode ser mais calórico e, ao mesmo tempo, oferecer mais nutrientes e fibras, enquanto outro produto pode até ser mais baixo em calorias, mas ser pobre em nutrientes e ter uma quantidade mais alta de sódio – que é prejudicial para pessoas hipertensas. Por isso, você sempre deve avaliar o conjunto.

2. Carboidratos

Trata-se da soma dos açúcares presentes nos alimentos, responsáveis por dar energia ao nosso corpo. Se essa energia não for utilizada, os carboidratos serão armazenados na forma de gordura, resultando no ganho de peso.

Em geral, a necessidade diária de carboidratos para uma pessoa média é de 300 gramas. As maiores fontes de carboidratos são alimentos como massas, grãos, pães, tubérculos e doces.

3. Proteínas

Correspondem aos nutrientes necessários para a construção de novos tecidos, como os músculos, e também para a regeneração de células e órgãos. As proteínas são encontradas principalmente em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados, mas também estão presentes nas leguminosas.

As proteínas levam mais tempo para serem digeridas do que os carboidratos, por isso elas dão mais saciedade. Assim, quem quer emagrecer deve investir em alimentos ricos nesse nutriente. A necessidade diária de proteínas é de 75 gramas, mas pessoas que desejam aumentar sua massa muscular podem ter necessidades diferentes.

4. Gorduras totais

É a soma de todos os tipos de gordura presentes na porção do alimento, incluindo as gorduras poli-insaturadas, monoinsaturadas, saturadas e trans. Por oferecerem 9 kcal por grama (enquanto os carboidratos e proteínas oferecem apenas 4 kcal/g), esses são os nutrientes que mais provocam o aumento de peso.

Por outro lado, as gorduras também são necessárias para a produção e o funcionamento de alguns hormônios, o metabolismo das vitaminas oleosas (A, D, E e K) e a sustentação dos tecidos, então elas não devem ser totalmente cortadas da dieta. A necessidade diária é de 55 gramas para uma pessoa média.

5. Gorduras saturadas

É um tipo de gordura que deve ter seu consumo reduzido por aumentar o risco de doenças cardiovasculares, pois ela tende a formar placas nas artérias. As gorduras saturadas são encontradas em alimentos de origem animal, como carnes, embutidos e laticínios integrais.

A necessidade diária é de 22 gramas, e esse valor não deve ser excedido para evitar tanto o sobrepeso quanto os problemas de saúde.

6. Gorduras trans

A maior fonte deste tipo de gordura são os alimentos industrializados e altamente processados, que recebem um adicional de gordura vegetal hidrogenada em sua fabricação, como margarinas, salgadinhos de pacote e bolachas recheadas.

A gordura trans não traz benefícios ao nosso organismo e ainda prejudica a saúde do coração, por isso não existe uma necessidade diária estabelecida. Em vez disso, a Anvisa determinou um limite de 2 gramas como consumo máximo por dia.

7. Fibra alimentar

As fibras são componentes não digeríveis presentes principalmente em frutas, verduras e legumes, essenciais ao bom funcionamento do intestino. Elas contribuem para o aumento do volume fecal e a motilidade intestinal e estimulam o desenvolvimento das bactérias benéficas, que melhoram a digestão e o metabolismo.

Além disso, as fibras reduzem a velocidade de absorção dos carboidratos, promovendo um efeito de controle glicêmico (quantidade de glicose no sangue), e reduzem a absorção de colesterol, ajudando a manutenção de níveis saudáveis de HDL e LDL.

Por exigir um esforço maior do sistema digestivo e formar um gel que se expande no estômago, as fibras ainda prolongam a sensação de saciedade, contribuindo para a perda de peso. As necessidades diárias são de 25 gramas.

8. Sódio

É um mineral necessário para o desempenho de diversas funções celulares, mas seu consumo deve ser moderado porque ele está diretamente relacionado ao aumento da pressão arterial e à sobrecarga dos rins.

Embora exista uma preocupação com o consumo do sal de cozinha, que realmente é uma grande fonte de sódio, esse mineral também está presente na maior parte dos alimentos industrializados, pois ele é um agente de sabor e de preservação desses produtos.

O problema é que esse sódio, consumido muitas vezes sem que a pessoa se dê conta (em produtos light ou zero, por exemplo), pode ser o causador dos prejuízos à saúde. Por isso, também devemos ficar de olho na quantidade desse elemento apresentada na tabela nutricional e evitar consumi-lo além dos 2.400 mg recomendados diariamente.

