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    Psicose: o que é, sintomas e tratamento

    17/04/2026 • Tempo de leitura 8 min

    Revisado pelo(a) Sr. Ari Henrique Faustino Batista, CRP/PR 0838955

    A psicose é uma síndrome que leva à perda do contato com a realidade e capacidade de discernir o que é verdadeiro do que é criado pela mente.

    Caracterizada por sintomas como delírios, alucinações, pensamentos e fala desorganizados, a psicose pode gerar um grande sofrimento para o paciente e para as pessoas próximas a ele, levando a um afastamento da realidade.

    Saiba mais sobre a psicose: o que é, sintomas e tratamento a seguir.

    O que é psicose?

    A psicose é um estado mental no qual o indivíduo perde contato com o mundo ao seu redor.

    Pessoas que vivenciam essa condição podem ter dificuldade em distinguir entre o que é real e o que não é.

    Essa condição pode se manifestar de várias maneiras, incluindo alucinações, delírios e pensamentos desorganizados, e afetar indivíduos de todas as faixas etárias, embora seja mais comum no final da adolescência e início da vida adulta (entre 15 e 30 anos).

    Ela pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo distúrbios cerebrais, uso de drogas, estresse extremo e trauma emocional.

    Tipos de transtorno associados à psicose

    Entre alguns dos principais transtornos associados à psicose, estão: esquizofrenia, transtorno bipolar e transtorno psicótico breve.

    Cada uma dessas condições apresenta características únicas, sintomas específicos e desafios distintos no diagnóstico e tratamento.

    1. Esquizofrenia

    A esquizofrenia é uma das formas mais complexas e debilitantes associadas à psicose.

    Caracterizada por uma desintegração dos processos mentais e emocionais, a esquizofrenia pode resultar em sintomas como alucinações auditivas, delírios, pensamento desorganizado, apatia, retraimento social, embotamento afetivo, déficit na memória de trabalho e dificuldade de concentração.

    Os pacientes com esquizofrenia podem experimentar episódios de psicose intercalados com períodos de remissão parcial ou completa dos sintomas.

    2. Transtorno bipolar

    O transtorno afetivo bipolar, também conhecido como doença maníaco-depressiva, é caracterizado por oscilações extremas de humor, que variam entre episódios de mania ou hipomania e depressão.

    Durante os episódios de mania, os pacientes podem vivenciar um aumento anormal da energia, irritabilidade, impulsividade e pensamento acelerado.

    Esses episódios podem ser acompanhados por sintomas psicóticos, como delírios de grandeza ou alucinações congruentes ou incongruentes com o humor.

    3. Transtorno psicótico breve

    Atenção: as informações apresentadas neste texto têm caráter informativo e não substituem a consulta a um profissional qualificado.


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    6 sintomas da psicose


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    O transtorno psicótico breve é uma condição em que os pacientes experimentam sintomas psicóticos, como delírios, alucinações e pensamento desorganizado, por um período de tempo limitado, geralmente menos de um mês.

    Embora os sintomas possam ser semelhantes aos da esquizofrenia, a duração mais curta e a recuperação mais rápida o distinguem.

    Sintomas associados à psicose

    Os sintomas associados à psicose podem variar para cada pessoa, mas alguns são mais comuns.

    Delírios

    Os delírios são crenças mantidas que não têm base na realidade. Eles podem assumir uma variedade de formas, desde a convicção de que se está sendo perseguido por forças invisíveis até a crença inabalável em habilidades sobre-humanas.

    Essas falsas crenças podem ser classificadas em diferentes tipos, cada uma com suas características distintas:

    • Delírio de perseguição - o indivíduo acredita firmemente que está sendo alvo de conspirações, espionagem, ou está sendo perseguido por indivíduos ou entidades invisíveis;
    • Delírio de grandeza - eles podem acreditar que possuem “poderes especiais”, como ser uma figura histórica importante, ter poderes de cura milagrosa ou até mesmo ser seres divinos;
    • Delírio de ciúmes - o indivíduo pode interpretar eventos neutros como sinais de traição e tomar medidas extremas para "proteger" seu relacionamento;
    • Delírio somático - o indivíduo tem a convicção de que está sofrendo de uma doença física ou anormalidade corporal, mesmo quando não há evidências médicas que sustentem essa crença;
    • Delírio paranoide - envolve a crença infundada de que os outros estão conspirando ou tramando contra o indivíduo.

    Alucinações

    As alucinações envolvem percepções sensoriais que ocorrem na ausência de um estímulo externo, não têm origem no mundo exterior.

    Isso pode incluir ouvir vozes, ver imagens vívidas ou sentir sensações táteis que não têm explicação racional. A pessoa não tem consciência de que a experiência é irreal, vivendo-a como verdadeira.

    As alucinações podem se manifestar de várias maneiras e afetar diferentes sentidos.

    As alucinações auditivas são as mais comuns entre os pacientes psicóticos. Elas envolvem ouvir vozes ou sons que não têm origem no ambiente externo.

    Essas vozes podem ser ameaçadoras, críticas ou de comandos, e podem levar o indivíduo a agir de acordo com seus comandos.

    Além disso, algumas pessoas podem experimentar alucinações que envolvem múltiplos sentidos simultaneamente.

    Por exemplo, eles podem ouvir vozes enquanto também veem imagens ou sentir sensações táteis associadas a certos estímulos visuais. Essas experiências podem ser especialmente intensas e perturbadoras.

    Pensamento desorganizado

    O pensamento desorganizado é um sintoma característico de diversos transtornos psicóticos, sendo frequentemente observado em condições como esquizofrenia, transtorno bipolar com características psicóticas e transtorno psicótico breve.

