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Prevenção

Dia Nacional do Combate ao Câncer Infanto-Juvenil: conheça os sinais de alerta

A Lei 11.650, de 4 de abril de 2008, institui o dia 23 de novembro como o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. A ideia é estimular ações educativas, […]

câncer infanto-juvenil

A Lei 11.650, de 4 de abril de 2008, institui o dia 23 de novembro como o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. A ideia é estimular ações educativas, promover debates e apoiar atividades organizadas pela sociedade em prol das crianças.

A doença está entre as principais causas de morte em crianças e adolescentes com idade entre 1 e 19 anos. Segundo uma estimativa do Ministério da Saúde, cerca de 8% das mortes nessa faixa etária são ocasionadas por algum tipo de câncer. Somente em 2017 foram registrados cerca de 12,6 mil novos casos.

Embora os tratamentos e a prevenção tenham avançado nos últimos anos, a situação ainda requer alerta. Hoje, estima-se que 80% dos casos diagnosticados sejam curados, mas desde que o diagnóstico seja feito de forma precoce. Portanto, identificar possíveis sinais da doença, visitar o médico frequentemente e fazer exames regulares é fundamental.

Câncer Infanto-Juvenil: tipos mais comuns

O diagnóstico do câncer infanto-juvenil é um grande desafio para os especialistas. Isso porque muitos dos sintomas são similares aos de doenças comuns nessa faixa etária. Em outras palavras, não é porque o sintoma se manifesta que isso significa que a criança está com câncer, mas como as chances de cura são maiores no início do tratamento, qualquer pequeno sinal deve ser investigado mais a fundo.

Por câncer infanto-juvenil os especialistas subentendem um conjunto de doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais. Essa condição pode se manifestar em qualquer parte do corpo, mas os tumores mais comuns nessa faixa etária têm relação com os glóbulos brancos (leucemia), com o sistema nervoso central e com o sistema linfático (linfomas).

Também são frequentes em crianças e adolescentes o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), o tumor de Wilms (tipo de tumor renal), o retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), o tumor germinativo (das células que vão dar origem aos ovários ou aos testículos), o osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Sintomas que merecem atenção especial

Não há estudos conclusivos que indiquem formas eficientes de prevenção do câncer infanto-juvenil. Diferentemente do que acontece nos tipos de câncer que acometem os adultos, aqui os fatores genéticos parecem ser predominantes, uma vez que elementos como o tabagismo ou o alcoolismo não são uma realidade para esse público.

Se a prevenção é mais complexa, a boa notícia é que os índices de cura são mais altos. Contudo, utilizar o Medprev para agendar consultas regulares e realizar exames laboratoriais solicitados por especialistas é fundamental para monitorar a saúde, especialmente se alguns dos seguintes sintomas se manifestarem:

  • Manchas roxas no corpo;
  • Dor na perna;
  • Caroços pelo corpo;
  • Inchaços nos membros ainda que indolores;
  • Perda de peso sem explicação;
  • Inchaço na barriga;
  • Alterações nos olhos;
  • Dores de cabeça frequentes;
  • Fadiga constante;
  • Tontura;
  • Sonolência.

Como já mencionamos, a simples manifestação de um desses sintomas não significa um diagnóstico de câncer. Porém, todos esses sinais são motivo de alerta e uma indicação de que é importante procurar auxílio médico o quanto antes.

Tratamento depende de uma série de variáveis

Uma vez que o câncer é diagnosticado, exames complementares precisam ser realizados para que se identifique o tipo de tumor, a região em que ele se encontra e as formas de tratamento que serão aplicadas. O tratamento contra o câncer é do tipo individualizado e, portanto, para cada indivíduo um conjunto de recomendações específicas precisa ser elaborado.

As possibilidades incluem cirurgia oncológica, radioterapia e quimioterapia, além de medidas de suporte e reabilitação e adoção de cuidados paliativos. O tratamento não é imediato, e os resultados aparecem em médio e longo prazo. Portanto, o acompanhamento médico em todas as fases do processo se mostra essencial. A automedicação definitivamente não é uma alternativa nesses casos.

Crianças com neoplasia: o Medprev apoia projetos sociais

Por meio de parcerias e ações sociais, o Medprev orgulha-se de apoiar a Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia (APACN), contribuindo diretamente para melhoria da qualidade de vida das crianças, adolescentes e dos doadores de medula óssea.

A APACN ampara crianças e famílias em situação de carência financeira de todo país, oferecendo tratamento nos hospitais de Curitiba. Além disso, oferece a associação prevê ainda suporte psicológico, alimentação, transporte, hospedagem, vestuário e educação. Se você quiser ser um voluntário ou deseja fazer doações, contate a APACN pelo telefone (41) 3024 7475

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Em se tratando de câncer, deixar o atendimento médico para depois significa reduzir as chances de cura. Por isso, ao menor dos sintomas, agende uma consulta no Medprev com um clínico geral ou com um especialista em oncologia para fazer uma avaliação mais completa. Lembre-se da regra: quanto antes o tratamento começar, mais fácil e rápido será a remoção dos tumores.

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