Vale lembrar que, assim como acontece com os outros nutrientes, o limite seguro da ingestão de sódio varia de pessoa para pessoa, de forma que as suas necessidades e restrições podem ser diferentes.

Dessa forma, além de saber como ler a tabela nutricional dos alimentos, é interessante ter o acompanhamento de um nutricionista para descobrir a dieta mais adequada para você e, assim, fazer escolhas realmente saudáveis.

Fonte(s): Saúde, GNT, Estadão, Carol Magalhães e Estadão

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, tabela nutricional, nutrição, alimentação, como ler a tabela nutricional dos alimentos

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Assim como temperaturas, os riscos de contrair uma intoxicação alimentar no verão também são mais elevados. Esta é uma consequência do próprio calor, que facilita a proliferação de bactérias e acelera a deterioração dos alimentos.

Os sintomas da intoxicação alimentar incluem diarreia, dor abdominal, náuseas, vômitos, febre e até mesmo coceira na pele. Como eles podem levar até 72 horas para se manifestar, nem sempre é possível identificar qual alimento estava contaminado.

Na maior parte dos casos, a intoxicação é leve e seus sintomas desaparecem em três ou quatro dias. Contudo, quadros mais graves podem necessitar de internamento hospitalar, principalmente quando o problema atinge crianças, idosos, gestantes ou pessoas com doenças autoimunes. Saiba como reconhecer e evitar essa ameaça:

1. Observe as condições dos produtos de geladeira no supermercado

Ao fazer compras, verifique se os produtos como iogurtes, requeijão, manteiga e congelados estão devidamente armazenados nos refrigeradores do estabelecimento.

Caso haja sinais de que a temperatura do freezer está desregulada, como acúmulo de líquidos em seu interior e gotículas de água nas portas, é melhor não arriscar.

2. Mantenha seus alimentos devidamente refrigerados

Os produtos de geladeira adquiridos no supermercado devem ser armazenados no refrigerador doméstico o mais rápido possível, evitando a deterioração causada pelo calor e o descongelamento.

Essa regra também vale para alimentos que não foram totalmente consumidos nas refeições, que devem ser colocados na geladeira em até 30 minutos, mesmo que ainda estejam quentes. Já em viagens ou passeios, alimentos e bebidas devem ser acondicionados em bolsas térmicas ou embalagens de isopor.

3. Leve lanches práticos para a praia

Levar seu próprio lanche para a praia é uma alternativa que ajuda a evitar a intoxicação alimentar. As melhores opções nesse caso são alimentos embalados e que não necessitam de refrigeração, como biscoitos e salgadinhos.

Frutas frescas e sanduíches também podem ser boas escolhas. Para isso, sempre higienize todos os alimentos e acondicione-os em embalagens fechadas antes de colocá-los na bolsa térmica. É importante deixar de lado ingredientes que se deterioram com mais facilidade, como presunto e maionese.

4. Tenha cuidado ao consumir alimentos e bebidas em quiosques

Se você optar por adquirir petiscos ou bebidas em quiosques ou barraquinhas na praia, é preciso estar preparado para identificar possíveis riscos à saúde e evitar a intoxicação alimentar. Conheça os principais cuidados:

  • Observe a higiene do local: as condições de limpeza de panelas, eletrodomésticos, pias, balcões e até mesmo do piso já dão uma boa ideia sobre a segurança dos alimentos servidos pelo quiosque;
  • Atente-se para a apresentação dos atendentes: observe se os funcionários estão com os cabelos presos e unhas limpas e se eles utilizam aventais em bom estado. Fique de olho se a pessoa que lida com o dinheiro é a mesma que prepara os alimentos;
  • Identifique o risco de contaminação cruzada: durante o preparo, utensílios que entraram em contato com alimentos crus não devem ser utilizados para manipular itens já cozidos. Nesse caso, esses objetos podem transferir bactérias a alimentos que não vão mais passar por nenhuma etapa capaz de destruí-las;
  • Saiba quais produtos evitar: molhos, patês, maionese, alimentos gordurosos e frituras pré-preparadas oferecem maior risco de contaminação e devem ser evitados;
  • Tenha cuidado com as bebidas: observe se as garrafas e latinhas estão com o lacre intacto e dentro do prazo de validade. Para sucos e drinques, verifique se os ingredientes são higienizados e se eles são preparados com água mineral ou da torneira.