    Essa desorganização cognitiva pode se manifestar de várias maneiras e ter um impacto significativo na vida diária.

    O indivíduo pode se sentir sobrecarregado por uma enxurrada de pensamentos desconexos, que parecem surgir sem uma ordem ou sentido claros.

    Além disso, ele também pode ter dificuldade em expressar suas ideias de maneira coerente, levando a conversas confusas e incompreensíveis.

    Mudanças de humor

    Essas flutuações emocionais podem ser muito perturbadoras para a pessoa afetada e para aqueles ao seu redor, impactando na qualidade de vida e bem-estar.

    Em alguns casos de transtornos associados à psicose, as mudanças de humor muitas vezes ocorrem de forma abrupta e imprevisível, levando o indivíduo a oscilar entre extremos de euforia e desespero sem motivo aparente.

    Em um momento, o indivíduo pode experimentar um estado de excitação intensa, caracterizado por uma sensação de grandeza e energia excessiva.

    No entanto, essa euforia pode ser rapidamente substituída por sentimentos de tristeza profunda, desesperança e desamparo.

    Essas variações extremas de emoções podem ter um impacto significativo nas relações interpessoais, causando conflitos e dificuldades de comunicação.

    Os amigos e familiares podem achar difícil entender e lidar com as mudanças de humor repentinas, levando a sentimentos de frustração, impotência e isolamento social.

    Mudanças de comportamento

    As mudanças de comportamento desempenham um papel fundamental nos sintomas e na manifestação da psicose, afetando a pessoa e também aqueles ao seu redor.

    O isolamento social é uma das manifestações mais comuns da psicose, levando ao afastamento de amigos, familiares e de atividades sociais.

    Esse comportamento pode ser resultado do medo de julgamento ou perseguição, assim como da dificuldade em compreender e se relacionar com os outros devido aos sintomas psicóticos.

    Além disso, a pessoa em estado psicótico muitas vezes exibe comportamentos agitados ou desorganizados, incluindo movimentos repetitivos, fala incoerente e dificuldade em completar tarefas simples.

    Essa agitação pode ser uma tentativa de lidar com os sintomas psicóticos ou uma manifestação direta do desequilíbrio mental. Em alguns casos, pode ocorrer catatonia, com imobilidade, mutismo ou posturas bizarras.

    Depressão e ansiedade

    A depressão e a ansiedade também podem estar presentes como sintomas adicionais, especialmente em casos de psicose relacionada a transtornos do humor.

    A depressão é uma condição comum associada à psicose, podendo ocorrer como parte do quadro clínico ou como resultado do impacto emocional causado pela experiência psicótica.

    Indivíduos em estado psicótico podem apresentar sentimentos de tristeza profunda, desesperança, falta de interesse em atividades anteriormente apreciadas e alterações no sono e no apetite.

    A ansiedade também é comum em quem vivencia a psicose, podendo se manifestar por meio de preocupações excessivas, nervosismo, tensão muscular e ataques de pânico.

    Pode ser desencadeada pelas experiências assustadoras associadas à psicose, como alucinações e delírios, assim como pela incerteza em relação ao futuro e ao impacto da psicose na vida diária.

    Diagnóstico e tratamento da psicose

    O diagnóstico da psicose é geralmente feito por meio de uma avaliação psiquiátrica pelo psiquiatra (muitas vezes, em conjunto com o psicólogo), em que o médico observa o comportamento do paciente, faz perguntas sobre seus sintomas e pode solicitar exames adicionais para descartar outras causas possíveis.

    O diagnóstico da psicose é feito por um profissional de saúde mental, que avalia os sintomas do paciente, seu histórico médico e quaisquer outros fatores relevantes. Isso pode envolver entrevistas, exames físicos e testes psicológicos.

    Tratamento da psicose

    Embora a psicose não tenha uma cura definitiva, existem opções de tratamento disponíveis para ajudar os pacientes a gerenciar seus sintomas e melhorar sua qualidade de vida. O tratamento geralmente inclui uma combinação de terapia e medicação.

    Terapia

    A psicoterapia, ou terapia da fala, é frequentemente usada no tratamento da psicose para ajudar os pacientes a entender e lidar com seus sintomas, explorar padrões de pensamento disfuncionais e desenvolver estratégias para melhorar o funcionamento cotidiano.

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é frequentemente usada no tratamento da psicose para ajudar os pacientes a identificar e desafiar pensamentos distorcidos e desenvolver habilidades para lidar com sintomas.

    Além disso, participar de terapias de grupo proporciona um ambiente em que o paciente pode compartilhar experiências e aprender habilidades sociais.

    Medicamentos

    Os medicamentos antipsicóticos são frequentemente prescritos para ajudar a controlar os sintomas da psicose, ajudando a reduzir a gravidade das alucinações e delírios.

    Além disso, estabilizadores de humor podem ser recomendados para ajudar a regular as flutuações de humor associadas à condição.

    Internação hospitalar

    Em casos graves em que o paciente representa um risco iminente para si mesmo ou para os outros, a internação hospitalar pode ser necessária para fornecer cuidados intensivos e monitoramento especializado.

    Conclusão

    Conforme mostrado neste post “Psicose: o que é, sintomas e tratamento”, esta é uma síndrome que pode ter um impacto significativo na vida de uma pessoa.

    No entanto, com o diagnóstico e tratamento adequados, é possível proporcionar alívio dos sintomas, prevenir recaídas e promover a recuperação da saúde mental do paciente.

    É fundamental que os profissionais de saúde estejam preparados para lidar com casos de psicose, oferecendo cuidados especializados aos pacientes e suas famílias.