5. Compre apenas produtos confiáveis dos vendedores ambulantes

Além de observar se os vendedores ambulantes apresentam identificação e cadastro nos órgãos de fiscalização, procure adquirir apenas alimentos devidamente embalados e transportados em bolsas térmicas.

Evite sanduíches com molhos ou maionese e produtos que já venham cozidos ou fritos. É mais seguro consumir um espetinho de camarão assado na hora do que um que já venha pronto, pois não se sabe por quanto tempo aquele produto ficou exposto.

6. Mantenha-se alerta no restaurante por quilo

Nos buffets, a intoxicação alimentar acontece principalmente quando falta controle do tempo de exposição de um alimento, tornando-o mais vulnerável à deterioração pelo calor e à contaminação pelos próprios clientes ao tossir, falar ou deixar cair fios de cabelo sobre a comida. Nesses locais, os cuidados a serem seguidos são:

  • Observe a frequência com que os pratos são trocados no buffet;
  • Verifique se alimentos que devem ser mantidos em baixa temperatura, como saladas cruas e maionese, são servidos em um compartimento refrigerado ou sobre uma bandeja de gelo;
  • Não consuma pratos quentes se houver sinais de exposição prolongada, como o ressecamento de molhos ou do caldo do feijão;
  • Evite o consumo de peixes crus e carnes vermelhas cruas ou malpassadas;
  • Consuma frutos do mar apenas em locais de confiança.

7. Lave ou higienize as mãos antes de comer

Um cuidado que deve ser mantido independentemente da estação do ano é a lavagem das mãos antes de comer. Em locais como a praia, onde não há uma pia com água e sabão por perto, é possível higienizar as mãos com o álcool em gel – desde que não haja sujeira visível.

Quando procurar o médico

A maior parte das intoxicações se resolve em poucos dias com cuidados como reforçar a hidratação, seguir uma alimentação leve e fazer repouso. Porém, é recomendável procurar o clínico geral ou o gastroenterologista – ambos disponíveis pelo MEDPREV – se houver sintomas como:

  • Diarreia mais de 4 vezes ao dia por mais de 3 dias;
  • Diarreia ou vômito com sangue;
  • Dores abdominais muito fortes;
  • Febre alta (acima de 38 graus);
  • Sinais de desidratação como fraqueza, tontura, boca seca e sede aumentada.

Embora a maioria dos casos não seja grave, o melhor mesmo é seguir esses cuidados e evitar a intoxicação alimentar no verão para aproveitar a praia e a piscina com muito mais saúde.

Fonte(s): Minha VidaHoje em DiaExtraBOL e G1

Sempre que precisamos emagrecer ou queremos levar uma vida mais saudável, apostamos na substituição do açúcar por versões artificiais. Mas será que isso funciona mesmo? Afinal, adoçante ou açúcar: qual é melhor?

De fato, o açúcar realmente é um dos grandes vilões da perda de peso e da saúde em geral. Contudo, nem sempre conseguimos acostumar nosso paladar ao café, aos chás e aos sucos não adoçados, como a maior parte dos especialistas recomenda, e acabamos recorrendo aos adoçantes artificiais.

E isso não acontece apenas com o açúcar em si, mas também com produtos industrializados como refrigerantes, achocolatados em pó, geleias e uma infinidade de outros alimentos e bebidas que existem nas versões diet, ou seja, que levam adoçantes artificiais em sua composição para substituir o açúcar.

Se este é o seu caso, está na hora de descobrir se essa substituição vale a pena para o emagrecimento e para o bom funcionamento do nosso organismo.

Açúcar: uma paixão nacional

O açúcar mais comum na nossa alimentação é o refinado, que é facilmente encontrado em qualquer supermercado e tem o preço mais acessível. Porém, esse produto passa por muitas etapas de processamento e perde mais de 90% de seus nutrientes, de forma a oferecer apenas calorias.

De acordo com um estudo da Organização Mundial de Saúde, os brasileiros consomem 50% mais açúcar do que o recomendado, o que aumenta as chances de doenças como obesidade, diabetes, síndrome metabólica e até mesmo alguns tipos de câncer.

Porém, apenas cortar o açúcar do cafezinho depois do almoço não vai adiantar, pois a maior quantidade desse componente vem dos produtos industrializados. Esses alimentos contêm muito açúcar adicional em sua composição, que muitas vezes passa despercebido pelo consumidor. Dessa forma, além de restringir a ingestão do açúcar em pó, precisamos também controlar o consumo de alimentos processados.

Adoçantes: menos calorias e maior poder adoçante

Os adoçantes artificiais foram desenvolvidos como uma alternativa para as pessoas que sofrem de diabetes e não podem consumir açúcar. Pouco tempo depois, eles também passaram a ser utilizados por quem deseja emagrecer ou controlar o peso – e a mesma coisa aconteceu com os produtos diet.

Enquanto um sachê de chá de açúcar tem 24 calorias, um sachê dos adoçantes aspartame, ciclamato, sacarina e sucralose tem 3 calorias e um de estévia tem 0,81 caloria. Vale lembrar que os sachês de açúcar costumam ter 6 gramas e os de adoçante têm apenas 800 mg, pois as versões artificiais são muito mais doces. Já os adoçantes líquidos não apresentam quantidades significativas de calorias.

Essa diferença pode se refletir no valor calórico dos alimentos e bebidas que levam adoçantes em sua composição: enquanto uma lata de refrigerante tem cerca de 150 calorias, a mesma medida de um refrigerante diet, light ou zero não fornece nenhuma. A redução do valor calórico também acontece com os achocolatados em pó (80 kcal x 37 kcal por porção) e geleias (70 kcal x 25 kcal), entre outros produtos.

Como o consumo de calorias está diretamente ligado ao acúmulo de gordura, os adoçantes e os produtos adoçados artificialmente realmente são úteis para quem deseja manter o peso ou emagrecer. Contudo, é preciso observar alguns cuidados.

Os adoçantes artificiais causam câncer?

Há alguns anos, pesquisas feitas com ratos associaram o consumo de sacarina e ciclamato a um risco mais elevado do surgimento de tumores malignos. Porém, o que aconteceu foi que esses animais receberam doses altíssimas dessas substâncias, muito acima do limite tolerável – e até mesmo do limite que uma pessoa seria capaz de consumir.

De acordo com a Anvisa, a ingestão diária aceitável (ou seja, segura) varia conforme o tipo do adoçante e o peso do indivíduo:

 

    • Acessulfame-K: 15 mg/kg de peso corporal;

 

    • Aspartame: 40 mg /kg de peso corporal;

 

    • Ciclamato: 11 mg/kg de peso corporal;

 

    • Estévia: 5,5 mg/kg de peso corporal;

 

    • Sacarina: 2,5 mg/kg de peso corporal;

 

    • Sucralose: 15 mg/kg de peso corporal.

 

Além disso, vale lembrar que, quando ingerido em excesso, o açúcar está comprovadamente ligado a um risco aumentado do desenvolvimento de tumores. Portanto, seja adoçante ou açúcar, é preciso ter moderação independente de qual é melhor.

Cuidados no uso dos adoçantes

Embora a diferença calórica seja bastante significativa e eles não aumentem os riscos de câncer, isso não quer dizer que os adoçantes e os produtos dietéticos possam ser consumidos de forma indiscriminada.

No caso dos refrigerantes, por exemplo, as versões diet, light e zero não fornecem calorias, mas são riquíssimas em sódio, de forma que elas favorecem a retenção de líquido e são desaconselhadas para pessoas com pressão alta. Os chocolates diet, por sua vez, contêm menos açúcar, mas podem ser até mais calóricos do que os tradicionais por terem mais gordura.

Dessa forma, sempre que nos deparamos com um produto diet, light ou zero, é preciso observar o rótulo para descobrir qual componente está em quantidade menor e comparar seus valores nutricionais com aqueles apresentados por um produto tradicional. Somente assim você poderá garantir que o produto atende às suas necessidades, seja para emagrecer, reduzir o consumo de açúcar ou evitar o sódio.

Além disso, alguns adoçantes são desaconselhados para determinados grupos de pessoas: o acessulfame-K não deve ser consumido por quem tem problemas renais, o ciclamato de sódio é contraindicado para os hipertensos e o aspartame deve ser evitado por pessoas com fenilcetonúria. Ainda, crianças, adolescentes, gestantes e lactantes devem ter a orientação de um médico ou nutricionista antes de consumir adoçantes artificiais.

Mais alternativas ao açúcar refinado e aos adoçantes

Se você não consegue deixar de consumir açúcar, não quer usar adoçantes ou não consegue se acostumar com o gosto residual desses produtos, é possível substituir a versão refinada por alternativas mais saudáveis.

O açúcar mascavo, por exemplo, tem uma quantidade maior de cálcio e ferro por não passar pelos processos de branqueamento, cristalização e refino – o que também faz com que seus grãos sejam escuros e mais grossos. Outra opção ainda é o açúcar demerara, que é parecido com o mascavo, mas tem grãos um pouco mais finos.

Já o açúcar light consiste em uma mistura de açúcar refinado com adoçantes artificiais que oferece menos calorias e mascara o gosto metálico.

A saúde e o emagrecimento dependem de outros fatores

Trocar o açúcar pelo adoçante pode ajudar você a ingerir algumas calorias a menos, mas uma verdadeira melhora na saúde e uma perda de peso significativa dependem de outros fatores.

Para isso, é preciso adotar uma dieta equilibrada, dar preferência a frutas, verduras e legumes, reduzir o consumo de produtos industrializados e manter uma rotina de atividades físicas. Assim, mais do que decidir qual é melhor entre adoçante ou açúcar, devemos apostar em um estilo de vida saudável, não apenas em uma substituição do produto que vai adoçar nossos alimentos e bebidas.

Fonte(s): Mais Equilíbrio, Conquiste sua vida, Época Negócios, G1 e VIX

Tags: Saúde, cuidado do corpo, medprev, hospital, clínicas, agendamento, adoçante, açúcar, alimentação

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Muito mais do que conferir cor e sabor a diversos pratos, os benefícios da beterraba para a nossa saúde vão desde o combate ao envelhecimento até a potencialização de tratamentos contra o câncer, passando pela proteção ao coração e a manutenção do desejo sexual.

Se você já é fã dessa hortaliça de coloração viva e sabor adocicado, saiba que suas propriedades não se resumem apenas à raiz. Na verdade, os talos e as folhas também são riquíssimos em vitaminas e minerais, muitas vezes se destacando mais do que a parte roxa que consumimos habitualmente. Conheça os principais benefícios desse vegetal:

1. Controla a pressão arterial

A combinação de nutrientes da beterraba é capaz de aumentar a elasticidade e melhorar o funcionamento dos vasos, permitindo que o sangue circule com menos dificuldades.

Porém, nesse caso a substância que se destaca mesmo é o nitrato, que dá origem ao óxido nítrico. Essa molécula é capaz de relaxar as paredes das artérias e aumentar o seu calibre (efeito de vasodilatação), o que resulta em uma pressão mais baixa – ideal para quem sofre de hipertensão.

2. Aumenta a capacidade física durante os exercícios

Outro efeito do nitrato presente na beterraba é um aumento no aporte de oxigênio para os músculos, de forma que eles conseguem responder melhor às exigências da prática de exercícios.

Além disso, essa hortaliça dá mais resistência e energia aos atletas, melhorando seu desempenho nas últimas etapas da atividade física, que costumam ser mais difíceis devido ao cansaço.

3. Previne a demência em pessoas idosas

Os efeitos da beterraba sobre a parede das artérias promovem uma melhora na circulação sanguínea de todo o organismo, inclusive do cérebro.

Dessa forma, essa hortaliça combate os prejuízos causados pela diminuição da irrigação cerebral consequente do avanço da idade, prevenindo o desenvolvimento e a progressão da demência senil.

4. Melhora a função gastrointestinal

Por ser rica em fibras, a beterraba contribui para o bom funcionamento do intestino, evitando problemas como prisão de ventre e hemorroidas.

Além disso, a betaína, presente nessa hortaliça, ajuda a regular a produção de ácido pelo estômago, mantendo níveis saudáveis para a digestão e prevenindo condições como azia e gastrite.

5. Combate a depressão e a ansiedade

A beterraba contém triptofano, que é utilizado pelo organismo para produzir serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento e que frequentemente está em falta em pessoas com depressão ou ansiedade.

Essa hortaliça ainda fornece betaína e folato, duas substâncias que também impactam positivamente na regulação do humor.

6. Protege o coração e os vasos sanguíneos

De acordo com umestudo realizado em Goiás, o suco das folhas e talos da beterraba ajuda a manter níveis saudáveis do colesterol bom (HDL), que protege o coração, mesmo depois de uma refeição gordurosa.

Além disso, a betacianina, o pigmento que dá cor à beterraba, é um antioxidante que impede que o colesterol ruim (LDL) forme placas de gordura nas paredes das artérias, a principal causa dos derrames e infartos.

7. Contribui para a formação dos bebês

Além de todos os outros benefícios da beterraba, as gestantes podem se beneficiar dessa hortaliça porque ela é rica em ácido fólico, um componente essencial para o desenvolvimento da medula espinhal e do tubo neural dos bebês.

8. Ajuda a combater alguns tipos de câncer

Essa propriedade se deve novamente ao pigmento betacianina, um antioxidante capaz de reduzir a velocidade do crescimento de tumores em pessoas com câncer de próstata e de mama.

Além disso, o extrato de beterraba pode potencializar o efeito de alguns medicamentos quimioterápicos, como a doxorrubicina, no tratamento de tumores malignos de mama, próstata e pâncreas.

9. Preserva a saúde sexual

Além da melhora da circulação, reforçando o aporte sanguíneo também para os órgãos sexuais, a beterraba fornece uma grande quantidade de boro, um mineral que participa da produção da testosterona, hormônio relacionado ao desejo em homens e mulheres.

10. Fornece uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais

As folhas da beterraba contêm grandes doses de vitamina C, que contribui para o reforço do sistema imunológico e combate o envelhecimento precoce por participar da produção do colágeno, que confere firmeza e elasticidade à pele.

Os talos, por sua vez, são ricos em carotenoides, substâncias precursoras da vitamina A, que é importante para a saúde dos olhos. A beterraba ainda contém vitaminas do complexo B, que protegem o sistema nervoso e são necessárias para prevenir a anemia.

Essa hortaliça também é rica em cálcio e potássio, que são essenciais para a contração muscular, e em zinco, que estimula as defesas do organismo.

Como aproveitar os benefícios da beterraba

A melhor forma de usufruir ao máximo as propriedades da beterraba é consumir todas as suas partes. Para isso, além de observar a aparência da raiz em si, escolha hortaliças cujas folhas e talos tenham uma cor viva e uma textura tenra.

A parte roxa pode ser consumida crua (como em saladas, sanduíches e sucos). Se preferir cozinhar a beterraba, a dica é colocá-la na panela de pressão ainda com a casca, de forma a preservar seus nutrientes.

Já as folhas podem ser consumidas refogadas ou cruas, podendo ser utilizadas em saladas, enquanto os talos podem ser utilizados em preparações como sopas, omeletes e tortas salgadas.

Outra forma de consumir essas partes é em forma de suco, com a receita da equipe de pesquisadores envolvida no estudo que comprovou a ação benéfica da beterraba sobre o colesterol bom.

Para isso, coloque 9 folhas e talos de beterraba devidamente higienizados no liquidificador, bata com 100 ml de água, coe e beba logo em seguida. Se desejar, você pode utilizar água de coco ou acrescentar limão, abacaxi ou gengibre.

Vale lembrar que, mesmo crescendo embaixo da terra, essa hortaliça está sujeita à contaminação por agrotóxicos. Por isso, sempre que possível, dê preferência às versões orgânicas, aproveitando ainda mais os benefícios da beterraba para a sua saúde.

Fonte(s): Saúde, Mundo Boa Forma, Oxford Academic, WebMD, NCBI, UFG e G1

Tomar um solzinho nos horários permitidos e usando um bom protetor solar não apenas faz bem para a saúde como também é o segredo para pegar uma bela cor de verão. Mas, além disso, se o seu objetivo é ficar com a pele dourada por mais tempo, é importante investir nos alimentos que estimulam e ajudam a manter o bronzeado.

Na lista, você vai encontrar alimentos que favorecem a produção da melanina, o pigmento que dá cor à pele, preparando-a para reagir de forma positiva à ação dos raios solares. Além disso, é fundamental colocar no seu prato itens ricos em vitaminas e substâncias antioxidantes, necessários para proteger a pele dos efeitos prejudiciais da radiação. Confira:

Alimentos ricos em betacaroteno

O betacaroteno é um pigmento encontrado em vegetais de cores vibrantes que vão do amarelo ao vermelho e em folhas verde-escuras. Essa substância é convertida em vitamina A pelo organismo depois de ser ingerida e tem propriedades antioxidantes.

Dessa forma, esse pigmento ajuda a prevenir o envelhecimento precoce por combater os prejuízos causados pelos radicais livres – moléculas que, entre outros fatores, são formadas pela ação dos raios ultravioleta.

Além disso, o betacaroteno estimula a produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele e protege contra os efeitos negativos da radiação solar, favorecendo um bronzeado saudável.

Devido a essas características, os alimentos ricos em betacaroteno são excelentes aliados para quem pretende pegar uma corzinha, ainda mais quando sua ingestão é reforçada quatro semanas antes da exposição solar. Veja quais alimentos colocar no seu prato:

  1. Abóbora
  2. Agrião
  3. Batata-doce
  4. Beterraba
  5. Brócolis
  6. Cenoura
  7. Couve
  8. Damasco seco
  9. Espinafre
  10. Mamão
  11. Manga
  12. Repolho
  13. Rúcula

Alimentos ricos em vitamina C

Assim como o betacaroteno, a vitamina C tem um alto poder antioxidante, inibindo os efeitos prejudiciais dos radicais livres. Além disso, este micronutriente participa da formação do colágeno, a proteína que dá firmeza à pele, auxiliando no combate à flacidez e às rugas.

As principais fontes de vitamina C são as frutas cítricas, que também ajudam a hidratar o organismo e refrescar o calor, podendo ser consumidas in natura ou na forma de suco. Conheça os principais destaques:

  1. Abacaxi
  2. Acerola
  3. Caju
  4. Goiaba
  5. Goji berry
  6. Kiwi
  7. Laranja
  8. Limão
  9. Morango

Alimentos ricos em licopeno

O licopeno faz parte dos pigmentos carotenoides, assim como o betacaroteno, reforçando as propriedades antioxidantes que ajudam a manter a pele saudável e jovem. Além disso, a combinação dessas substâncias estimula a produção de melanina, o que favorece o bronzeado e evita as queimaduras solares. Veja onde encontrar o licopeno:

  1. Aspargo
  2. Melancia
  3. Pimentão vermelho
  4. Repolho-roxo
  5. Salsinha
  6. Tomate e seus derivados
  7. Toranja (grapefruit)

Alimentos ricos em ômega-3

O ômega-3 é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias conhecido por prevenir doenças degenerativas como mal de Parkinson e mal de Alzheimer e diversos tipos de câncer.

Além disso, junto com o licopeno, ele favorece a absorção do betacaroteno, potencializando seus efeitos favoráveis à aquisição e manutenção do bronzeado. O ômega-3 é encontrado nos seguintes alimentos:

  1. Amêndoas
  2. Arenque
  3. Atum
  4. Bacalhau
  5. Chia
  6. Linhaça
  7. Nozes
  8. Pistache
  9. Salmão
  10. Sardinha

Alimentos ricos em vitamina A

A vitamina A é fundamental para a manutenção da saúde da pele, especialmente de quem pretende pegar uma cor no verão.

Entre seus principais benefícios, então o combate aos efeitos dos radicais livres, a proteção contra os danos causados pela radiação ultravioleta, a estimulação da regeneração celular e a prevenção de manchas escuras provocadas pela exposição solar. Conheça as principais fontes de vitamina A:

  1. Batata-doce
  2. Bife de fígado
  3. Caqui
  4. Leite de vaca
  5. Manteiga
  6. Ovos
  7. Queijo minas

Alimentos ricos em vitamina E

A vitamina E, que está presente em diversos cosméticos, também oferece benefícios para a pele quando é adquirida pela alimentação.

Além de ter propriedades antioxidantes que previnem o envelhecimento, ela ajuda a combater o ressecamento, previne o surgimento de manchas escuras e estimula a regeneração celular, auxiliando o tratamento de queimaduras solares. Veja como incluí-la no seu cardápio:

  1. Abacate
  2. Amendoim
  3. Avelã
  4. Azeite de oliva
  5. Espinafre
  6. Manteiga de amendoim
  7. Óleo de girassol
  8. Óleo de milho
  9. Semente de girassol

Mais do que deixar a pele dourada, o sol é essencial para a produção de vitamina D pelo organismo, além de contribuir no combate a sintomas de depressão e ansiedade. Porém, a exposição exagerada e sem proteção acelera o envelhecimento cutâneo e aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de pele.

Por isso, o consumo de alimentos que favorecem o bronzeado deve ser sempre acompanhado pelo uso do protetor solar. Caso você observe alterações na sua pele, como manchas ou pintas, não deixe de procurar o dermatologista, que está disponível pelo MEDPREV.

Fonte(s): EstadãoTua SaúdeMundo Boa Forma [1] e [2]Tua Saúde